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O ensino de libras em escolas gaúchas para surdos: um estudo  [cached]
Carolina Hessel Silveira
Revista Educa??o Especial , 2008, DOI: 10.5902/1984686x12
Abstract: O artigo, que apresenta resultados parciais de uma disserta o de mestrado, busca trazer contribui es para o currículo da disciplina de Língua de Sinais na educa o escolar de surdos. Parte-se do entendimento da importancia das línguas de sinais para o desenvolvimento dos surdos e da constata o de que grande parte dos surdos vem de lares de pais ouvintes, o que enfatiza a importancia do ensino de Libras – Língua Brasileira de Sinais – nas escolas para surdos. Também se deve considerar a importancia desse estudo na constru o de identidades surdas e no fortalecimento da cultura surda. As bases teóricas foram buscadas no campo de estudos denominado Estudos Surdos e em alguns estudiosos das teorias do currículo. O objetivo principal do estudo foi realizar uma análise de currículos de Libras que vigoram em escolas para surdos, e a metodologia envolveu a análise e compara o de 5 programas escritos coletados em 5 escolas do Rio Grande do Sul, Brasil. A análise dos currículos da disciplina mostrou certa diversidade – em alguns, há repeti o de conteúdos de uma série para outra, sem qualquer articula o. Em outros já se nota uma preocupa o direta com quest es de identidade surda e cultura surda, mas alguns deles abrangem conteúdos que n o dizem respeito nem a Libras, nem a cultura surda, mas ao disciplinamento dos surdos, em geral. Os dados trazidos nas análises, ao mostrarem aspectos negativos e positivos, podem auxiliar as discuss es sobre as dificuldades, avan os e problemas da forma o de professores de Libras para alunos surdos. Palavras-chave: Ensino de Libras. Currículo. Educa o de Surdos.
Percep o de pais de escolares da 1a série do ensino fundamental a respeito da campanha "Olho no Olho" 2000, na cidade de Maceió - Alagoas
Cavalcante Sheila Mota,Kara José Newton,Temporini Edméa Rita
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Descrever a Campanha "Olho no Olho" - 2000, na perspectiva dos pais dos escolares da rede pública estadual, em Maceió/AL. MéTODOS: Questionário aplicado a 263 pais de escolares, escolhidos por amostra aleatória, de um universo de 1.996 crian as encaminhadas à consulta. Entrevista realizada entre agosto e outubro de 2001, para coleta de dados a respeito das etapas da Campanha, da saúde ocular e aspectos sociais dos pais. RESULTADOS: Foram entrevistados pais de 263 crian as encaminhadas à consulta, das quais 89,35% compareceram à consulta e 82,98% foram acompanhadas pelo entrevistado; 82,13% das consultas foram realizadas em mutir o em escola da regi o; 73,85% acharam que a informa o sobre a prescri o ou n o de óculos na consulta foi satisfatória; foram prescritos óculos a 47,23% das crian as; dessas, 87,39 % receberam óculos; 65,77% dos entrevistados disseram que n o houve demora na entrega dos óculos; 69,07% disseram que a crian a gostou dos óculos recebidos; 79,38% das crian as estavam usando os óculos; aprova o da Campanha por 91,64% dos entrevistados; 69,96% eram m es das crian as; 66,92% sabiam ler; a renda da família era até dois salários mínimos em 71,86%; 15,59% dos entrevistados usavam óculos. Os 10,65%, que n o foram à consulta, alegaram n o ter dinheiro para o transporte em 28,57% dos casos. CONCLUS ES: Alto nível de comparecimento das crian as e dos seus pais à consulta em mutir o. Pais satisfeitos com a Campanha. Produ o e entrega dos óculos com resultado satisfatório. Popula o alvo é carente e tem baixo nível de escolaridade. Necessidade de melhor informa o à família do escolar sobre saúde ocular e sobre a prescri o e uso dos óculos, durante a consulta.
A influência da comunica o que envolve família-filho-escola no processo de desenvolvimento e aprendizagem do sujeito surdo  [cached]
Vera Lúcia Marostega,Angela Nediane dos Santos
Revista Educa??o Especial , 2006,
Abstract: O presente artigo aborda o tema da comunica o entre família ouvinte, filho surdo, escola para surdos e sua influência no desenvolvimento e aprendizagem do sujeito surdo. O estudo tem como base teórica o enfoque Sócio-antropológico da surdez, com algumas contribui es dos Estudos Culturais. A pesquisa realizou-se no contexto de uma escola para surdos localizada no município de Santa Maria, RS, e envolveu famílias ouvintes de alunos surdos que estudam nesta escola, bem como professores e instrutores de língua de sinais. As pessoas surdas que estudam em uma escola para surdos, com caráter sócio-antropológico, comunicam-se através da língua de sinais, língua própria da cultura surda, a qual é adequada as suas necessidades, já que se apresenta na modalidade espa o-visual. A maioria dos pais das pessoas surdas é ouvinte e sua língua se dá em outra modalidade, a oral-auditiva. A partir disso, buscamos conhecer como a comunica o se estabelece entre a família ouvinte, o filho surdo e a escola para surdos, influenciando no desenvolvimento e na aprendizagem do sujeito surdo. Os dados obtidos no decorrer da pesquisa nos levam a crer que o modo como essa comunica o acontece manifesta influências diversificadas no desenvolvimento e na aprendizagem do sujeito surdo. Palavras-chave: Família. Escola para Surdos. Comunica o.
O que pensam as crian as ouvintes a respeito da inclus o de crian as surdas no ensino regular: um estudo comparativo com crian as brasileiras de uma escola pública e uma escola privada  [cached]
Beatriz Vargas Dorneles,Virginia Bedin,Isabel Cristina Peregrina Vasconcelos,Rosane da Concei??o Vargas
Revista Educa??o Especial , 2010,
Abstract: O presente estudo investiga como crian as ouvintes descrevem a inser o de uma crian a surda em uma sala de aula. Analisa-se a influência da classe social em rela o à aceita o da crian a surda pelas crian as ouvintes. Participaram do estudo 144 crian as, de 3a a 5a séries, assim distribuídas: 76 de uma escola privada e 68 de uma escola pública, ambas pertencentes ao município de Porto Alegre, RS. A escola pública atende fundamentalmente às classes sociais de nível socioecon mico baixo, e a escola privada atende alunos de classe social predominantemente média e alta. Todos receberam a mesma tarefa: completar uma história que descrevia a rea o de crian as ouvintes à inser o de uma nova colega surda na turma. O estudo demonstra que os alunos têm a inten o de realizar alguma forma de comunica o com a crian a surda e de promover momentos de integra o dentro e fora do ambiente de sala de aula, embora demonstrem um discurso, de certa forma, protetor em rela o a esse sujeito que consideram n o apto, mas ainda capaz de se comunicar. Compreender como crian as ouvintes poderiam relacionar-se e incluir uma crian a surda em sala de aula levanta possibilidades de novas formas de pensar a prepara o de tais crian as para eventuais processos de inclus o. Reconhecer as idéias, sentimentos e formas de comunica o das crian as auxilia as institui es educacionais a investir em políticas de inclus o. Palavras-chave: Inclus o escolar. Representa o social. Educa o especial.
Um Olho no Custo, Outro no Benefício: a escola de tempo integral no campo é viável?
Nilce Costa,Candido Alberto da Costa Gomes
Meta : Avalia??o , 2012,
Abstract: endo em vista a política educacional de ampliar gradualmente a jornada letiva, inclusive na área rural, este artigo focaliza a experiência e os custos de uma escola do campo, em tempo integral, do Município de Palmas, Tocantins. Seu objetivo é avaliar, por meio das percep es da comunidade escolar (professores, pais, alunos, coordenadores pedagógicos, supervisor, diretor e orientador educacional), o alcance dos objetivos da proposta da escola, bem como estimar o custo/aluno direto de funcionamento. Estes valores foram comparados com o custo/aluno-qualidade inicial - (CAQi) para as séries iniciais e finais do ensino fundamental e, ainda, com o custo/aluno anual previsto pelo Fundeb, tecendo-se considera es a respeito da viabilidade financeira. Apesar do valor mais elevado do seu custo/aluno, a amplia o e reforma das instala es propiciará alcance maior dos objetivos do seu projeto pedagógico.
Envolvimento de pais em creche: possibilidades e dificuldades de parceria  [cached]
Bhering Eliana,De Nez Tatiane Bombardelli
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2002,
Abstract: O envolvimento de pais com a educa o das crian as, hoje no Brasil, é muito pouco investigado, seja na educa o infantil ou nos outros níveis de educa o. No entanto a literatura estrangeira nos aponta vários caminhos dependendo do foco da pesquisa. Neste estudo, a literatura usada foi a tipologia de Epstein (in Brandt, 1989), as esferas sobrepostas (Epstein, 1987), ambas baseadas na teoria ecológica de Bronfenbrenner (1979, 1996), e o modelo das piramides invertidas de Hornby (1990). O objetivo deste estudo consistiu em identificar os aspectos da rela o entre a creche e os pais no que se refere à comunica o, expectativas e dificuldades de relacionamento, contribui es e as estratégias utilizadas para o envolvimento dentro da perspectiva dos pais, professoras e atendentes. Este estudo usa dados qualitativos coletados em entrevistas (questionário semi-estruturado) com 33 pais de crian as de 0 a 6 anos, 7 professores e 8 atendentes de uma creche de iniciativa voluntária. Os resultados, depois de análise feita através de categorias, mostram que a comunica o existente impossibilita a proximidade e trocas de informa es. A atitude da creche para os pais é calcada numa postura de oferecimento da assistência à crian a e a atitude dos pais na receptividade limitada calcada numa postura de favorecimento por estes servi os. O desconhecimento sobre as possibilidades de envolvimento exclui os pais, e delega à creche o poder de decis o sem a participa o ativa da família.
Proposta de instrumento de avalia o da consciência fonológica, parametro configura o de m o, para crian as surdas utentes da Língua de Sinais Brasileira
Cruz, Carina Rebello,Lamprecht, Regina Ritter
Letras de Hoje , 2008,
Abstract: Este artigo apresenta a elabora o, a aplica o e a análise de uma proposta de instrumento de avalia o da consciência fonológica, parametro configura o de m o, para crian as surdas utentes da Língua de Sinais Brasileira (LSB). O instrumento foi elaborado considerando as boas condi es para a forma o dos sinais, a fonologia da LSB e o processo de aquisi o da fonologia por crian as surdas utentes da LSB (FERREIRA-BRITO, 1995; KARNOPP, 1994, 1999; QUADROS; KARNOPP, 2004). Os informantes foram cinco professores surdos e quinze crian as surdas utentes da LSB, com faixa etária entre 6:0 e 11:1, com início da aquiksi o da linguagem entre 0:0 e 4:1, sem altera es no desenvolvimento. A proposta de instrumento foi analisada quanto à aplicabilidade e efici~encia. Os resultados demonstraram que o instrumento proposto foi efetivo para a avalia o da consciência fonológica do parametro configura o de m o. Além disso, considerando os dados dos informantes, constatou-se que o aumento do período de exposi o lingüística influenciou favoravelmente no nível de consciência fonológica das crian as.
Percep o de letras de músicas como inspiradoras de comportamentos antissociais e pró-sociais  [PDF]
Pimentel, Carlos Eduardo,Günther, Hartmut
Psico , 2009,
Abstract: Institui es, pesquisadores, pais e professores têm se preocupado com letras de músicas principalmente de rap e heavy metal. Com o fim de contribuir com o debate acerca da influência destas letras de músicas no comportamento, objetivou-se verificar empiricamente a percep o destas letras de músicas como sendo mais inspiradoras de comportamentos anti e/ou pró-sociais e manipular a apresenta o do examinador (padr o vs. formal) para verificar possíveis diferen as. 83 estudantes universitários classificaram 8 versos líricos de rap e heavy metal em uma escala do tipo Likert de 7 pontos no que diz respeito a se influenciariam mais comportamentos anti e/ou pró-sociais. Os principais resultados indicam que letras de rap e heavy metal podem ser percebidas como inspiradoras de comportamentos anti e pró-sociais. Observou-se ainda efeito da apresenta o do examinador nas respostas dos sujeitos. Estes resultados s o interpretados com base na teoria da aprendizagem social e pesquisas prévias na literatura psicológica internacional.
Acompanhamento da adapta o de próteses auditivas em crian as surdas Evaluating the adaptation of hearing aids for hearing impaired children  [cached]
Bianca Pinheiro Lanzetta,Silvana Frota,Márcia Goldfeld
Revista CEFAC , 2010,
Abstract: OBJETIVOS: descrever as características audiológicas e sociais de crian as surdas e avaliar a incidência de retornos para acompanhamento no Programa de Saúde Auditiva. MéTODOS: foram analisados os prontuários de crian as que receberam as próteses auditivas pelo Programa de Saúde Auditiva, em Vila Velha - Espírito Santo. A popula o estudada foi constituída por 50 crian as, na faixa etária de zero a oito anos, de ambos os sexos, com diagnóstico de perda auditiva sensorioneural de grau leve a profundo. O protocolo de pesquisa foi preenchido a partir dos dados de prontuários para a obten o das informa es desejadas. RESULTADOS: a solicita o de retorno pelo Servi o Social propiciou o comparecimento de quase da metade da popula o (44%); os demais achados foram indicativos da associa o entre o retorno para acompanhamento e a rotina escolar. CONCLUS ES: o referido programa atinge predominantemente famílias com rendimento mensal entre um e dois salários mínimos; o diagnóstico da surdez ocorre entre dois e três anos de idade cronológica neste estudo; a época da primeira adapta o de próteses auditivas, aos seis anos de idade, é bastante tardia; o contato com os pais, por meio do Servi o Social, viabiliza o acompanhamento proposto, influenciado positivamente também pela rotina escolar. PURPOSE: to describe the compliance and attitudes of hearing-impaired children towards the treatment and support offered by the Hearing Health Program, a public health endeavor, and assessing patients’ returns for follow-ups. METHODS: participants consisted of fifty children aged from 0 to 8 years, with a diagnosis of mild to severe sensorineural hearing loss. The children received the hearing aids from the Hearing Health Program, in Vila Velha, in the state of Espírito Santo, Brazil. The research protocol was completed using both medical records and a socio-economical profile survey of the affected children, including the behavioral adaptation as for hearing aids. RESULTS: the requirement of patient return for follow-ups facilitated the attendance of nearly half the population (44%); results indicate that there seems to be an association between compliance with the program and school routine. CONCLUSION: the aforementioned program mostly affects families with a monthly income from one to two minimum wages. Hearing loss is diagnosed between the chronological ages of two and three years in this study. The first adaptation with hearing aids at the age of six is quite late. The contact with the parents promoted by the social workers facilitates the proposed evaluation. School atte
O impacto de uma psicoterapia breve pais-bebê para as representa es acerca da maternidade no contexto da depress o  [PDF]
Schwengber, Daniela Delias de Sousa,Prado, Luiz Carlos,Piccinini, Cesar Augusto
Psico , 2009,
Abstract: O presente estudo investigou as mudan as nas representa es acerca da maternidade em uma m e com indicadores de depress o ao longo de uma psicoterapia breve pais-bebê. Foi utilizado um delineamento de estudo de caso único, sendo que as representa es maternas foram examinadas em três momentos: antes, durante e após a psicoterapia. Os relatos foram analisados a partir de quatro eixos interpretativos que constituem a constela o da maternidade de Stern (1997) vida-crescimento; relacionar-se primário; matriz de apoio; e reorganiza o da identidade. Os resultados revelaram que as mudan as nas representa es da m e acerca do relacionamento com a sua própria m e desempenharam um papel central na reelabora o de esquemas a respeito de si mesma, do bebê e do relacionamento conjugal. Aponta-se para a efetividade da utiliza o dos temas da constela o da maternidade como eixos interpretativos na avalia o de processo psicoterápico envolvendo pais e bebê.
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