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Rotura Esplénica: uma Complica o Rara da Colonoscopia Splenic Rupture: A Rare Complication of Colonoscopy  [cached]
Hermano Santos,Paulo Caldeira,Diamantino Sousa,André Ramos
Jornal Português de Gastrenterologia , 2011,
Abstract: INTRODU O: A rotura esplénica é uma complica o rara da colonoscopia. Talvez por isso, é, muitas vezes, tardiamente considerada com possíveis prejuízos na sua evolu o. A maioria dos 54 casos descritos foi diagnosticada por tomografia computorizada e sujeita a esplenectomia. Descreve-se o caso duma doente de 47 anos submetida a colonoscopia para investiga o de tumor primário após TC abdominal sugestivo de metástases hepáticas. Após colonoscopia, que n o revelou les es e decorreu sem dificuldades técnicas, iniciou dor nos quadrantes abdominais esquerdos e hipotens o com diminui o do hematócrito. Submetida a laparotomia exploradora urgente, constatou-se rotura esplénica com hemoperitoneu, tendo realizado esplenectomia com boa evolu o pós-operatória. Faz-se revis o da literatura e chama-se a aten o para a necessidade dum elevado índice de suspei o para o diagnóstico. INTRODUCTION: Splenic rupture is a rare complication of colonoscopy and consequently it is often diagnosed later, with dismal results. The majority of the 54 cases reported were diagnosed by CT scan and submitted to splenectomy. We present the case of a 47-year-old woman who underwent colonoscopy to investigate a primary tumor due to liver metastasis diagnosed in abdominal CT scan. After colonoscopy, the patient started with left upper abdominal pain accompanied by hypotension and an acute drop in hematocrit. She underwent emergency laparotomy and splenic rupture and hemoperitoneum were detected. Splenectomy was performed with an uneventful postoperative course. We make a brief review of the literature and highlight the need for a high degree of suspicion for the diagnosis.
Ensaio clínico randomizado para avaliar o impacto do ensino personalizado na prepara o intestinal para colonoscopia: resultados preliminares Randomized clinical trial to analyze the impact of personal education on bowel preparation for colonoscopy: preliminary results  [cached]
Rita Carvalho,Daniel Brito,Miguel Areia,Sandra Saraiva
Jornal Português de Gastrenterologia , 2012,
Abstract: Introdu o: A eficácia da colonoscopia depende de uma visualiza o adequada e cuidadosa de toda a mucosa cólica. A má qualidade da prepara o intestinal é um problema comum na nossa prática clínica, estimando-se que afete cerca de 20% dos exames. Objetivo: Avaliar o impacto que o ensino personalizado ao doente pode ter na qualidade da prepara o intestinal para a colonoscopia. Métodos: Durante 24 meses foi efetuado um estudo prospetivo, randomizado e cego para os investigadores. A randomiza o foi efetuada por tabela computorizada e os doentes foram alocados em 2 grupos (grupo controlo e grupo interven o ). A todos os doentes foi dada informa o verbal pelo gastrenterologista assistente, e nos doentes do grupo interven o foi adicionalmente efetuado ensino personalizado pela equipa de enfermagem. Foram incluídos doentes referenciados para realiza o de colonoscopia total, com exce o dos que apresentavam cirurgia prévia do cólon ou diagnóstico de neoplasia colorretal. A prepara o intestinal foi efetuada com 4 litros de solu o de polietilenoglicol e todos os exames foram realizados sem seda o anestésica, por 2 gastrenterologistas. Foram apuradas as características dos doentes e aplicado um questionário no final do exame. A classifica o da limpeza intestinal foi aferida usando a escala de Aronchick. A correla o entre os 2 investigadores foi avaliada pelo método de Kappa e a análise estatística entre os grupos pelos testes t-Student e Qui-quadrado. Resultados: Foram randomizados 125 doentes, 67 para o grupo controlo e 58 para o grupo interven o . Os grupos eram homogéneos para a maioria das características estudadas exceto para os antecedentes de cirurgia abdominal e de colonoscopia prévia. Foi conseguida uma limpeza intestinal excelente ou boa em 38,8% dos exames no grupo controlo e em 58,6% dos exames no grupo interven o , sendo esta diferen a estatisticamente significativa (p = 0,03). Em análise de subgrupos verificou-se uma melhoria da qualidade da prepara o nos doentes com obstipa o crónica (prepara o intestinal excelente ou boa: 21,4% no grupo controlo vs. 57,1% no grupo interven o , p = 0,04). Conclus es: Os resultados, embora preliminares, sugerem que o ensino personalizado poderá ter um impacto positivo na melhoria da qualidade da prepara o intestinal, sobretudo em alguns grupos de doentes como aqueles com obstipa o crónica. Introduction: The effectiveness of colonoscopy depends on adequate and careful examination of the entire colonic mucosa. Inadequate bowel preparation is a common problem on our daily clinical practic
Evolu o da prática da colonoscopia num hospital distrital  [cached]
M. Isabelle Cremers,P. Marques Vidal,F. Augusto,A. Luísa Alves
Jornal Português de Gastrenterologia , 2007,
Abstract: Objectivos: Analisar a evolu o da prática da colonoscopia na Unidade de Endoscopia do Hospital S o Bernardo. Metodologia: Análise retrospectiva das colonoscopias efectuadas em 1997 (ano que precedeu o lan amento da Campanha de Rastreio do Cancro Colorrectal pela Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva) e 2003 (ano da inaugura o das novas instala es da Unidade de Endoscopia). Foram considerados: sexo, idade, proveniência dos doentes, indica es para o exame, uso de seda o, nível do cólon atingido, qualidade da prepara o intestinal, diagnósticos e tratamentos efectuados. Resultados: Em 1997 e em 2003 foram efectuadas, respectivamente, 917 e 1207 colonoscopias. Em 2003, os doentes foram referenciados mais frequentemente pelo Servi o de Gastrenterologia (60% vs. 40%, em 1997, p<0,001); um maior número foi sedado (25% vs. 5%, p<0,001) e apresentavam uma melhor qualidade da prepara o intestinal (boa qualidade: 54% vs. 40%, p<0,001); também se verificou uma maior frequência de colonoscopias com indica o correcta (70% vs. 64%, p<0,01) e menos doentes submetidos a colonoscopia em regime de internamento (21% vs. 34%, p<0,001) e de urgência (18% vs. 26%, p<0,001). A frequência do rastreio aumentou significativamente, passando de 1,3% para 8,8% dos exames (p<0,001). Em contrapartida, n o foram encontradas diferen as na percentagem de colonoscopias totais (73% vs. 71% em 1997), normais (37% em ambos os anos) ou nos motivos para colonoscopia incompleta. Conclus es: O lan amento da Campanha de Rastreio do cancro colorrectal e as mudan as introduzidas na organiza o e funcionamento da Unidade de Endoscopia, após a inaugura o das novas instala es, tiveram um impacto benéfico na prática da colonoscopia no Servi o de Gastrenterologia do Hospital S o Bernardo. Objective: To characterise the evolution of colonoscopy practice in the Endoscopy Unit of Hospital S o Bernardo. Methods: A retrospective study in patients who underwent colonoscopy in 1997 (the year prior to the launch of the Portuguese Society of Digestive Endoscopy’s colorectal cancer screening campaign) and in 2003 (the year the Endoscopy Unit’s new facilities were inaugurated). Data collected included: patient gender, age and geographical origin; whether the procedure was ambulatory or inpatient, routine or emergency, the quality of the bowel prep, whether or not sedation was used, informed consent, indication, extent of the visualization of the colon and final outcome (endoscopic and histological). The indications were also compared with ASGE recommendations. Results: In 1997 and in 2003, 917 and 1
Resultados imediatos da herniorrafia inguinal com anestesia local associada com seda o
Lima Neto Edgar Valente de,Goldenberg Alberto,Jucá Mário Jorge
Acta Cirurgica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar os resultados imediatos da herniorrafia inguinal com anestesia local associada com seda o. MéTODOS: Foram operados 30 pacientes portadores de hérnia inguinal, sendo 26 (86,6%) do sexo masculino e 4 (13,4) do sexo feminino. Os anestésicos utilizados foram lidocaína a 1% e bupivacaína a 0,5% sem adrenalina, tendo sido adicionado 1mL de bicarbonato de sódio para cada 9mL da solu o anestésica. A seda o foi realizada com midazolan. As hérnias mais freqüentes, de acordo com a classifica o de Nyhus, foram as do tipo I, encontradas em 16 (53,3%) pacientes. Praticou-se o reparo da parede posterior a em 17 (56,6%) e em 13 (43,2%) o reparo com prótese. Para a análise estatística utilizou-se o teste de McNemar para avaliar a correla o entre os escores de dor na escala E.V.A. agrupada. RESULTADOS: Em nenhum paciente houve necessidade de mudan a da técnica anestésica. Entre as complica es, observaram-se: 1 (3,3%) hematoma; 1 (3,3%) sangramento e 1 (3,3%) infec o da ferida operatória. A deambula o foi precoce em 28 (93,3%) pacientes, assim como a alimenta o oral. O tempo de interna o médio foi 18 horas, e o escore de dor na escala visual analógica (E.V.A.) foi menor ou igual a 3 em 80% dos pacientes. CONCLUS O: A anestesia local com seda o é um método seguro, eficaz, com baixos índices de complica es imediatas, e alto índice de satisfa o para pacientes selecionados, portadores de hérnia inguinal.
Rotura Esplénica: uma Complica??o Rara da Colonoscopia
Santos,Hermano; Caldeira,Paulo; Sousa,Diamantino; Ramos,André; Cabrita,Carlos; Belo,Teresa; A?ucena,Francisco; Ildefonso,Jo?o; Guerreiro,Horácio;
Jornal Português de Gastrenterologia , 2011,
Abstract: introduction: splenic rupture is a rare complication of colonoscopy and consequently it is often diagnosed later, with dismal results. the majority of the 54 cases reported were diagnosed by ct scan and submitted to splenectomy. we present the case of a 47-year-old woman who underwent colonoscopy to investigate a primary tumor due to liver metastasis diagnosed in abdominal ct scan. after colonoscopy, the patient started with left upper abdominal pain accompanied by hypotension and an acute drop in hematocrit. she underwent emergency laparotomy and splenic rupture and hemoperitoneum were detected. splenectomy was performed with an uneventful postoperative course. we make a brief review of the literature and highlight the need for a high degree of suspicion for the diagnosis.
Avalia o da eficácia do hidrato de cloral na seda o de crian as para exame nasofibroscópico  [cached]
Patrocínio José A.,Patrocínio Lucas G.,Amaral Pérsio M.,Aguiar Alexandre S. F.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2001,
Abstract: Material e método: Foram examinadas por videonasofibroscopia 100 crian as atendidas consecutivamente, de um a quatro anos de idade, sem altera o neurológica, com queixa de obstru o nasal. Desenho do estudo: Prospectivo clínico randomizado. Objetivo: A proposta deste estudo foi avaliar a eficácia do hidrato de cloral como sedativo para a execu o destes exames, na dose de 100 mg/kg, via oral. Todos os casos foram avaliados quanto à facilita o do procedimento advinda da seda o, além das possíveis complica es. Conclus o: Houve maior tranqüilidade durante o exame, por parte do otorrinolaringologista e dos pacientes, n o havendo necessidade de anestesia geral ou conten o mais forte em nenhum dos 100 casos. N o houve complica es.
Seda o e analgesia em terapia intensiva
Bense?or Fábio Ely Martins,Cicarelli Domingos Dias
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A ansiedade e a dor podem causar maior desconforto e risco aumentado de complica es no pós-operatório de pacientes cirúrgicos, prolongando inclusive seu tempo de interna o. O objetivo deste estudo foi revisar os conceitos de seda o e analgesia em terapia intensiva, atualizando os conhecimentos e permitindo a revis o das informa es disponíveis na literatura, assim como os consensos já publicados. CONTEúDO: Apresentamos separadamente a seda o e analgesia, revisando cada grupo de fármacos disponível na prática clínica, suas características principais bem como seus efeitos colaterais mais importantes. Acrescentamos alguns protocolos utilizados em nossa UTI para analgesia e seda o, assim como as conclus es do último consenso do Colégio Americano de Medicina Intensiva e da Sociedade Americana de Terapia Intensiva. CONCLUS ES: Apesar do grande arsenal terapêutico disponível na prática clínica, nota-se um grande desconhecimento das principais características dos fármacos utilizados para seda o e analgesia em terapia intensiva. Os consensos realizados tentam difundir as qualidades e efeitos colaterais dos fármacos mais utilizados, normatizando seu uso, tornando a analgesia e seda o realizadas nas UTI, procedimentos que beneficiem e recuperem mais rapidamente os pacientes.
Bloqueio do nervo maxilar para redu o de fraturas do osso zigomático e assoalho da órbita  [cached]
Geier Karl Otto
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Poucos relatos existem sobre redu o de fraturas da órbita zigomática e do arco zigomático sob anestesia regional. O objetivo deste estudo é verificar a qualidade do bloqueio do nervo maxilar por via extraoral, para redu o de fraturas do osso zigomático e do assoalho da órbita. MéTODO: Quinze pacientes foram submetidos à bloqueio do nervo maxilar pela técnica de Moore (abordagem infrazigomática) para redu o de fraturas isoladas do arco zigomático (oito pacientes) e associadas ao assoalho da órbita (sete pacientes). Nenhum paciente recebeu medica o pré-anestésica. Após seda o e anestesia local com 2 ml de lidocaína a 1,5% com adrenalina a 1:300.000, o nervo maxilar foi abordado com 8 ml da mesma solu o anestésica através de uma agulha 22G, 10 cm de comprimento de ponta romba. Foram avaliados: o tempo de bloqueio, a latência, o tempo de analgesia, a incidência de falhas, a necessidade de anestesia geral e as complica es. RESULTADOS: Os primeiros três bloqueios foram difíceis, resultando em dois bloqueios parciais e uma falha. Os restantes foram efetivos e os pacientes n o referiram nenhum desconforto ou dor durante o bloqueio e a cirurgia. O tempo para a realiza o do bloqueio variou de 5 a 20 minutos, enquanto a latência anestésica ficou entre 3 e 10 minutos. Foram registradas 7 ocorrências de pun o vascular, porém sem relatos de forma o de hematomas. CONCLUS ES: Redu o de fraturas zigomáticas s o factíveis sob bloqueio do nervo maxilar, quando realizadas na fossa ptérigo palatina, permitindo anestesia de seus dois ramos distais, nervo zigomático-temporal e nervo zigomático-frontal.
Complica es da blefaroplastia superior Superior eyelid blepharoplasty and complications
Silvana Schellini Artioli,Vanessa Grandi Valezi,Walberto Passos
Revista Brasileira de Oftalmologia , 2012, DOI: 10.1590/s0034-72802012000400010
Abstract: A blefaroplastia tem sido realizada com grande frequência devido à valoriza o da cirurgia estética. As complica es relacionadas a este procedimento s o raras. Este relato de caso tem como objetivo enfatizar um tipo de complica o que pode ocorrer. T.J.S.P., 45 anos de idade, sexo feminino, branca, procedente de Botucatu, apresentava dermatocálase bilateral. Optou-se pela realiza o de blefaroplastia superior bilateral, realizada removendo-se pele e gordura da pálpebra superior. No pós-operatório foi observado ptose palpebral à esquerda. Optou-se pela cirurgia para reinser o do músculo levantador da pálpebra superior à esquerda. Um mês após a reinser o, observou-se retra o palpebral superior nos dois olhos. A paciente foi, ent o, submetida à cirurgia para a corre o de retra o palpebral por desinser o do músculo de Müller. Dois meses após esta última cirurgia, a paciente apresentava ptose palpebral à direita e piora da retra o palpebral à esquerda. Nova cirurgia para corre o da retra o palpebral foi feita, colocando-se enxerto livre de esclera para alongamento do levantador da pálpebra superior esquerda, com bom resultado. Foi apresentada uma paciente submetida à blefaroplastia e que desenvolveu no pós-operatório quadro de ptose, seguida de retra o palpebral. Estes dois quadros podem ocorrer como complica o de blefaroplastia e o cirurgi o deve estar atento para manejar de forma apropriada, a fim de obter o resultado que a paciente espera ter. The blepharoplasty has been performed with great frequency due to the appreciation of aesthetic surgery. The complications related to this procedure are rare. This case report aims to emphasize complications that can occur. T.J.S.P., 45 years old, female, white, resident of Botucatu City, presented dermatocalase bilaterally. We opted to perform upper blepharoplasty bilateral, by removing skin and fat of the upper eyelid. In the postoperative period was observed left eyelid ptosis. We decided to reinsert the levator muscle of the left upper eyelid. One month after the ptosis correction, retraction was observed in both upper eyelid. The patient was then submitted to surgery for the correction of eyelid retraction by disinsertion of the muscle of Muller. Two months after this last surgery, the patient presented right eyelid ptosis and worsening of eyelid retraction to the left. New surgery for correction of the eyelid retraction was made, using free graft sclera for elongation of the left eyelid levator muscle, with good results. The authors presented a patient who underwent a blepharoplasty and developed p
Complica es cirúrgicas e protéticas em implantodontia  [PDF]
Louren?o, Simone Vessecchi,Morano Júnior, Miguel,Daruge Júnior, Eduardo
Revista Odonto Ciência , 2007,
Abstract: Os implantes osseointegrados e as próteses implanto-suportadas têm sido utilizados na substitui o de dentes perdidos. Com a descoberta da Osseointegra o o índice de sucesso em Implantodontia aumentou acarretando no desenvolvimento de vários sistemas e marcas de implantes. Entretanto, toda essa evolu o na Implantodontia, n o permitiu aos Cirurgi es Dentistas que eximisse o tratamento de complica es cirúrgicas e protéticas. Com o intuito de confirmar o alto número de complica es que ocorrem durante o tratamento com implantes, assim como o surgimento de constrangimentos entre profissionais e pacientes e o descuido de informar o paciente da ocorrência das complica es, foi realizado esse estudo. Os resultados informaram que 100% dos entrevistados já tiveram alguma complica o durante o tratamento e de 1810 complica es citadas pela amostra as complica es cirúrgicas que mais ocorreram foram edema e equimose (898). De acordo com o resultado somente 42% da amostra utilizavam documento escrito informando ao paciente que poderiam ocorrer complica es. Observou-se que 59 dentistas já tiveram algum constrangimento com o paciente e 13 (22,03%) destes dentistas tiveram constrangimento relacionado a ocorrência das complica es cirúrgicas e protéticas. Ressalta-se a necessidade de informar aos pacientes antes da realiza o do tratamento da ocorrência das complica es e solucioná-las quando ocorram evitando assim as lides judiciais.
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