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Ligadura endoscópica endonasal da artéria esfenopalatina para epistaxe severa  [cached]
Santos Rodrigo P.,Leonhardt Fernando D.,Ferri Ricardo G.,Gregório Luiz C.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Introdu o: A epistaxe severa, geralmente associada a fatores predisponentes como hipertens o arterial sistêmica e coagulopatia, é uma doen a desafiadora, e pode necessitar de uma abordagem cirúrgica nos casos que n o respondem ao tratamento conservador, como cauteriza o e tamponamento nasal. Objetivo: avaliar os resultados da ligadura endoscópica endonasal da artéria esfenopalatina no tratamento da epistaxe severa refratária à abordagem terapêutica conservadora. Forma de estudo: Clínico prospectivo. Material e Método: foram avaliados doze casos de pacientes submetidos à ligadura endoscópica endonasal da artéria esfenopalatina no tratamento da epistaxe severa n o responsiva ao tratamento conservador, observando-se a história clínica, os fatores predisponentes, a evolu o e as complica es deste procedimento. Resultados: a idade média foi de 50,9 anos, e a distribui o por sexo foi de 33% do sexo feminino e 67% do sexo masculino; 33% apresentaram HAS e 16,6% coagulopatia (hepatopatia) como fatores predisponentes. Um paciente (8,3%) apresentou ressangramento após o procedimento cirúrgico. Discuss o: a ligadura endoscópica endonasal da artéria esfenopalatina representa uma abordagem segura e garante um controle satisfatório do sangramento, com índice de ressangramento de 8,3% entre os nossos casos. Conclus o: a ligadura endoscópica endonasal da artéria esfenopalatina representa uma op o cirúrgica adequada, pois n o apresenta as complica es das técnicas anteriores, atinge um controle satisfatório do sangramento e pode ser realizada por otorrinolaringologistas habituados à cirurgia endoscópica nasal.
Ligadura da artéria esfenopalatina via endoscópica no tratamento da epistaxe posterior severa  [cached]
Voegels Richard L.,Thomé Daniela C.,Iturralde Patsy Priscilla V.,Butugan Ossamu
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Apresentar a experiência do Departamento de Otorrinolaringologia do HC-FMUSP na realiza o da ligadura da artéria esfenopalatina no tratamento da epistaxe posterior severa. FORMA DE ESTUDO: Clínico prospectivo. MATERIAL E MéTODO: Trinta e um pacientes submetidos a ligadura da artéria esfenopalatina via endoscópica, no período entre novembro de 1996 e julho de 2001, foram analisados de maneira restrospectiva. RESULTADOS: Dezenove (61,3%) pacientes eram do sexo masculino e 12 (38,7%) do feminino, com idade variando de 15 a 80 anos (média de 44,7 anos). O procedimento cirúrgico foi realizado de maneira unilateral em 29 pacientes e bilateral em 2 pacientes, totalizando 33 ligaduras. A identifica o da artéria foi possível em todos os casos, sendo alcan ado o sucesso terapêutico com a técnica isolada. CONCLUS O: A ligadura da artéria esfenopalatina via endoscópica tem se mostrado uma técnica cirúrgica eficaz e segura no tratamento da epistaxe posterior severa.
Refluxo laringofaringeano: estudo prospectivo correlacionando achados laringoscópicos precoces com a phmanometria de 24 horas de 2 canais
Marambaia O.,Andrade N. A.,Varela D.G.,Juncal M.C.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Introdu o: Manifesta es laríngeas do refluxo gastro-esofágico s o problemas cada vez mais comuns. Estudos revelam alta associa o com sensa o de "globus", rouquid o cr nica e com tosse cr nica. Seu diagnóstico e tratamento diferem da clássica doen a do refluxo gastro-esofágico. Os achados à endoscopia laríngea de hiperemia e edema de estruturas glóticas, espessamento do espa o interaritenóideo, granulomas, pólipos, edema de Reinke, estenose subglótica sugerem uma investiga o diagnóstica completa através da pHmanometria de 24 horas, exame de maior sensibilidade e especificidade. Objetivo: correlacionar achados clínicos e laringoscópicos precoces sugestivos de refluxo gastro-esofágico com resultados da pHmanometria de 24 horas. Avaliar terapia medicamentosa e modifica es dietéticas. Forma de estudo: Clínico prospectivo. Material e Método: pacientes adultos com queixas cr nicas: tosse seca, "globus", sialorréia, disfonia, pigarro, halitose e engasgos. Foram excluídos pacientes com outras patologias de vias aéreas. Endoscopia laríngea descartava aqueles que apresentassem les es laríngeas mais avan adas. Encaminhamento à pHmanometria e iniciado tratamento clínico. Resultados: 83,6% apresentaram refluxo patológico. Sintomas mais freqüentes: disfonia (72,5%), pigarro (60,8%), tosse (29,4%), "globus" (23,5%) e sialorréia (19,6%). Associa o de sintomas: dois (67,4%); três (41,2%) e quatro (21,5%). 49 pacientes iniciaram tratamento com omeprazol (20 mg) e dieta: 83,7% cursaram com melhora dos sintomas após 6 meses. Em 95,9% dos pacientes tratados houve melhora laringoscópica. Conclus es: Houve uma correla o importante entre história clínica e endoscopia laríngea com achados à pHmanometria de 24 horas. Outros estudos poder o fortalecer a telescopia laríngea para o diagnóstico do refluxo laringofaríngeo e seu acompanhamento. é necessária abordagem multidisciplinar, além de um aumento do grau de suspei o do especialista.
Refluxo laringofaringeano: estudo prospectivo correlacionando achados laringoscópicos precoces com a pHmanometria de 24 horas de 2 canais  [cached]
Marambaia O.,Andrade N. A.,Varela D.G.,Juncal M.C.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Introdu o: Manifesta es laríngeas do refluxo gastro-esofágico s o problemas cada vez mais comuns. Estudos revelam alta associa o com sensa o de "globus", rouquid o cr nica e com tosse cr nica. Seu diagnóstico e tratamento diferem da clássica doen a do refluxo gastro-esofágico. Os achados à endoscopia laríngea de hiperemia e edema de estruturas glóticas, espessamento do espa o interaritenóideo, granulomas, pólipos, edema de Reinke, estenose subglótica sugerem uma investiga o diagnóstica completa através da pHmanometria de 24 horas, exame de maior sensibilidade e especificidade. Objetivos: correlacionar achados clínicos e laringoscópicos precoces sugestivos de refluxo gastro-esofágico com resultados da pHmanometria de 24 horas. Avaliar terapia medicamentosa e modifica es dietéticas. Forma de estudo: clínico prospectivo randomizado. Método: 61 pacientes adultos com queixas cr nicas: tosse seca, "globus", sialorréia, disfonia, pigarro, halitose e engasgos. Foram excluídos pacientes com outras patologias de vias aéreas. Endoscopia laríngea descartava aqueles que apresentassem les es laríngeas mais avan adas. Encaminhamento à pHmanometria e iniciado tratamento clínico. Resultados: 83,6% apresentaram refluxo patológico. Sintomas mais freqüentes: disfonia (72,5%), pigarro (60,8%), tosse (29,4%), "globus" (23,5%) e sialorréia (19,6%). Associa o de sintomas: dois (67,4%); três (41,2%) e quatro (21,5%). 49 pacientes iniciaram tratamento com omeprazol (20 mg) e dieta: 83,7% cursaram com melhora dos sintomas após 6 meses. Em 95,9% dos pacientes tratados houve melhora laringoscópica. Conclus es: Houve uma correla o importante entre história clínica e endoscopia laríngea com achados à pHmanometria de 24 horas. Outros estudos poder o fortalecer a telescopia laríngea para o diagnóstico do refluxo laringofaríngeo e seu acompanhamento. é necessária abordagem multidisciplinar, além de um aumento do grau de suspei o do especialista.
Incidência de malignidade na doen a nodular da tiróide com baixa suspeita clínica: estudo observacional prospectivo por dois anos numa coorte de 50 pacientes
Yamazaki Claudia A.,Mamone M. Concei??o C.,Ikejiri Elza S.,Hidal Jairo T.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2004,
Abstract: OBJETIVOS: Verificar a ocorrência de les es malignas em pacientes com nódulos tiroidianos clinicamente benignos e o valor da repeti o da citologia aspirativa da tiróide (PAAF). MéTODOS: Estudo observacional prospectivo por 2 anos em coorte de 50 mulheres com nódulos tiroidianos clinicamente benignos, com exame clínico, ultra-sonografia (US) e PAAF inicial, seguidas por acompanhamento clínico, US e repun o dos mesmos nódulos (PAAF2). RESULTADOS: A palpa o n o é bom método para o seguimento dos nódulos quando comparada ao US. O quadro clínico foi parametro de confian a, pois 47/50 pacientes (94%) evoluíram sem malignidade durante o seguimento. PAAF1 e PAAF2 concordaram em 33/39 pacientes quando PAAF1 foi negativa (85%); 11 pacientes foram operadas, 8 por PAAF suspeita e 3 por aumento do volume nodular durante o seguimento. O anátomo-patológico (AP) foi benigno nas les es suspeitas (8 adenomas e 3 bócios colóides). Houve 2 casos de microcarcinoma papilífero n o invasivo em área distante dos nódulos e 1 caso de carcinoma papilífero n o invasivo em bócio multi-nodular. CONCLUS ES: Houve concordancia entre características clínicas de benignidade com PAAF, US e acompanhamento clínico ou cirurgia; numa paciente encontramos carcinoma papilífero. O US deve ser considerado em pacientes com suspeita de nódulos de tiróide ao exame clínico; na maioria das vezes quando o resultado da PAAF1 é negativo para malignidade, o segundo exame citológico confirma o primeiro.
Ligadura da veia porta associada à transec o para hepatectomia em dois estágios (ALPPS): uma nova abordagem nas ressec es hepáticas Associating liver partition and portal vein ligation for staged hepatectomy (ALPPS): a new approach in liver resections  [cached]
Orlando Jorge Martins Torres,José Maria Assun??o Moraes-Junior,Nádia Caroline Lima e Lima,Anmara Moura Moraes
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2012,
Abstract: RACIONAL: Insuficiência hepática pós-operatória devido a remanescente hepático pequeno tem sido complica o temida em pacientes que s o submetidos à ressec o hepática extensa. A associa o da transec o hepática e ligadura da veia porta para hepatectomia estagiada (ALPPS) é uma nova abordagem para pacientes em que o tumor é previamente considerado irressecável. OBJETIVO: Apresentar a técnica ALPPS como procedimento novo de hepatectomia em dois estágios com ligadura da veia porta e transec o hepática mantendo o fígado in situ para o tratamento de pacientes com tumores primários ou metastáticos marginalmente ressecáveis. TéCNICA: O procedimento é realizado em dois tempos. O primeiro consiste na ligadura do ramo direito da veia porta. Em seguida é realizada a transec o total ou quase total do parênquima hepático acompanhando o ligamento falciforme, incluindo a veia hepática média. Um saco plástico é utilizado para recobrir o fígado que será retirado; o abdome é drenado e realizada a síntese da parede por planos. O segundo tempo é feito após seis a 12 dias de intervalo com realiza o de tomografia computadorizada de abdome. Na laparotomia o saco plástico é removido. Os ramos direito da artéria hepática, ducto hepático e veia hepática s o ligados e o lobo hepático direito é removido. Um dreno é posicionado na superfície de ressec o e a síntese da parede abdominal é realizada. CONCLUS O: ALPPS permite ressec o curativa de les es hepáticas em pacientes com doen a considerada previamente irressecável. BACKGROUND: Postoperative liver failure consequent to insufficiency of remnant liver is a feared complication in patients who underwent extensive liver resections. The associating liver partition and portal vein ligation for staged hepatectomy (ALPPS) is a new approach for patient which tumor is previously considered unresectable. AIM: To present ALPPS as an innovative surgical technique of two-staged hepatectomy for the treatment of patients with marginally resectable or initially nonresectable primary and metastatic liver tumors. TECHNIQUE: The procedure is performed in two steps. The first consists on ligation of the right portal vein branch. Subsequently, total or nearly total parenchyma dissection along the falciform ligament is performed, including the middle hepatic vein. A plastic bag is used to cover the right extended lobe, and the abdomen is drained and closed. The second one is performed after a computer tomography, six to 12 days interval. After laparotomy, the plastic bag is removed. The right artery, right bile duct and the right hepatic vein a
Desarterializa o transanal guiada por doppler associada ao reparo anorretal na doen a hemorroidária: a técnica do THD Transanal desarterialization guided by Doppler associated to anorectal repair in hemorrhoids: THD technic  [cached]
Carlos Walter Sobrado-Junior,José Américo Bacchi Hora
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2012,
Abstract: INTRODU O: O tratamento cirúrgico para hemorroidas deve ter indica o individual e baseia-se no sintoma predominante (sangramento ou prolapso), na gravidade da doen a e na presen a ou ausência de componente externo (plicoma). Cabe ao cirurgi o conhecer as mais variadas técnicas para que possa encontrar o tratamento mais adequado caso a caso. TéCNICA: O procedimento THD consiste na ligadura alta seletiva e guiada por Doppler de até seis ramos arteriais submucosos que irrigam as hemorroidas, levando à sua desarterializa o, associada à corre o do prolapso (reparo anorretal ou lifting). Utiliza equipamento e kit especiais. CONCLUS O: A técnica do THD tem mostrado bons resultados iniciais. Por ser técnica cirúrgica em que se respeita a anatomia, ela age diretamente sobre a fisiopatologia da afec o e corrige suas principais consequências, ela parece bastante promissora. Sua aplica o inicial pode ser nos pacientes com doen a hemorroidária de II grau, que tenham indica o de tratamento cirúrgico, e de III e IV graus, nestes últimos, podendo ser associada à ressec o de plicomas. INTRODUCTION: Surgical treatment for hemorrhoids should be indicated individually and is based on the predominant symptom (bleeding or prolapse), severity of disease and the presence or absence of external component (plicoma). Surgeons must choose among varied techniques the one suitable for each case. TECHNIC: The THD procedure consists of Doppler guided high ligation, selective to up six submucosal arterial branches that supply the hemorrhoids, leading to its desarterialization associated with prolapse repair (anorectal repair or lifting). It uses special equipment and kit. CONCLUSION: THD technique has shown good initial results. Because surgical technique respects the anatomy, it acts directly on the pathophysiology of the disease and corrects its principal consequences; it looks quite promising. Its initial application may be in patients with hemorrhoids grade II, which have surgical indication, grades III and IV, the latter being associated with resection of plicomas.
Otite externa difusa aguda: um estudo prospectivo no ver o do Rio de Janeiro  [cached]
Figueiredo Ricardo R.,Fabri Magdala L.,Machado Walter S.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2004,
Abstract: A Otite Externa Aguda é uma doen a extremamente comum em países tropicais, especialmente no ver o. Vários fatores predisponentes s o identificáveis e o quadro clínico pode ser bastante variado, principalmente com rela o à intensidade da otalgia. OBJETIVO: Avaliar, através de um estudo prospectivo no maior hospital de Emergências do Rio de Janeiro, a incidência e as características da otite externa no período de ver o. FORMA DE ESTUDO: Estudo clínico com coorte transversal. MATERIAL E MéTODO: 391 pacientes com otite externa atendidos no Servi o de ORL do Hospital Souza Aguiar foram avaliados em uma série de parametros clínicos e de tratamento, incluindo análise de possíveis fatores predisponentes. RESULTADOS: Os principais sintomas referidos foram otalgia, otorréia discreta e plenitude auricular. Os principais fatores predisponentes foram banho de mar e piscina e uso de cotonetes. CONCLUS O: A otite externa aguda é uma doen a extremamente comum em países tropicais, especialmente no ver o. A possível contamina o da água de praias e piscinas, embora descartada por vários autores como fatores predisponentes, pode ter alguma influência na sua patogênese.
LAPAROSCOPIC-ASSISTED OVARIOHYSTERECTOMY IN A BITCH WITH HEMATOMETRA OVáRIO-HISTERECTOMIA VIDEOASSISTIDA EM UMA CADELA COM HEMATOMETRA  [cached]
Anelise Bonilla Trindade,Maurício Veloso Brun,Paula Cristina Basso,Natasha Frezza Oliveira
Ciência Animal Brasileira , 2010,
Abstract: The canine pyometritis is an adult bitch illness characterized by the inflammation of the uterus with secretion accumulation. Hematometra is a consequence of the piometritis, however it is characterized for diapese of erythrocytes for the uterus, which changes the coloration of the secretion. The treatment ought to be immediate and aggressive, and the advised treatment is ovariohysterectomy for seriously ill animals. This report describes the laparoscopic-assisted ovariohysterctomy as a surgical treatment of hematometra in a bitch akita, six years-old with 34kg. The laparoscopic was the occlusion of ovarian vessels and mesovarium attachment using three portals technique. The uterine vessels and uterus were managed through a small pre-pubic celiotomy. No complications or reincidence of the disease were noticed, showing the effectiveness of the procedure in dogs. Seven month adequate postoperative evolution reassured the surgical conduct performed. KEY WORDS: Bitches, surgery, laparoscopy, pyometritis, treatment. A piometrite canina é uma enfermidade da cadela adulta, caracterizada por inflama o do útero com acúmulo de exsudatos. A hematometra é uma consequência da piometrite, porém caracteriza-se por diapese de eritrócitos para a luz uterina, modificando a colora o da secre o. A terapia deve ser imediata e agressiva. Ovário-histerectomia é o tratamento de escolha para animais gravemente acometidos. O presente trabalho descreve a ovário-histerectomia videoassistida no tratamento de hematometra em uma cadela da ra a Akita, com seis anos de idade e 34 kg de massa corporal. Utilizou-se o acesso com três portais, os quais permitiram a ligadura dos vasos ovarianos e a sec o do mesométrio. Já o útero e os vasos uterinos foram manipulados por meio de miniceliotomia pré-púbica. N o se constataram complica es transoperatórias ou recidiva da doen a, o que demonstra a eficácia do procedimento em c es, pois a evolu o pós-operatória sete meses após o procedimento respalda a conduta cirúrgica adotada. PALAVRAS-CHAVES: Cadelas, cirurgia, laparoscopia, piometrite, tratamento.
Tratamento da miíase humana cavitária com ivermectina oral
Ribeiro Fernando A. Q.,Pereira Celina S. B.,Alves Adriana,Marcon Manuel A.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2001,
Abstract: Introdu o: Miíase humana é uma ocorrência relativamente comum e, no mínimo, constrangedora, quer seja para os pacientes ou para o médico que o atende. é bem mais freqüente nos países subdesenvolvidos e tropicais, mas há casos descritos em todas as regi es do Planeta. Normalmente, afeta pacientes doentes, idosos e deficientes mentais, mas pode ocorrer em pacientes tróficos e saudáveis. As larvas depositam seus ovos em tecidos doentes e necróticos, mas podem fazê-lo em zonas do corpo aparentemente s s. Seu tratamento consiste na cata o das larvas, um processo desagradável e doloroso, muitas vezes impossível em regi es cavitárias. Alguns produtos foram usados no sentido de facilitar esse procedimento, sem grandes resultados. Forma de estudo: Prospectivo randomizado. Método: Neste trabalho, foi feito, em sete pacientes, o tratamento da miíase cavitária humana com ivermectina oral (até 300 μg/kg), medicamento já usado para o tratamento de outras doen as. Os pacientes foram submetidos a provas de fun o hepática e renal pré e pós-tratamento, e acompanhados clinicamente. Resultados: Todos os pacientes tiveram as larvas eliminadas; e nenhuma anormalidade, nos exames.
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