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O IMPACTO DO VALOR JUSTO NA MENSURA O DOS ATIVOS BIOLóGICOS NAS EMPRESAS LISTADAS NA BM&FBOVESPA  [cached]
Célio da Costa Barros,Fábia Jaiany Viana de Souza,Aneide Oliveira Araújo,José Dionísio Gomes da Silva
Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ , 2013,
Abstract: Esta pesquisa tem como objetivo analisar o impacto do valor justo na mensura o dos ativos biológicos das empresas listadas na BM&FBOVESPA nos exercícios de 2008 a 2010. Foram utilizadas as pesquisas descritiva, bibliográfica, documental e qualitativa. A coleta de dados foi realizada nos sítios da BM&FBOVESPA e da CVM. Os resultados revelaram que a média dos valores desses ativos foi crescente em todos os períodos analisados e que foram visualizadas varia es significativas após a ado o do valor justo. Conclui-se que a aplica o do CPC 29 apresentou forte impacto na evidencia o contábil das empresas pesquisadas, as informa es sobre os ativos biológicos disponibilizadas nas notas explicativas em geral s o superficiais, basicamente, elas informam aos seus leitores que as entidades realizam a mensura o desses itens, conforme disposto na legisla o vigente, as tornando desse modo, insuficientes para a compreens o da real situa o desses ativos, em virtude da inexistência de dados que contribuam para análise dos critérios utilizados no reconhecimento, mensura o e evidencia o de seus ativos biológicos, situa o que compromete a tomada de decis o dos usuários dessas informa es.
PERDA NO VALOR RECUPERáVEL DE ATIVOS: UMA ANáLISE DOS REFLEXOS NOS INDICADORES ECON MICOS E FINANCEIROS NO SETOR ELéTRICO BRASILEIRO  [cached]
Maíra Melo de Souza,José Alonso Borba,Altair Borgert
Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ , 2011,
Abstract: O presente artigo tem o objetivo de identificar os reflexos da perda no valor recuperável (impairment loss) na análise dos indicadores econ micos e financeiros nas empresas do setor elétrico brasileiro. Para isto,foram analisados os impactos da perda nos indicadores considerando duas situa es: a) com o efeito da redu o no valor recuperável no resultado; e; b) caso a perda jamais tivesse sido reconhecida no resultado.A idéia foi exatamente comparar os reflexos antes e depois do reconhecimento da perda, verificando os impactos nos seguintes indicadores: i) Liquidez; ii) Endividamento; e iii) Rentabilidade. Constituíram objeto de estudo nesta pesquisa as empresas pertencentes ao setor elétrico, listadas na Bolsa de Valores de S o Paulo (BOVESPA), que reconheceram perda no valor recuperável de ativos no exercício social de 2008. Os resultados demonstraram que quanto maior a perda por impairment em rela o ao resultado, maior o impacto imediato nos indicadores de rentabilidade. No que concerne à liquidez, perdas no valor recuperável em ativos imobilizados, no caso de empresas do setor elétrico que possuem um alto grau de imobiliza o, quando n o reconhecidas no momento adequado poder o ocasionar reflexos desfavoráveisno caixa acarretando em problemas de liquidez.
Valor justo da Tractebel Energia: uma avalia o a partir dos principais modelos de precifica o de ativos
Renato Campos,Juliana Tatiane Vital,Gilberto de Oliveira Moritz,Alexandre Marino Costa
Revista de Ciências da Administra??o : RCA , 2010,
Abstract: O presente estudo teve como objetivo definir o atual valor justo da Tractebel Energia, a partir dos principais modelos de precifica o de ativos. A empresa objeto foi tomada como base em fun o de seu crescimento estável e da facilidade de se obter dados, uma vez que é sediada na cidade de Florianópolis. N o obstante, a volatilidade com que suas a es têm sido precificadas despertou interesse. Com isso, este estudo pretendeu fornecer subsídio para a tomada de decis o de investidores, no que diz respeito à compra ou venda das a es da empresa. Para tanto, a fundamenta o teórica tratou sobre o conceito de avalia o de ativos e dos principais modelos disponíveis, ressaltando suas aplica es e limita es, os quais s o: avalia o contábil, relativa, modelo de dividendo descontado e fluxo de caixa descontado. No que tange ao aspecto metodológico, a pesquisa se enquadra em exploratória, descritiva, eminentemente quantitativa, estudo de campo e de caso. Além disso, fez-se uso de investiga o documental, bibliográfica, entrevista e do programa Economática. Com isso, a análise de dados procurou inicialmente levantar as premissas demandadas por cada um dos modelos analisados e aplicá-los. Os resultados obtidos foram ent o comparados entre si e ajustados, para que houvesse uma coerência. Posteriormente, foi adotada uma média aritmética para se atribuir um valor justo à empresa. A partir dessas média definiu-se um intervalo de aceita o, em fun o da variabilidade dos resultados e da incerteza nas estimativas.
Condicionantes da Especificidade de Ativos das maIores Empresas do Brasil sob ótica da Teoria Econ mica dos Custos de Transa o
Ana Paula Capuano da Cruz,Flaviano Costa,Tatiane Antonovz,Paulo Mello Garcias
Contabilidade Vista & Revista , 2011,
Abstract: O estudo teve como finalidade verificar se há rela o entre a especificidade de ativos, a estrutura de capital, a rentabilidade e a precifica o acionária das empresas de capital aberto que integram o ranking das maiores do Brasil em 2008. Trata-se de um estudo de natureza formal, causal e ex post facto, desenvolvido por meio de estatística descritiva e regress o linear múltipla. Os resultados indicaram que a estrutura de capital e a rentabilidade ajustada das companhias pesquisadas s o condicionantes de sua especificidade de ativos, sugerindo que a estrutura de financiamento das maiores empresas do país, associada à sua rentabilidade ajustada, influenciam os ativos de natureza específica de tais organiza es. Em adi o, ressalta-se que n o foram encontradas evidências estatísticas significativas de que o valor de mercado, o lucro ajustado e a riqueza criada pelas empresas estudadas influenciem os ativos específicos. Cumpre observar que as medidas utilizadas para mensura o da especificidade de ativos, estrutura de capital, rentabilidade e valor da empresa consistem em defini es operacionais que podem ser visualizadas como limita es do estudo. Com rela o à agenda de pesquisas futuras, sugere-se a incorpora o de fatores externos à empresa como uma alternativa para aprofundar o estudo e acrescentar novos elementos para o debate sobre especificidade de ativos.
DEFERRED TAXES IN RANCHING ACTIVITY ORIGINATING FROM EVALUATION OF BIOLOGICAL ASSETS BASED ON FAIR VALUE: A STUDY OF ITS RECGONITION AND REPORING IN THE GREAT RURAL PROPERTIES OF THE STATE OF MATO GROSSO IMPOSTOS DIFERIDOS NA ATIVIDADE PECUáRIA ORIGINADOS DA AVALIA O DOS ATIVOS BIOLóGICOS PELO VALOR JUSTO: UM ESTUDO DE SEU RECONHECIMENTO E EVIDENCIA O NAS MAIORES PROPRIEDADES RURAIS DO ESTADO DE MATO GROSSO  [cached]
Ilirio José Rech,Ivone Vieira Pereira,Josemar Ribeiro de Oliveira
Revista Universo Contábil , 2008,
Abstract: Deferred taxes originate from the differences between the values considered for accounting ends and the values considered for the purpose of taxes: the assets and liabilities of a company. In rural livestock activity, one of the reasons that assets and liabilities for deferred taxes is generated is the recognition and measurement of the biological assets for fair value. Fiscal legislation in Brazil determines that these be included in the taxable result of the period in which the sale of such assets occurs, with difference thus between the values of the assets the liabilities considered when totaling up the accounting and the taxable result. The IAS 12 (Income Taxes) determines that financial statements evidence the taxes deferred by these differences as assets or liabilities. The objective of this study is to analyze the effects of the use of the established criteria for the recognition and measurement of biological assets in relation to deferred taxes and to verify the way these assets and liabilities were dealt with by companies involved in the livestock raising industry in the State of Mato Grosso. To do so, 21 companies were researched, distributed in various municipal districts of the State. The methodology used was exploratory and bibliographical research. It was verified that 33.3% of the livestock companies present the deferred taxes in her balance sheet. Measurement and recognition of the biological assets for fair value change the value of the liabilities for deferred taxes and its recognition increases transparency in the financial statements of agricultural companies by presenting in an ample way the effects that they provoke on assets. Os impostos diferidos s o originados das diferen as entre os valores considerados para fins contábeis e os valores considerados para fins fiscais dos ativos e passivos de uma empresa. Na atividade rural de pecuária, um dos motivos que geram ativos e passivos por impostos diferidos é o reconhecimento e mensura o dos ativos biológicos pelo valor justo. A legisla o fiscal no Brasil determina que estes sejam incluídos no resultado tributável do período em que ocorrer a venda de tais ativos, surgindo, assim, diferen a entre os valores dos ativos e dos passivos considerados para apura o do resultado contábil e do resultado tributável. A IAS 12 - Impostos sobre os rendimentos - determina que sejam evidenciados nas demonstra es financeiras os impostos diferidos por estas diferen as como ativos ou passivos. Assim, o objetivo deste estudo é analisar os efeitos da utiliza o dos critérios estabelecidos para o recon
Valor e distribui??o: da teoria à norma
Enguita,Mariano F.;
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: abordar a problemática da desigualdade ou, mais precisamente, da justi?a económica, requer partir de um critério distributivo contra o qual confrontar a distribui??o realmente existente. locke prop?s uma teoria ou norma da apropria??o original referida à distribui??o dos recursos naturais, mas foi incapaz de resolver o problema da justi?a intergeracional. marx formulou uma teoria do valor-trabalho incapaz de explicar porque é que o emprego da própria actividade como trabalho, em vez do seu consumo como ócio, daria direito à apropria??o do excedente, enquanto o uso da riqueza como capital, em vez do seu consumo como renda, n?o. rawls prop?e uma teoria liberal da justi?a, o princípio de diferen?a, a qual admite as desigualdades desde que permitam melhorar a posi??o do mais desfavorecido. neste artigo defende-se a pertinência dos três problemas, que concernem, respectivamente, à apropria??o dos recursos naturais (e, por extens?o, da riqueza herdada) e dos produtos do trabalho, e ao incentivo de contribui??es extraordinárias. mas prop?e-se, também, a sua correc??o: do primeiro, substituindo a apropria??o original pelas dota??es iniciais para dar lugar à igualdade entre gera??es; do segundo, recorrendo a uma norma do valor trabalho ampliada que inclua a retribui??o do capital; do terceiro, enfim, substituindo a sua acep??o, sem mais, pela ideia de repartir a diferen?a, isto é, de reduzir a recompensa pelas contribui??es extraordinárias ao incentivo necessário para as mesmas.
Valor e distribui o: da teoria à norma
Mariano F. Enguita
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: Abordar a problemática da desigualdade ou, mais precisamente, da justi a económica, requer partir de um critério distributivo contra o qual confrontar a distribui o realmente existente. Locke prop s uma teoria ou norma da apropria o original referida à distribui o dos recursos naturais, mas foi incapaz de resolver o problema da justi a intergeracional. Marx formulou uma teoria do valor-trabalho incapaz de explicar porque é que o emprego da própria actividade como trabalho, em vez do seu consumo como ócio, daria direito à apropria o do excedente, enquanto o uso da riqueza como capital, em vez do seu consumo como renda, n o. Rawls prop e uma teoria liberal da justi a, o princípio de diferen a, a qual admite as desigualdades desde que permitam melhorar a posi o do mais desfavorecido. Neste artigo defende-se a pertinência dos três problemas, que concernem, respectivamente, à apropria o dos recursos naturais (e, por extens o, da riqueza herdada) e dos produtos do trabalho, e ao incentivo de contribui es extraordinárias. Mas prop e-se, também, a sua correc o: do primeiro, substituindo a apropria o original pelas dota es iniciais para dar lugar à igualdade entre gera es; do segundo, recorrendo a uma norma do valor trabalho ampliada que inclua a retribui o do capital; do terceiro, enfim, substituindo a sua acep o, sem mais, pela ideia de repartir a diferen a, isto é, de reduzir a recompensa pelas contribui es extraordinárias ao incentivo necessário para as mesmas.
ESTUDO ANALíTICO DO TRATAMENTO DOS ATIVOS INTANGíVEIS PARA UMA AMOSTRA DE COMPANHIAS DE CAPITAL ABERTO
HOFFMAN, G.,GUTH, S. C.,MOTTA, M. E. V.,PACHECO, M. T. M.
Revista GEINTEC : Gest?o, Inova??o e Tecnologias , 2013,
Abstract: Este estudo busca evidenciar um dos elementos de complexidade entre os estudiosos da contabilidade, o ativo intangível devido ao grau de dificuldade de ser reconhecido. Em decorrência das novas leis e normas, os ativos intangíveis ganharam um espa o específico dentro das demonstra es, o que torna necessário analisar quais classes de Ativos Intangíveis vem sendo registradas atualmente pelas companhias, e qual o tratamento contábil realizado pelas mesmas. O estudo tem em sua finalidade principal, uma compreens o geral sobre os intangíveis e os principais tipos conhecidos, efetuando um apanhado sobre os aspectos conceituais, reconhecimento, mensura o e tratamento contábil adotados, tendo como análise prática um estudo analítico do tratamento dos ativos intangíveis através de uma amostra de companhias de capital aberto. A pesquisa em si é de caráter exploratório, onde há uma busca de conhecimento geral do tema abordado, sendo os dados extraídos de fontes bibliográficas. Conclui-se, através da análise, que é evidente que novas classes de ativos intangíveis est o cada vez mais evidenciadas, o que mostra um quadro evolutivo favorável nesse sentido, dando uma vis o de que no futuro a contabilidade possa expressar com proximidade o real valor de uma empresa, uma vez que os bens intangíveis somam uma parcela muito rica neste contexto.
Performance Comparison of Active and Passive Stock Funds Compara o do Desempenho dos Fundos de A es Ativos e Passivos
Bruno Ribeiro Castro,Andrea Maria Accioly Fonseca Minardi
Revista Brasileira de Finan?as , 2009,
Abstract: We intend to investigate whether active portfolio managers have higher security selection ability than passive managers in Brazil. We built net monthly historical returns and estimated gross historical returns series from January 1996 till October 2006 of 626 stock mutual funds. We used the regression model proposed by Carhart (1997) with the addition of a market timing factor and analyzed the alpha coef cient sign and signi cance. Our results show that a signi cant number of managers exploit well-known strategies as size, book-to-market ratio, momentum and market timing. When we use net returns series as the dependent variable, we nd that only 4.8% of active portfolios have positive and signi cant alphas. Active portfolio performance on average is not signi cantly different than passive portfolio performance. But when we run the regressions using the estimated gross returns, we found that 10.3% of active funds have positive and signi cant alphas, and on average the performance of active funds is signi cantly positive. Our results are in accordance with Jensen’s (1978) version of ef cient market, in which asset prices re ect existing information till the moment when marginal bene ts of using information do not exceed marginal costs. O objetivo deste trabalho é investigar se os gestores de fundos de a es ativos tiveram habilidade superior de seletividade em rela o ao equilíbrio de mercado e aos fundos passivos no Brasil. Para isso, foram analisadas séries mensais de retornos líquidos e de estimativas de retornos brutos de 626 fundos de a es, no período entre janeiro de 1996 e outubro de 2006 . A metodologia adotada foi a análise do sinal e significancia da constante alfa da regress o dos retornos em excesso dos fundos em rela o aos fatores propostos por Cahart (1997). Encontraram-se evidências de que um número significativo de fundos de a es ativos explora anomalias conhecidas, como tamanho, raz o entre valor contábil e valor de mercado do patrim nio líquido e momento. Os resultados indicam que apenas 4,6% dos fundos ativos apresentaram alfa significativamente positivo quando se analisa retornos líquidos, e em média os alfas dos fundos ativos n o s o significativamente diferentes dos fundos passivos. Quando s o considerados os retornos brutos, o número sobe para 9,9%, e os alfas dos fundos ativos s o em média significativamente mais altos do que dos fundos passivos. Essa evidência está de acordo com a vers o de eficiência de mercado de Jensen (1978), segundo a qual o pre o dos ativos reflete as informa es existentes até o ponto em que os benefício
Fórmula de valora o racional (RVF) e variabilidade no tempo das taxas de retornos de ativos Rational valuation formula (RVF) and time variability in asset rates of return  [cached]
Alexandre Ripamonti
Revista Contabilidade & Finan?as , 2013,
Abstract: O relacionamento de longo prazo e o correspondente mecanismo de corre o de erros no curto prazo, entre dados agregados de pre o e dividendos, é estudado no presente trabalho, através dos conceitos de fórmula de valora o racional e cointegra o variante no tempo, e sob o referencial da teoria das expectativas racionais e de movimenta o de pre os de Muth (1961), para se supor a variabilidade das taxas de retorno de ativos, testando as hipóteses nulas de mecanismos de corre o de erros dos vetores de cointegra o constantes no tempo e de desigualdade entre valor fundamental e pre o da a o. As séries obtidas foram as disponibilizadas por Shiller (2005) e se referem aos dados agregados de pre o e dividendos do mercado acionário norte-americano, no período de 1871 a 2010. Os dados foram analisados através dos modelos de cointegra o de Johansen, com a utiliza o de variáveis restritas decorrentes da combina o das variáveis estudadas com o polin mio temporal de Chebyshev, como proposto por Bierens e Martins (2010). Os resultados indicam a rejei o da hipótese nula de constancia dos vetores de cointegra o e, ainda, a n o rejei o da hipótese nula de desigualdade entre valor fundamental e pre o da a o. Tais resultados s o consistentes com os obtidos por Bierens e Martins (2010) e n o consistentes com a teoria das expectativas racionais de Muth (1961). Conclui-se, portanto, que os investidores possuem diferentes expectativas de retorno para diferentes períodos futuros, que os resultados sugerem a valida o do modelo utilizado e que existe a possibilidade da ocorrência de movimentos especulativos suportados pela racionalidade ou bolhas especulativas racionais. The present study examines the long-term relationship between aggregate price and dividend data and the corresponding mechanism for shortterm error correction using the rational valuation formula and time-varying cointegration and based on Muth's (1961) theory of rational expectations and price movements. The study assumes the variability of asset rates of return and tests the null hypotheses of error-correction mechanisms for time-constant cointegration vectors and inequality between fundamental value and share price. The series used were provided by Shiller (2005) and refer to aggregate price and dividend data for the U.S. stock market over the period 1871 to 2010. The data were analyzed using Johansen's cointegration models with the use of restricted variables resulting from the combination of the variables studied with the Chebyshev time polynomial, as proposed by Bierens and Martins (2010). The r
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