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Estimativa da capacidade de campo de Latossolos e Neossolos Quartzarênicos pela determina o do equivalente de umidade  [cached]
Ruiz H. A.,Ferreira G. B.,Pereira J. B. M.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2003,
Abstract: A quantidade de água retida no solo determinada pelo equivalente de umidade (EU) aproxima-se da umidade na capacidade de campo (CC), em solos de regi es temperadas, com presen a predominante de argilas de atividade alta. Nos solos característicos das regi es tropicais e úmidas, esse critério, que fixa o potencial matricial da CC em -33 kPa, deve ser alterado para potenciais maiores, da ordem de -10 a -6 kPa. O objetivo deste trabalho foi verificar a possibilidade de estimar a CC em Latossolos e Neossolos Quartzarênicos por meio da determina o do EU. Para isso, realizou-se um levantamento bibliográfico em teses defendidas na Universidade Federal de Vi osa a partir de 1968, considerando adequados os dados que incluíam classifica o do solo, teor de argila, EU e CC. Foram selecionados oitenta Latossolos e oito Neossolos Quartzarênicos. Os dados analisados resultaram na equa o CC = 0,081 + 0,888 EU (R2 = 0,910), em que CC e EU s o expressos em kg kg-1. O intercepto, diferente de zero e positivo, confirma que a CC ocorre, nestes solos, a potenciais maiores que -33 kPa.
Continuidade espacial de atributos físico-hídricos do solo em sub-bacia hidrográfica de cabeceira
Junqueira Júnior, José Alves;Silva, Antonio Marciano da;Mello, Carlos Rogério de;Pinto, Daniel Brasil Ferreira;
Ciência e Agrotecnologia , 2008, DOI: 10.1590/S1413-70542008000300032
Abstract: o conhecimento da estrutura de continuidade espacial dos atributos fisico-hídricos de solos é uma importante ferramenta para o manejo solo em sub-bacias hidrográficas. no entanto, o mapeamento produzido n?o pode apresentar-se enviesado, com tendências, como acontece com aqueles puramente geométricos. desta forma, neste trabalho, objetivou-se avaliar modelos de semivariogramas, bem como, métodos de ajuste, para volume total de poros (vtp), condutividade hidráulica do solo saturado (ko), porosidade drenável (m), umidade volumétrica na capacidade de campo (qcc), umidade volumétrica no ponto de murcha permanente (qpmp) e capacidade total de armazenamento de água (cta), em uma sub-bacia hidrográfica na cabeceira do rio grande, na serra da mantiqueira. para isto, foram feitas amostragens em 198 pontos na camada de 0-0,15m em grids de 300m x 300m, 60m x 60m e 20m x 20m. foram ajustados os modelos de semivariogramas esférico, exponencial e gaussiano ao semivariograma experimental, pelos métodos dos mínimos quadrados ponderados (mqp) e máxima verossimilhan?a (mv). a análise variográfica mostrou que todos os atributos estudados apresentaram-se estruturados espacialmente. a maioria dos atributos apresentou melhor ajuste pela metodologia dos mqp, exce??o feita aos atributos porosidade drenável e qpmp. n?o houve predominancia de nenhum modelo específico de semivariogramas para os atributos avaliados.
Avalia o de características morfométricas na rela o solo-superfície da Bacia Hidrográfica do Córrego Rico, Jaboticabal (SP)  [cached]
Pissarra T. C. T.,Politano W.,Ferraudo A. S.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2004,
Abstract: Com a análise das características morfométricas procura-se entender a rela o solo-superfície, em decorrência dos processos erosivos sobre estruturas e litologias variadas. Neste trabalho, objetivou-se avaliar as características morfométricas do padr o de drenagem e do relevo em microbacias hidrográficas de 2a ordem de magnitude, em Latossolo Vermelho-Escuro e Argissolo Vermelho-Amarelo, com vistas ao planejamento agroambiental da Bacia Hidrográfica do Córrego Rico, município de Jaboticabal, SP. O estudo foi baseado em fotografias aéreas, pancromáticas, verticais na escala 1:35.000 da regi o administrativa de Ribeir o Preto. Com técnicas de fotointerpreta o, foram tra adas a rede de drenagem e respectivas microbacias hidrográficas, onde as variáveis selecionadas foram determinadas. As classes de risco de degrada o, resultando no uso potencial do solo, foram determinadas de acordo com o coeficiente de rugosidade. As características do padr o de drenagem e do relevo repercutiram no comportamento hidrológico e litológico das microbacias hidrográficas, possibilitando a diferencia o entre as unidades de solos. A densidade de drenagem e a amplitude altimétrica foram as características que mais contribuíram para o poder discriminatório na rela o solo-superfície. Na análise conjunta do potencial de uso do solo, verificou-se, principalmente, adequa o para agricultura nos Latossolos e pecuária e, ou, reflorestamento nos Argissolos.
Simula o hidrológica em uma bacia hidrográfica representativa dos Latossolos na regi o Alto Rio Grande, MG Hydrological simulation in a watershed with predominance of Oxisol in the Upper Grande river region, MG - Brazil  [cached]
Márcio A. Andrade,Carlos R. de Mello,Samuel Beskow
Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental , 2013,
Abstract: A simula o hidrológica consiste de uma importante ferramenta para subsidiar a gest o dos recursos hídricos em bacias hidrográficas. A bacia hidrográfica em estudo está localizada na regi o Alto Rio Grande, sul do estado de Minas Gerais, drenando uma área de 32 km 2 diretamente para o reservatório da Usina Hidrelétrica de Camargos (UHE - Camargos/Cemig) conhecida como Bacia Hidrográfica do Ribeir o Jaguara (BHRJ). Neste trabalho objetivou-se calibrar e validar o modelo SWAT (Soil and Water Assessment Tool) para a simula o do escoamento superficial na BHRJ. Para isto, o modelo requer mapas georreferenciados de uso atual do solo, unidades pedológicas e modelo digital de eleva o, além de dados meteorológicos e hidrológicos. Para este estudo foi aplicada uma série histórica de vaz es e dados climáticos diários de 01/01/2006 a 31/08/2009. A acurácia do modelo foi medida com base no coeficiente de Nash-Sutcliffe (CNS) tendo-se obtido valores de 0,66 e 0,87 para as fases de calibra o e valida o, respectivamente. De acordo com a classifica o proposta para o modelo SWAT e com base nos valores de CNS como referência, o modelo pode ser considerado adequado para simula o do comportamento hidrológico da BHRJ, a qual é representativa dos latossolos na regi o Alto Rio Grande, sul de Minas Gerais. Hydrological simulation has been considered an important tool applied to support water resources management in watersheds. The studied watershed is located in the Upper Grande river region in southern Minas Gerais State, draining an area of 32 km2 towards the Camargos Hydroelectric Power Plant Reservoir (UHE - Camargos/CEMIG). In this context, this study aimed to calibrate and validate the SWAT model (Soil and Water Assessment Tool) for assessing quantitatively the stream flow in the Jaguara Creek Watershed (JCW). For that, SWAT model requires land-use and soil maps and digital elevation model, besides historical series related to meteorological and hydrological data sets. January 1, 2006 to August 31, 2009 was the period used for the above-mentioned historical series. The performance of SWAT was measured through Nash-Sutcliffe coefficient (CNS) which was 0.66 and 0.87 for calibration and validation, respectively. Comparing CNS results found in this study to the ones established in a SWAT model performance classification, it was found that such model can be used to evaluate the hydrological behavior in the JCW, which is a watershed representative of the Oxisol in the Upper Grande river region in southern Minas Gerais State.
Análise da variabilidade espa o-temporal e identifica o do padr o da precipita o na Bacia do Rio Tapacurá, Pernambuco / Analysis of the space-time variability and identification of rainfall pattern within the Tapecurá River Basin, Pernambuco State  [cached]
Richarde Marques da Silva, ,,,Leonardo Pereira e Silva,Suzana Maria Gico Lima Montenegro,Celso Augusto Guimar?es Santos
Revista Sociedade & Natureza , 2010,
Abstract: Este estudo avaliou a varia o espa o-temporal da precipita o de 1970 a 2000, na Bacia do Rio Tapacurá, localizada no Estado de Pernambuco. Diversos parametros estatísticos foram utilizados para estudar a estrutura das séries de precipita o anual e mensal, como: média, desvio padr o, desvio normalizado, linha de tendência e coeficiente de varia o. O estudo em escala mensal mostrou que no período de mar o a julho ocorrem 60% da precipita o total anual, e que o período seco ocorre entre agosto e fevereiro. Na escala anual os resultados mostraram uma diminui o significativa das chuvas da ordem de -20%. Sobre a variabilidade espacial constatou-se que a precipita o decresce no sentido leste-oeste. Os períodos com menor volume pluviométrico possuem os maiores coeficientes de varia o, ou seja, há maior heterogeneidade na distribui o da precipita o nos anos menos chuvosos e no período úmido.
Partículas coloidais, dispers?o e agrega??o em latossolos
Azevedo, Antonio Carlos de;Bonumá, Angélica Silveira;
Ciência Rural , 2004, DOI: 10.1590/S0103-84782004000200046
Abstract: well-drained oxisols are named latossolos in the brazilian soil classification system. these soils cover extensive areas in brazil and are essential to food production and environmental quality maintenance. both roles rely on the existence of stable, small aggregates. although several studies have been published about it, there is no agreement on the factors and mechanisms involved in the genesis and stability of such aggregates. the reasoning used to explain such mechanisms in other soils cannot be used in latossolos without difficulty because they do not have aggregate hierarchy. the main goal of this review is to gather information about mineralogical characteristics of pedogenic minerals and their association with organic colloids and relate it to aggregation and dispersion of latossolos.
Avalia o de métodos indiretos de determina o da erodibilidade de Latossolos brasileiros
SILVA MARX LEANDRO NAVES,CURI NILTON,LIMA JOSé MARIA DE,FERREIRA MOZART MARTINS
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Existem três maneiras de se determinar a erodibilidade do solo (Fator K). A primeira envolve a determina o do fator K em condi es de campo, sob chuva natural, a qual é onerosa e muito demorada. O segundo método é semelhante ao primeiro, porém baseia-se na quantifica o do fator K em raz o das perdas de solo e do fator erosividade, sob condi es de chuva simulada. O terceiro método baseia-se em regress es múltiplas que contenham, como variáveis independentes, atributos do solo correlacionados com o fator K obtido pelos dois métodos anteriores, tidos como padr es. A carência de dados básicos e a indefini o do melhor método para determina o da erodibilidade de maneira indireta, que possibilite enquadrar os solos em classes de resistência à eros o, constituem problemas na utiliza o destes métodos indiretos, particularmente nos Latossolos brasileiros. Portanto, objetivou-se com este estudo a determina o indireta da erodibilidade desses solos e avalia o da correla o com os métodos diretos. Nenhum dos métodos testados mostrou-se recomendável para a estimativa da erodibilidade para o conjunto de Latossolos do Brasil, sendo necessário, ent o, desenvolver modelos específicos para este grupamento de solos.
Partículas coloidais, dispers o e agrega o em latossolos  [cached]
Azevedo Antonio Carlos de,Bonumá Angélica Silveira
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Latossolos cobrem extensas áreas no Brasil e s o essenciais para a produ o agrícola e a qualidade ambiental. As fun es ambientais destes solos se baseiam na existência de pequenos agregados bastante estáveis. Ainda n o há consenso sobre os mecanismos formadores e reguladores da estabilidade dos agregados em Latossolos e os processos de agrega o propostos para outros tipos de solos n o podem ser extrapolados para os Latossolos sem alguma dificuldade, pois estes n o possuem hierarquia de agregados. O objetivo desta revis o é apresentar informa es sobre características de partículas minerais presentes na maioria dos Latossolos e como suas propriedades e sua associa o com colóides organicos podem influenciar a agrega o e a dispers o.
Rugas glabelares: estudo piloto dos padr es de contra o
Ada Regina Trindade de Almeida,Elisa Raquel Martins da Costa Marques,Bogdana Victoria Kadunc
Surgical & Cosmetic Dermatology , 2010,
Abstract: Introdu o: A atividade muscular nd glabela Provoca o rugas perpendiculares à Dire o decontra o dos Músculos, hoje tratadas Pela toxina botulínica.Varia es interpessoais nd forma de contra o local, S o exibidas Durante a Anima o facial. Apesar dos Inúmeros artigos publicados Sobre o tema, Os padr es de contra o glabelar Ainda N o Foram estudados adequadamente e Classificados. Objetivo: Identificar e classificar Os padr es de contra o glabelar encontrados Na popula o Que recebe Tratamento cosmético toxina botulínica com.Métodos: Análise retrospectiva de Fotografías de 30 pacientes receberam toxina botulínica n Que glabelares Tratamento de rugas. De acordo com De hum Predominancia de Movimentosde Depress o, Aproxima o OU Eleva o da glabela, Os padr es de contra o Foram identificados e Classificados.Resultados: Cinco Padr es identificados foram: 1) "U", 2) "V", 3) "Omega", 4) "Setas convergentes" e 5) "Omega" invertido. A Classifica o OS permitiu identificar Músculos Mais Importantes em CADA Padr o de contra o.Discuss o CONCLUS O /: Existem Diferen as interpessoais nd Anima o facial. A Classifica o das rugas glabelares Permite, Tratamento Mais INDIVIDUALIZADO com acurado e toxina botulínica Uma. recebem doses Mais Músculos recrutados Maiores OU Maior numero de Pontos de Aplica o. Os Menos requisitados poupados S o OU recebem doses menores, permitindo resultados eficazes Mais e Naturais.
Escoamento superficial na bacia hidrográfica do Ribeir o Itaim  [cached]
Luiz Sérgio Gon?alves Aguiar,Marcelo dos Santos Targa,Getulio Teixeira Batista
Ambiente e água : An Interdisciplinary Journal of Applied Science , 2007,
Abstract: Este trabalho realizado, na bacia hidrográfica do ribeir o Itaim, município de Taubaté, SP, visou estimar o escoamento superficial pelo método Curva-Número (CN) em área com cobertura vegetal de Brachiaria Decumbens, que é predominante na bacia. Valores do CN foram definidos em fun o do uso e cobertura do solo. O escoamento superficial (Q) foi estimado por três métodos: 1o) utilizaram-se-se valores de infiltra o acumulada (IAc) obtidos no campo, considerados como Infiltra o Potencial (S), os quais variaram de 15,37 mm a 51,88 mm com um valor médio de 23,46 mm. Com esses valores de infiltra o e utilizando-se valores de precipita es máximas para Taubaté, SP, com tempo de dura o de 3 horas: P = 54,4; 70,3; 80,8; 86,7; 90,9; 94,1 e 103,9 mm, respectivamente, para os tempos de retorno de Tr = 2, 5, 10, 15, 25, 50 e 100 anos, os seguintes valores de (Q) foram obtidos: 34,83; 49,33; 59,14; 64,71; 68,69; 71,73 e 81,10 mm, respectivamente; 2o) considerou-se a predominancia de Pasto Sujo na bacia e utilizando-se o valor adimensional CN = 75, obteve-se S = 84,7 mm e chegou-se aos valores de (Q) que variaram de 11 a 44 mm; 3o) considerou-se o valor ponderado para todas as classes de uso da bacia, CNponderado= 66,57, e obteve-se um valor mais elevado para infiltra o potencial, S =127 mm. Conseqüentemente, os resultados dos valores de (Q) foram mais baixos e corresponderam a 5,33; 11,64; 16,72; 19,83; 22,16; 23,98 e 29,83 mm, respectivamente. Dessa forma, concluiu-se que o método CN (tanto para a classe predominante quanto para o ponderado) subestimou o escoamento superficial na área estudada. Entretanto, é possível sua utiliza o desde que se promovam os ajustes para as situa es locais com base em medidas prévias de infiltra o em campo.
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