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Protetores físicos para semeadura direta de Pinus elliottii Engelm  [cached]
Matteiq Vilmar Luciano,Romano Catia Maria,Teixeira Mauro César Celaro
Ciência Rural , 2001,
Abstract: A utiliza o de protetores físicos tem se revelado uma eficiente técnica para o sucesso da semeadura direta de pinus. O presente trabalho avaliou diferentes tipos e tamanhos de protetores físicos de pontos de semeadura para a implanta o de povoamentos de Pinus elliottii por semeadura direta. Como protetores, foram utilizados copos plástico, copos de papel e laminado de madeira. Esses protetores foram colocados sobre os pontos semeados com três sementes cada. Foi avaliada a emergência, sobrevivência, perdas por pássaros, perdas por tombamento e número de pontos com, pelo menos, uma planta viva, seis meses após a semeadura. Os protetores utilizados influenciaram positivamente, nos resultados, para todas as variáveis analisadas, por evitar perdas de sementes causadas por arraste ou soterramento e, principalmente por diminuíram os danos causados por pássaros que juntamente com as formigas, foram os principais problemas encontrados na implanta o do povoamento de pinus por semeadura direta.
AGENTES LIMITANTES à IMPLANTA O DE Pinus taeda L. POR SEMEADURA DIRETA
Vilmar Luciano Mattei
Ciência Florestal , 2013,
Abstract: Este trabalho analisa a possibilidade de implanta o de povoamentos de Pinus taeda por semeadura direta, combinando 4 épocas de semeadura; 3 técnicas de preparo de solo e 2 sistemas de implanta o, utilizando 5 sementes por ponto de semeadura. No campo foram analisados os danos causados por agentes bióticos e n o bióticos e o número de pontos com pelo menos uma planta. A análise dos resultados permitiu determinar que os pássaros foram os principais destruidores de sementes, principalmente na fase inicial de emergência. As formigas constituem-se em pragas de alto risco para a semeadura direta da espécie. A utiliza o de protetores foi indispensável para a semeadura direta de Pinus taeda. O outono foi a melhor época de semeadura.
IMPLANTA O DE POVOAMENTOS DE Dodonaea viscosa (L.) Jacq. COM MUDAS E SEMEADURA DIRETA
Paulo Renato Schneider,César Augusto G. Finger,Paulo Sérgio Pigatto Schneider
Ciência Florestal , 1999,
Abstract: No presente trabalho foi estudada a emergência e sobrevivência à campo da Dodonaea viscosa (L.) Jacq. O delineamento estatístico utilizado foi o de blocos ao acaso com 3 repeti es e 2 tratamentos, definidos como plantio com mudas e semeadura direta à campo. Os resultados demostraram que n o existe diferen a significativa entre a sobrevivência de plantas do sistema de implanta o com mudas e semeadura direta à campo. A sobrevivência das plantas em plantio com mudas foi de 88 % e em semeadura direta à campo de 76 %, resultando uma diferen a absoluta de 12 % entre as duas formas de implanta o de povoamentos da espécie.
Atividade do herbicida acetochlor em solo submetido à semeadura direta e ao preparo convencional
Ferri Miguel Vicente Weiss,Vidal Ribas Antonio,Gomes Juliana,Dick Deborah Pinheiro
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: Com o objetivo de estudar a atividade do herbicida acetochlor em Argissolo Vermelho submetido à semeadura direta e ao preparo convencional, foram conduzidos experimentos no campo e em laboratório. O herbicida apresentou menor controle das plantas daninhas na semeadura direta do que sob preparo convencional. A redu o de matéria seca de trigo na amostra de solo coletada na profundidade de 16-19 cm foi superior sob semeadura direta, indicando maior potencial de lixivia o do herbicida neste sistema de preparo. Os valores de coeficiente de parti o do herbicida no solo (Kd) foram de 2,75 e 1,67 L kg-1 em rela o ao solo sob semeadura direta e preparo convencional, respectivamente, indicando que o primeiro apresentou maior capacidade de sorver acetochlor. O coeficiente de parti o em rela o ao teor de carbono organico (Koc) foi de 166 e 126 L kg-1 no solo cultivado em semeadura direta e sob preparo convencional, respectivamente, sugerindo que o herbicida foi sorvido em maior intensidade pela matéria organica do solo sob semeadura direta.
ESTABELECIMENTO DE POVOAMENTOS DE Pinus elliottii Engelm PELA SEMEADURA DIRETA A CAMPO
César Augusto Guimar?es Finger,Paulo Renato Schneider,Alencar Garlet,Jackson Roberto Eleotério
Ciência Florestal , 2002,
Abstract: O experimento foi conduzido para testar o uso da semeadura direta a campo como método de implanta o de povoamentos de Pinus elliottii Engelm. O preparo do solo resumiu-se a uma ro ada mecanica, seguida de coroamento de 40 cm de diametro. Em cada ponto de semeadura, foram depositadas quatro sementes de Pinus elliottii Engelm, previamente embebidas em água por 24 horas e protegidas por um copo plástico sem fundo fixado por pequenas estacas de taquara. Os tratamentos testados foram o plantio de mudas produzidas em viveiro como tratamento testemunha, sementes envolvidas por envelope de papel e semeadura direta no solo. Os resultados obtidos n o foram satisfatórios, sendo observados no máximo 38,5 % dos pontos de semeadura com mudas no 84o dia após a semeadura. O principal fator que contribuiu para o insucesso do método foi a mortalidade das plantas causada por déficit hídrico e temperaturas elevadas.
AVALIA O DE PROTETORES FíSICOS EM SEMEADURA DIRETA DE Pinus taeda L
Vilmar Luciano Mattei
Ciência Florestal , 1997,
Abstract: O trabalho avalia a eficiência de protetores físicos de pontos, na implanta o de Pinus taeda L. por semeadura direta. Como prote o foram utilizados o copo plástico, sem fundo, o laminado de madeira e maravalha. Ambos colocados sobre pontos semeados com três sementes cada. A análise de emergência, sobrevivência e número de pontos com pelo menos uma planta, um ano após a semeadura, demonstrou que a utiliza o de um protetor físico, é indispensável para evitar elevadas perdas de sementes, causadas por pássaros e pela movimenta o do solo.
Semeadura direta de canafístula (Peltophorum dubium (Spreng.)taub. No enriquecimento de capoeiras
Mattei Vilmar Luciano,Rosenthal Mariane D'Avila
Revista árvore , 2002,
Abstract: O presente trabalho teve por objetivo avaliar o comportamento da canafistula (Peltophorumdubium), em semeadura direta a campo, em área de capoeira originada após o abandono do local utilizado com cultivos agrícolas sucessivos. No local foram ro adas faixas de 1,5 m, a cada 3 m. A semeadura foi realizada em setembro de 1997. Visando proteger os pontos semeados, foram utilizados diferentes tipos de protetores (copos de plástico e copos de papel, sem fundo e laminado de madeira), fixados sobre os pontos semeados com três sementes cada. As sementes foram escarificadas mecanicamente a 1.725 rpm, durante 60 segundos, com lixa Norton 60. O delineamento foi em blocos casualizados, com seis repeti es. As variáveis avaliadas foram emergência, sobrevivência, número de pontos com plantas, densidade a 1 ano e altura das plantas aos 18 meses. Os resultados obtidos aos nove meses demonstraram que a utiliza o de qualquer um dos protetores físicos contribuiu para o estabelecimento de plantas em mais de 80% dos pontos semeados, e em mais de 75%, um ano após a semeadura, quando utilizado o laminado, o que indica que a semeadura direta é uma alternativa de implanta o para a espécie, possibilitando transformar as áreas de capoeiras em um sistema agroflorestal ou mesmo silvipastoril, no futuro.
Estratégias de manejo de coberturas de solo no inverno para cultivo do milho em sucess o no sistema semeadura direta  [cached]
Silva Paulo Regis Ferreira da,Argenta Gilber,Sangoi Luis,Strieder Mércio Luiz
Ciência Rural , 2006,
Abstract: A maioria dos produtores do estado do Rio Grande do Sul adota o sistema de semeadura direta, em que n o há revolvimento do solo para preparo da área para semeadura. A ado o de um sistema de rota o e sucess o de culturas diversificado, que produza adequada quantidade de resíduos culturais na superfície do solo, é fundamental para sustentabilidade do sistema de semeadura direta. Os agricultores disp em de várias espécies de cobertura de solo no inverno com potencial para anteceder a cultura do milho em sucess o. Na família das poáceas, destaca-se a aveia preta (Avena strigosa) como a mais cultivada. No entanto, o seu uso continuado pode causar prejuízos ao cultivo do milho em sucess o. Objetivando minimizar os efeitos das poáceas e ao mesmo tempo atender às exigências do sistema de semeadura direta, novas espécies de inverno pertencentes a famílias botanicas distintas, como fabáceas e brassicáceas, têm sido estudadas, tanto em cultivos solteiros quanto em consórcio com poáceas, como alternativas para anteceder o cultivo do milho. Assim, esta revis o bibliográfica tem como objetivos descrever as principais vantagens e limita es do uso de coberturas de solo no inverno, em cultivos solteiros ou consorciados, como culturas antecessoras ao milho no sistema de semeadura direta e discutir estratégias de manejo destas coberturas que resultem em maiores benefícios para o milho.
SEMEADURA DIRETA DE TIMBAúVA (Enterolobium contortisiliquum), CANAFíSTULA (Peltophorum dubium) E CEDRO (Cedrela fissilis) EM CAMPOS ABANDONADOS
Geri Eduardo Meneghello,Vilmar Luciano Mattei
Ciência Florestal , 2004,
Abstract: Foram avaliadas as espécies timbaúva (Enterolobium contortisiliquum), canafístula (Peltophorum dubium) e cedro (Cedrela fissilis) com semeadura direta em campos abandonados, quanto à eficiência da utiliza o do laminado de madeira como protetor físico e o manejo inicial da cobertura vegetal, através da aplica o de herbicida ou capina manual em torno da cova de semeadura. A semeadura foi realizada em covas separadas de 1 m na fileira e 2,5 m entre fileiras. Foram avaliadas as variáveis emergência, sobrevivência e número de covas com pelo menos uma planta, até sete meses após a semeadura. Os resultados encontrados possibilitaram concluir que as espécies nativas timbaúva, canafístula e cedro possuem potencial para serem utilizadas no método de regenera o por semeadura direta em campos abandonados. A utiliza o do laminado como protetor físico favorece o estabelecimetno inicial de plantas de cedro, especialmente por contribuir para uma menor mortalidade inicial. O manejo inicial de plantas daninhas, através da utiliza o de herbicida dessecante, no momento da semeadura, proporciona condi es para a obten o de maior densidade populacional inicial de plantas de timbaúva e cedro.
Produtividade e qualidade da soja em fun o da calagem na superfície em semeadura direta  [cached]
Caires Eduardo Fávero,Ferrari Roseli Aparecida,Morgano Marcelo Antonio
Bragantia , 2003,
Abstract: As conseqüências da aplica o superficial de calcário na qualidade da soja cultivada em semeadura direta, com base nas concentra es de óleo, proteína e nutrientes, n o s o muito conhecidas. Com o objetivo de estudar a produtividade de gr os, óleo e proteína e a composi o mineral de gr os de soja, em fun o da calagem na superfície, em semeadura direta, foi instalado um experimento em Latossolo Vermelho distrófico textura média, em Ponta Grossa (PR). O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, em esquema de parcelas subdivididas, com três repeti es. Em julho de 1993, foram aplicadas quatro doses de calcário dolomítico, nas parcelas, em superfície (0, 2, 4 e 6 t.ha-1) e, em junho de 2000, reaplicadas duas doses de calcário dolomítico, nas subparcelas, em superfície (0 e 3 t.ha-1). Avaliaram-se os tratamentos por meio da cultura da soja no ano agrícola de 2001/2002. A aplica o superficial de calcário n o alterou a eficiência do processo biológico de fixa o de N2, avaliada pela concentra o de N nas folhas, a produtividade de gr os, óleo e proteína de soja, apesar da elevada acidez (pH em CaCl2 4,3 e 25% de satura o por bases) existente na camada superficial do solo (0-5 cm). A calagem na superfície, em semeadura direta, aumentou o teor de óleo e n o alterou a concentra o de proteína de soja. Houve aumento de P e Ca e redu o de Zn nos gr os de soja, com a calagem na superfície, enquanto os teores de K, Mg, Cu, Mn e Fe n o foram alterados. As varia es de P e Zn nos gr os estiveram relacionadas (P < 0,01) com o aumento do pH, ao passo que a de Ca foi proporcional (P < 0,01) ao aumento do Ca trocável, na camada de solo de 0-5 cm.
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