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Substitui o valvar com próteses mecanicas de duplo folheto
BRAND?O Carlos Manuel de Almeida,POMERANTZEFF Pablo M. A.,CUNHA Cláudio Ribeiro da,MORALES Juan Ignácio Espinoza
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2000,
Abstract: OBJETIVO: O objetivo deste estudo é analisar a experiência do Instituto do Cora o com a utiliza o de próteses mecanicas de duplo folheto. CASUíSTICA E MéTODOS: No período compreendido entre junho de 1989 e agosto de 1998, foram implantadas 323 próteses mecanicas de duplo folheto em 300 pacientes. A idade média foi de 38,7 ± 18,4 anos. Cento e noventa e um (63,7%) pacientes eram do sexo masculino. A etiologia foi reumática em 161 (53,7%) pacientes. Foram realizadas 186 substitui es da valva aórtica, 89 da valva mitral, 2 da valva tricúspide, 22 substitui es mitro-aórticas e 1 mitro-tricuspídea. Quanto à classe funcional (CF), 73 (24,3%) pacientes se encontravam em CF IV, 165 (55,4%) em CF III e 61 (20,3%) em CF II. RESULTADOS: A mortalidade hospitalar foi de 9% (27 pacientes), sendo de 13,5% no grupo mitral, 7,5% no grupo aórtico e 4,5% no mitro-aórtico. As taxas linearizadas dos eventos no pós-operatório tardio s o: 0,2% pacientes/ano (pac./ano) para endocardite, 0,3% pac./ano para escape paravalvar, 0,2% pac./ano para hemorragia relacionada à anticoagula o e 1,0% pac./ano para tromboembolismo. No pós-operatório tardio 213 (91%) pacientes encontram-se em classe funcional I ,16 (6,8%) em CF II e 4 (1,7%) em CF III e 1 (0,5%) em CF IV. A sobrevida actuarial em 9 anos foi de 68,1 ± 15,5% para a posi o mitral e 67,5 ± 10,8% para a aórtica. CONCLUS O: Concluímos que os resultados com a utiliza o das próteses mecanicas de duplo folheto s o satisfatórios.
Substitui o valvar em idosos com biopróteses de pericárdio bovino: resultados tardios de 12 anos  [cached]
BRAND?O Carlos Manoel de Almeida,POMERANTZEFF Pablo M. A.,PUIG Luiz Boro,CARDOSO Luís Francisco
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1999,
Abstract: O objetivo do trabalho é analisar os resultados tardios da substitui o valvar em pacientes idosos com a utiliza o de biopróteses de pericárdio bovino no Instituto do Cora o em S o Paulo. No período de mar o de 1982 a dezembro de 1995, foram implantadas 463 biopróteses de pericárdio bovino FISICS-INCOR em 432 pacientes com idade superior a 65 anos. A idade média foi de 70,3 ± 4,3 anos e 58,1% eram do sexo masculino. Foram realizadas 286 substitui es da valva aórtica, 144 da valva mitral, 16 duplas substitui es mitro-aórticas e 1 tricúspide. Houve procedimentos associados em 158 (36,6%) pacientes, sendo o mais freqüente a revasculariza o do miocárdio (19,2%). A mortalidade hospitalar foi de 12,2% (53 pacientes), sendo 18,7% para o grupo mitral, 7,7% para o grupo aórtico e 18,8% para o mitro-aórtico. As taxas linearizadas para os eventos calcifica o, tromboembolismo, rotura, escape pára-valvar e endocardite foram, respectivamente, 0,4%; 0; 0,8%; 0,1% e 0,1% pacientes-ano. A sobrevida actuarial no grupo aórtico foi de 32,4 ± 15,5% em 12 anos, livre de endocardite de 100%, livre de calcifica o de 98,3 ± 1,7%, livre de rotura de 91,6 ± 4,8%, livre de escape pára-valvar de 99,5 ± 0,5% e livre de reopera o de 89,6 ± 4,9%, em 12 anos. A sobrevida actuarial no grupo mitral foi de 14,5 ± 11,5% em 12 anos, livre de endocardite de 97,8 ± 2,2%, livre de calcifica o de 98,0 ± 2,0%, livre de rotura de 91,7 ± 5,0%, livre de escape pára-valvar de 100% e livre de reopera o de 87,9 ± 5,5% em 12 anos. N o houve tromboembolismo. No período pós-operatório tardio, 293 (87,7%) pacientes encontram-se em classe funcional I (NYHA). Concluímos que os resultados tardios com a utiliza o de biopróteses de pericárdio bovino FISICS-INCOR foram satisfatórios em pacientes idosos.
Tratamento cirúrgico da endocardite em valva tricúspide por ressec o valvar  [cached]
SANTIAGO Ricardo L. A.,BERNARDES Rodrigo de Castro,GOMES Maurício de C.,REIS FILHO Fernando A. Roquete
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1999,
Abstract: O tratamento cirúrgico da endocardite de valva tricúspide é controverso. Arbulu & Asfaw (7) indicam a exérese simples da valva tricúspide, podendo se optar ou n o pelo implante da prótese em um segundo tempo. Outros autores, como Frater (8), indicam troca no mesmo tempo operatório e évora et al. (9) a vegetectomia com plastia valvar. O objetivo do nosso trabalho é apresentar a evolu o de 3 pacientes operados no período de 9/90 a 4/98, vítimas de endocardite isolada de valva tricúspide, através da técnica de exérese sem substitui o valvar. Nenhum dos pacientes fazia uso de drogas injetáveis e foram operados em franca sepse. Um paciente faleceu devido a grave quadro de choque séptico e os outros 2 est o evoluindo em classe I e II da NYHA.
Dupla amplia o anterior e posterior do anel aórtico para substitui o valvar
SANT′ANNA Jo?o Ricardo,KALIL Renato A. K.,PRATES Paulo R.,JUNGBLUT Carlos
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Apresentar técnica de dupla amplia o anterior e posterior do anel aórtico, que difere das previamente descritas por utilizar enxertos distintos, para implante de prótese valvar e avaliar os resultados obtidos em 26 pacientes. MéTODO: O procedimento é realizado com circula o extracorpórea convencional. Para substitui o de valva nativa ou prótese aórtica estenótica, amplia o anelar posterior decorre da incis o no ponto médio do seio n o coronário, que é estendida ao folheto mitral anterior; amplia o anterior resulta de incis o no anel aórtico anterior, estendida por 2 cm no septo interventricular, n o transfixado. Reconstru o aórtica (e amplia o anelar) é realizada mediante enxertos de pericárdio bovino distintos, sendo um triangular para incis o anterior e outro elíptico para incis o posterior. Após a fixa o da prótese (mecanica ou biológica), a aorta ascendente é suturada com auxílio destes enxertos. Defeitos cardíacos associados s o corrigidos. RESULTADOS: A opera o aumentou o diametro do anel aórtico de 18,0 + 2,6 mmHg para 24,5 + 2,1 mmHg (p<0,01). Na opera o, um paciente (3,8%) requereu revasculariza o miocárdica por obstru o dos óstios coronários. No período pós-operatório imediato um paciente foi reoperado por sangramento e outro faleceu por choque séptico (morbidade e mortalidade de 3,8%). Durante seguimento médio de 24 meses n o ocorreram óbitos ou reopera es, sendo observada melhora na classe funcional em 23 pacientes acompanhados por mais de 3 meses. Nos pacientes com estenose da valva ou prótese aórtica, o gradiente sistólico máximo ao ecocardiograma Doppler mostrou uma redu o de 87,3 + 20,8 mmHg, valor pré-operatório, para 25,9 + 10,3 mmHg (p < 0,01). CONCLUS O: A amplia o anterior e posterior mediante enxertos distintos resultou em aumento importante do anel aórtico e, estando associada com baixa mortalidade e morbidade, pode ser considerada nas obstru es severas da via de saída do ventrículo esquerdo ou para reconstru o anelar aórtica.
Abscesso retrofaríngeo de evolu o tardia após ingesta de corpo estranho
Ramos, Henrique Faria,Takahashi, Marystella Tomoe,Monteiro, Tatiana Alves,Koishi, Henry Ugadin
Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia , 2009,
Abstract: Introdu o: As complica es relacionadas à ingesta de corpos estranhos, como o abscesso retrofaríngeo, s o de baixa prevalência, no entanto potencialmente graves. Objetivo: Apresentar um caso de abscesso retrofaríngeo de evolu o tardia após ingesta de corpo estranho. Relato de Caso: Paciente do sexo feminino apresentando disfagia, dor a movimenta o cervical e sensa o de corpo estranho em faringe, cerca de um mês após remo o de corpo estranho no nível do músculo cricofaríngeo. Apesar de n o apresentar febre ou leucocitose, devido à leve dificuldade de mobiliza o cervical e perda da crepita o laríngea foram realizados radiografia simples e tomografia computadorizada de pesco o, que demonstravam sinais de abscesso retrofaríngeo. Drenagem cirúrgica do abscesso e antibioticoterapia conduziram a boa evolu o do quadro e revers o dos sintomas. Conclus o: Abscesso retrofaríngeo pode ocorrer várias semanas após ingesta de corpo estranho. Ausência de febre e leucocitose n o exclui o diagnóstico mesmo em pacientes imunocompetentes. Um alto grau de suspei o conduz à realiza o de exames diagnósticos e conduta adequados.
Tratamento cirúrgico da endomiocardiofibrose: substitui??o valvar versus técnicas conservadoras
Iglézias, José Carlos R;Dallan, Luís Alberto;Pereira-Barreto, Antonio Carlos;Mady, Charles;Luz, Protásio Lemos da;Stolf, Noedir A. G;Oliveira, Sérgio Almeida de;Pileggi, Fúlvio;Jatene, Adib D;
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1992, DOI: 10.1590/S0102-76381992000400006
Abstract: sixty-six (66 patients) with endomyocardial fibrosis underwent surgical treatment at the heart institute between january 1978 and june 1990. a study involving two subgroups was designed with the aim to compare the operative techniques; 1) patients submitted to endocardiectomy and valvar substitution; and 2) patients submitted to endocardiectomy and valvoplasty. clinical, radiologic, hemodynamic, surgical and postoperative parameters were included in the protocol. it is a retrospective study, an statistical analysis was performed using pearson's x2 test and loog-rank test. at this time, the comparative analysis does not reveal significant statistical differences between the two subgroups, both regarding nosocomial mortality and late survival, however comparison of the actuarial survival curves allows to identify a tendency towards improvement, with decrease in the nosocomial mortality and a great late survival, when the conservative technique for surgical treatment of endomocardial fibrosis is used. therefore, endocardiectomy associated to atrioventricular valvoplasty for surgical treatment of the patients with endomyocardial fibrosis is recommended.
Plastia valvar mitral na doen a cardíaca reumática e degenera o mixomatosa: estudo comparativo
PROVENZANO JUNIOR Sylvio Carvalho,Sá Mauro Paes Leme de,BASTOS Eduardo Sérgio,AZEVEDO José Augusto Pereira de
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2002,
Abstract: INTRODU O: No Brasil, a maioria das interven es na valva mitral s o devidas à doen a cardíaca reumática (DR). Algumas vantagens da plastia mitral em rela o à troca valvar s o menor mortalidade operatória e tardia, manuten o da geometria e fun o ventricular esquerda e menor número de eventos relacionados à valva. A evolu o da DR, porém, interfere negativamente nos resultados de reconstru o. OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo analisar os resultados da plastia mitral na corre o da insuficiência mitral pura em pacientes com DR, tendo como referência pacientes com degenera o mixomatosa (DM). CASUíSTICA E MéTODO: O estudo foi retrospectivo, baseado em revis o de prontuários de 9 pacientes com DM e 11 com DR submetidos a plastia ou reconstru o valvar mitral entre julho de 1992 e agosto de 1999. Foram realizados 26 procedimentos na valva mitral dos pacientes com DM e 31 naqueles com DR. Anuloplastia com anel maleável de pericárdio bovino foi realizada em 18 (90%) pacientes, e apenas duas com anel rígido (uma em cada grupo). Em rela o ao reparo de defeitos nas cúspides, foi realizado um total de 24 procedimentos. As técnicas foram ressec o quadrangular (n = 13), encurtamento por trincheira (n = 5), comissurotomia (n = 4), extens o de folheto posterior (n = 3), transposi o de corda (n = 3), reposi o de corda (n = 2), papilotomia (n = 2), plicatura de corda (n = 1) e dobramento de folheto (n = 1). RESULTADO: O seguimento médio foi de 3,4 anos, e apenas um paciente com DR n o compareceu às consultas. N o houve mortalidade hospitalar ou tardia. Um paciente com DR foi reoperado e nenhum no grupo de DM. A taxa de risco linear para reopera o foi de 2,59% por paciente/ano no grupo com DR. Um paciente com DR apresentou endocardite três meses após a opera o. Os diametros sistólico e diastólico finais de ventrículo esquerdo de ambos os grupos n o apresentaram diferen a estatística. CONCLUS ES: Concluímos que o resultado pós-operatório imediato e a médio prazo (3,4 anos) da reconstru o mitral por insuficiência mitral pura foi satisfatório nos dois grupos. A evolu o dos pacientes com doen a cardíaca reumática no período de seguimento foi comparável àqueles com degenera o mixomatosa quanto a mortalidade imediata e tardia, endocardite, acidente tromboembólico e sangramento associado a anticoagulante.
Evolu o tardia de pacientes com prótese aórtica pequena (19 e 21 mm)
ARNONI Renato Tambellini,ARNONI Antoninho Sanfins,MENEGHELO Zilda Machado,BARROSO Cecília Maria Quaglio
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar pacientes submetidos a troca valvar aórtica por próteses pequenas (19 e 21 mm) no seguimento pré e pós-operatório, para verificar a sua viabilidade. CASUíSTICA E MéTODOS: No período de janeiro de 1989 a novembro de 1997, 1497 pacientes foram submetidos a troca valvar aórtica, em nosso Servi o. Cem apresentaram anel aórtico pequeno, sendo utilizada prótese pequena. Houve, neste grupo, um predomínio do sexo feminino com 74% dos casos, com superfície corpórea média de 1,57 m2. Empregou-se prótese biológica em 33% dos casos. Estes pacientes foram acompanhados com eco Doppler e avalia o clínica no pós-operatório. RESULTADOS: Este grupo de doentes apresentou melhora na classe funcional, sendo que 86,3% deles est o na classe I e o restante na classe II. O gradiente VE-Ao teve uma diminui o significativa, com média de 30,9 mmHg no pós-operatório. Foi necessário procedimento associado em 64% dos casos, tendo, como mais comum, a troca da valva mitral. A sobrevida deste grupo, em 101 meses de acompanhamento, é de 83%. CONCLUS O: Em fun o da melhoria clínica acentuada dos pacientes, com a maioria estando assintomática e com gradiente trans-protético aceitável, acreditamos que as próteses pequenas possam ser utilizadas com seguran a, levando em considera o a rela o entre o número da prótese e a superfície corpórea do paciente.
Substitui??o valvar por valva aórtica homóloga montada em suporte e preservada pelo glutaraldeído: estudo multicêntrico
Buffolo, ênio;Salles, Cláudio A;Vanderley Neto, José;Mendon?a, José Telles de;Casagrande, Ivan S. Joviano;Andrade, José Carlos S;Palma, Honório;
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1988, DOI: 10.1590/S0102-76381988000100001
Abstract: valvar replacement with a g lutara id eh yde-pre served, homologous aortic valve in a flexible stent is an original procedure of which we made preliminary reports. we now present up-dated information and follow-up data in a larger cohort of patients. until now 118 patients have received the prosthesis, most oi them defined as a "high-risk" due either to age less than 15 years old or due to calcification of a previous bioprosthesis. ages varied from 5 to 66 years (median: 20 y/o); 62 patients (52.5%) were children and 18 (15.3%) had a calcified bioprosthesis. the procedures performed were 88 isolated mitral valve replacement, 9 mitral and aortic replacement, 8 isolated aortic valve and 2 isolated tricuspid substitution. hospital mortality was 2.5% (3/118); post-operative follow-up consisted of 2614 months/patient with complete and detailed direct follow-up obtained in 91% of survivors, survival was 94.9%. at 36 months with only 3 deaths in the 115 patients who were discharged from hospital. in our experience and in the literature these results are superior to those with other biological prosthesis: it seems likely that this prosthesis will be highly recommended, specially for children, jf these results are maintained in longer periods.
Fístula traqueoesofágica como complica o tardia de traqueostomia  [cached]
COELHO MARLOS DE SOUZA,ZAMPIER JOSé ANT?NIO,ZANIN SéRGIO AUGUSTO,SILVA ELIS?NGELA DE MATTOS E
Jornal de Pneumologia , 2001,
Abstract: A fístula traqueoesofágica como complica o tardia de traqueostomia é uma ocorrência rara, com incidência menor do que 1%, mas que deve ser conhecida, diagnosticada e tratada rapidamente, para que se evite evolu o desfavorável. Relata-se o caso de uma mulher de 41 anos que permaneceu com traqueostomia prolongada, devido a acidente vascular cerebral. Após a alta hospitalar, apresentou insuficiência respiratória aguda e observou-se a saída de material da sonda nasogástrica traqueostomia. O diagnóstico de fístula traqueoesofágica foi feito por exame endoscópico e a paciente foi submetida a uma traqueoplastia, com boa evolu o.
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