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REGULADOR DE CRESCIMENTO E Trichoderma harzianum APLICADOS EM SEMENTES DE FEIJOEIRO CULTIVADO EM SUCESS O A CULTURAS DE COBERTURA GROWTH REGULATOR AND Trichoderma harzianum APPLIED TO COMMON BEAN SEEDS CULTIVATED IN SUCCESSION TO COVER CROPS
Tatiely Gomes Bernardes,Pedro Marques da Silveira,Marcos Ant?nio Machado Mesquita
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2010, DOI: 10.5216/pat.v40i4.5878
Abstract: Avaliou-se o efeito de regulador de crescimento e Trichoderma harzianum, aplicados em sementes de feijoeiro irrigado, em sucess o a diferentes culturas de cobertura. O delineamento experimental consistiu de parcelas subdivididas, em blocos casualizados, com quatro repeti es. Nas parcelas, foram utilizadas culturas de cobertura, como as leguminosas guandu, estilosantes e crotalária, e as gramíneas milheto, capim momba a, braquiária e braquiária consorciada com milho e sorgo. Nas subparcelas, os tratamentos foram: testemunha; 500 mL de regulador de crescimento, em 100 kg de sementes; 1.250 mL de fungicida biológico, em 100 kg de sementes; e 500 mL de regulador de crescimento mais 1.250 mL de fungicida biológico, em 100 kg de sementes. Aos 84 dias após o corte das culturas de cobertura, foi semeado o feijoeiro, cultivar BRS Valente. Foram avaliados a severidade de podrid o radicular causada por Rhizoctonia solani e Fusarium solani f. sp. phaseoli, incidência por murcha-de-fusário, estande, rendimento de gr os, massa de 100 gr os, número de vagens por planta e número de gr os por vagem do feijoeiro. Os tratamentos com fungicida biológico e regulador de crescimento n o apresentaram efeito significativo, em rela o às variáveis analisadas. A palhada de sorgo favoreceu o aumento das podrid es radiculares e da murcha-de-fusário no feijoeiro. PALAVRAS-CHAVE: Horm nios vegetais; controle biológico; Phaseolus vulgaris L.; sistema plantio direto; Cerrado. The objective of this study was to evaluate the effect of growth regulator and Trichoderma harzianum in common bean, in succession to different cover crops. The experimental design consisted of split-plots, in randomized complete blocks, with four replications. For plots, the leguminous Cajanus cajan, Stylosanthes guianensis, and Crotalaria spectabilis, and the grasses Pennisetum glaucum,
Ocorrência e tratamento de quadros depressivos por horm nios sexuais  [cached]
Soares Cláudio N,Prouty Jennifer,Poitras Jennifer
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2002,
Abstract: O processo de envelhecimento promove altera es significativas na produ o e no equilíbrio dos níveis circulantes de diversos horm nios sexuais em homens e mulheres. Acredita-se que esses horm nios (estrógenos, progestógenos, testosterona, dehidroepiandrosterona [DHEA]) exercem papel modulador sobre diversas fun es psíquicas, particularmente sobre o humor e a cogni o. Altera es nesse papel modulador causadas por varia es abruptas dos horm nios sexuais circulantes -- como as que ocorrem, por exemplo, durante a transi o menopausal -- favorecem o surgimento de queixas depressivas. No entanto, a utiliza o terapêutica de horm nios sexuais pode promover alívio ou mesmo remiss o de sintomas depressivos, como já foi caracterizado com o uso de estradiol em mulheres em perimenopausa e com a administra o de testosterona após a menopausa. Este artigo aborda, por revis o da literatura, os diversos papéis atribuídos aos horm nios sexuais no desenvolvimento e tratamento das queixas depressivas. Estudos sobre a eficácia terapêutica de estrógenos, testosterona e DHEA nos quadros depressivos s o discutidos de forma crítica. Em essência, existem resultados preliminares bastante promissores, particularmente quanto ao uso de estradiol e testosterona em subpopula es específicas para alívio de sintomas depressivos. Futuras investiga es devem melhor definir a utiliza o de horm nios como agente depressivo monoterápico ou adjuntivo, bem como delinear os riscos e as contra-indica es associados a seu uso.
Horm nios tiroideanos: mecanismo de a o e importancia biológica
Nunes Maria Tereza
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: Os horm nios tiroideanos desempenham fun o importante no crescimento, desenvolvimento e metabolismo de todos os vertebrados. A concentra o sérica dos mesmos é controlada pelo TRH, somatostatina e TSH, os quais determinam a taxa de biossíntese e secre o hormonal, bem como por desiodases (principalmente a do tipo I), enzimas que geram, nos tecidos periféricos, aproximadamente 75% do T3 presente no soro, a partir do T4 circulante; as desiodases do tipo II, por outro lado, geram T3 principalmente para os tecidos nos quais s o expressas. Os efeitos biológicos dos horm nios tiroideanos s o desencadeados por meio da sua intera o com receptores nucleares que se apresentam em regi es específicas do DNA, o que determina a ativa o ou inibi o de seus genes-alvo e o controle da síntese de proteínas específicas. Outras a es dos horm nios tiroideanos s o rapidamente desencadeadas (segundos/minutos), o que sugere o envolvimento de mecanismos n o gen micos nos efeitos observados.
Topologia das principais proteínas envolvidas na síntese de horm nios tireoideanos  [PDF]
Pinto, Wagner de Jesus et al.
Scientia Medica , 2009,
Abstract: Objetivos: descrever a topologia das principais proteínas envolvidas na síntese de horm nios tireoideanos através da revis o da literatura científica especializada. Fonte de dados: foram realizadas buscas nos bancos de dados Scielo e Pubmed, utilizando palavras chaves relacionadas ao tema em quest o. Síntese dos dados: os horm nios tireoideanos s o armazenados no colóide, uma substancia presente na luz do folículo e formada em grande parte pela glicoproteína mais altamente expressa do tireócito, a tireoglobulina. A tireoglobulina apresenta 660 kDa e é codificada por um único gen situado no cromossomo 8, (8q24. 21-8q24. 23), apresentando 48 éxons. A ioda o dos resíduos de tirosina presentes na tireoglobulina é realizada por outra proteína, a tireoperoxidase. O peróxido de hidrogênio (H2O2) é essencial como oxidante na rea o de oxida o do iodeto catalisada pela tireoperoxidase e, quando os níveis intracelulares de iodeto s o suficientes, a gera o de H2O2 passa a ser o passo limitante na biossíntese dos horm nios tireoideanos. A enzima responsável pela gera o de peróxido de hidrogênio foi caracterizada em tireóides humanas e, posteriormente, clonada, tendo sido denominada oxidase tireóidea (ThOx ou DuOx). Conclus es: o estudo estrutural e topológico das proteínas envolvidas com a hormonogênese tireoideana é a base para a melhor compreens o em nível molecular da fun o da glandula tireóide, sendo ainda útil na identifica o precisa de muta es e regi es e de intera o com fármacos, receptores, ou mesmo imunocomplexos.
Aspectos evolutivos dos horm nios
Andrade Jr Moacir C. de
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: A busca do conhecimento verdadeiro (ciência) foi sempre norteada pela lógica, que ganhou instrumentos poderosos da biotecnologia atual. Com esses novos recursos, a natureza está revelando a sua linguagem secreta (código genético), o seu vocabulário próprio (seqüências gênicas), e as suas características desde sempre aparentes em suas criaturas (fenótipos). Tendo a natureza preservado em seu patrim nio seres vivos de diferentes períodos evolutivos, os pesquisadores podem comparar os vestígios de substancias (como os horm nios), preservados em espécies antigas e mais recentes, e tentar reconstituir o seu percurso ao longo dos milênios. Destarte, o presente trabalho aborda esses aspectos evolutivos ligados aos horm nios.
Efeito de horm?nios vegetais s?bre o enraizamento de estacas de amoreira, plantadas em estufins, em posi??o normal e invertida
Rúbia, Ant?nio Castilho;Inforzato, Romeu;Abreu, Clóvis Pompílio de;
Bragantia , 1965, DOI: 10.1590/S0006-87051965000100011
Abstract: in the present paper the results are reported that were obtained by the utilization of plant hormones on cuttings of morus alba of the variety catania 1, which were planted in propagator covers with plastic covers, obeying two planting systems, the reverse and the normal one. the reverse planting system showed better results in the rooting of the cuttings. as to the plant hormones used, the beta indolacetic acid, at a concentration of 100 mg to the litre of distilled water, contributed to increase the percentage of fixing the roots of the cuttings.
Níveis de horm nios tireoideanos em pacientes com dissec o aórtica: compara o com controles e correla o com a porcentagem de área da camada média composta por depósitos mixóides
Gutierrez Paulo Sampaio,Pereira Maria Adelaide Albergaria,Oliveira Regina Célia Martins,Stolf Noedir Antonio Groppo
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Pesquisar a ocorrência de disfun o clínica ou subclínica da tireóide em portadores de dissec o aórtica e analisar se há correla o entre os níveis séricos de horm nios relacionados à fun o tireoideana e ao conteúdo de material mixóide da média aórtica. MéTODOS: Níveis séricos de triiodotironina (T3), tiroxina (T4) e horm nio estimulador da tireóide (TSH) foram dosados por métodos convencionais em 28 pacientes em pós-operatório de corre o de dissec o aórtica; T4 livre foi medido em 20 deles. Os mesmos horm nios foram quantificados em 20 pacientes-controle pareados por sexo e idade. Os resultados foram comparados pelo teste de Mann-Whitney. A porcentagem da camada média da aorta ocupada por material mixóide foi medida em espécimes cirúrgicos de 25 pacientes e correlacionada aos níveis séricos de horm nios através do teste de Pearson. Estabeleceu-se o nível de significancia como p<0,05. RESULTADOS: Nos 20 pares nos quais as quantidades de horm nios foram comparadas, os valores médios de T3, T4, T4 livre e TSH foram 1,22ng/ml, 9,89mcg/dl, 1,18ng/dl e 5,45microUi/ml nos casos e 1,15ng/ml, 8,57mcg/dl, 1,32ng/dl e 2,15microUi/ml nos controles. Nem tais diferen as nem a correla o entre a percentagem de conteúdo mixóide (média= 30%) e os valores de T3, T4, T4 livre e TSH (médias- 1,22ng/ml, 9,44mcg/dl, 1,20ng/dl e 5,08 micro Ui/ml; n=25) foram significantes. CONCLUS O: Nossos dados sugerem que a dissec o da aorta; n o têm rela o com os níveis séricos de horm nios tireoideanos.
Action of vegetal regulators, environmental control and storage over parameters of sweet pepper conservation in postharvest A o de reguladores vegetais, controle ambiental e armazenamento sobre parametros de conserva o do piment o em pós-colheita
Cleber Junior Jadoski,Claudiana Moura dos Santos,Jo?o Domingos Rodrigues,Elisabeth Orica Ono
Pesquisa Aplicada & Agrotecnologia , 2011, DOI: 10.5777/1408
Abstract: O objetivo do trabalho foi de estudar o efeito da aplica o de reguladores vegetais em pós-colheita verificando a conserva o do piment o híbrido Elisa armazenado sob controle ambiental e refrigera o. Os frutos foram resfriados em água por aproximadamente cinco minutos, procedendo-se, em seguida, à secagem natural a sombra. Os tratamentos pós colheita foram constituídos: 1) Testemunha (imers o em água); 2) 11,12 ml . 4 L-1 de GA + CK (ácido giberélico + Citocinina); 3) 19,04 ml . 4 L-1 de GA 4 + 7 (ácido Giberélico); 4) 5g . 5 L-1 de GA 3 (ácido Giberélico); 5) 16,68 ml . 3 L-1 de CK (Citocinina). Os tratamentos com horm nios foram diluídos em concentra o de 100 mg L-1. Em seguida os frutos foram armazenamento em condi es ambientais normais e em camara fria a uma temperatura de 8 oC e 85-90% UR. O delineamento estatístico adotado foi o de blocos ao acaso com 5 tratamentos e 4 repeti es. O experimento foi avaliado do ponto zero até os 28 dias a cada quatro dias, através das seguintes variáveis: cor, firmeza do fruto, sólidos solúveis totais “Brix” (SST), acidez total titulável (ATT), rela o SST/ATT e carboidratos solúveis (CHOs). Após 28 dias de armazenamento, os horm nios vegetais ga3, ga4+7 nas concentra es utilizadas foram eficientes em retardar o metabolismo pós-colheita dos frutos de piment o armazenados em condi es ambiente e refrigeradas, bem como em promover barreira contra as perdas de pós-colheita dos frutos de piment o.
Determina??o de horm?nios estrógenos em água potável usando CLAE-DAD
Verbinnen, Raphael Teixeira;Nunes, Gilvanda Silva;Vieira, Eny Maria;
Química Nova , 2010, DOI: 10.1590/S0100-40422010000900003
Abstract: an analytical procedure for determination of estriol, 17β-estradiol, estrone and 17α-ethinylestradiol in drinking water is presented. the method employs solid phase extraction (spe) and sample dechlorination as cleanup procedures, followed by hplc-dad analysis. validation was carried out using re no. 899/2003 guidelines established by the agência nacional de vigilancia sanitária (national agency of sanitary surveillance, brazil), with some adaptations. the statistically evaluated results have shown that the method is selective, precise (0,06% to 19,40% cv) and accurate (91,52% to 109,41% average recoveries). the developed method was applied to the analysis of these contaminants in drinking water from s?o luís, ma.
Levels of dry matter intake on metabolites and hormones plasmatic and follicular hormones in beef heifers Níveis de ingest o de matéria seca sobre metabólitos e horm nios circulantes e horm nios foliculares em novilhas de corte  [cached]
Luis Paulo Rigolon,Ivanor Nunes do Prado,Fabio Luiz Bin Cavalieri,Jo?o Ant?nio Negr?o
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2008,
Abstract: This study was carried out to evaluate the effect of dry matter intake (DMI) on metabolites and plasmatic and follicular hormones. Twenty seven crossbreed Nelore x Angus heifers were allocated in the 3 groups, with 9 replications each: 1.2%, 1.6% and 2.6% of DMI/day on the relation of body weight. One hundred forty two days after the beginning of experiment the oestrous cycle was synchronized. Five heifers from each group were catheterizated in the caudal vena cava. Blood was collected via jugular vein and caudal vena cava every two days up to 12th day of the oestrous cycle from 8th FSH application, 11 blood samples were collected from jugular vein every 4 hours to determine glucose, insulin, urea, estradiol-17B and progesterone in plasma. Four heifers from each group were ovarioctemized in the 7th FSH doses and IGF-I, estradiol-17B and progesterone levels were determined in fluid of the mean and large follicle. Glucose levels (83.02 mg/100 mL) and estradiol-17B(1796.93 pg/mL) were superior (P<0.05) in the jugular vein from heifers with 1.6% of DMI. However, levels of insulin (13.96 mU/L) were higher (P<0.05) for heifers receiving 2.6% of DMI. Levels of urea were higher (P<0.05) as DMI increased. Levels of progesterone, in plasma of jugular vein, were not affected by DMI. However, levels of progesterone were higher (P<0.05) for heifers receiving 2.6% of DM (11.77 ng/ml) than for heifers receiving 1.2% of DM (6.39% ng/ml). It can be concluded that not always the plasmatic hormonal variation is reflected in to follicular level. Objetivou-se verificar o efeito do nível da ingest o de matéria seca (IMS) em percentagem do peso vivo sobre as concentra es de glicose, insulina, uréia, estrógeno e progesterona no plasma sangüíneo da veia jugular, progesterona no plasma sangüíneo da veia cava caudal e IGF-1, estrógeno progesterona no líquido folicular. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no período de maio a junho de 2000. Foram utilizadas 27 novilhas cruzadas ( Nelore vs. Angus), distribuídas em três tratamentos e nove repeti es: 1,2%; 1,6% e 2,6% de IMS/dia em rela o ao peso vivo, respectivamente. As dietas continham 12,30% de PB e 1,11Mcal de ELg/kg de MS. Após 142 dias de experimento, os animais tiveram seus ciclos estrais sincronizados. Cinco novilhas de cada tratamento foram cateterizadas na veia cava caudal. O sangue foi coletado da veia jugular e da veia cava caudal cada dois dias até o 12o dia do ciclo estral e, a partir da oitava aplica o de FSH (D12), foram coletada
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