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Effects of Ephedrine on the Onset of Neuromuscular Block and Hemodynamic Responses Following Priming by Atracurium
Sussan Soltanimohammadi,Mirsadegh Seyedi
International Journal of Pharmacology , 2007,
Abstract: In a double blinded study, seventy ASA I and II patients, undergoing elective surgery under general anesthesia were randomized into two equal groups. In both groups, 2 μg kg-1 fentanyl was injected as premedication. Anesthesia was induced by 1.5 mg kg-1 of propofol and subsequently was maintained with a propofol infusion at a rate of 8 mg kg-1 h-1. After control-TOF obtained and recorded by accelerometer, priming dose of atracurium 0.05 mg kg-1 was injected intravenously and 2.5 min later, intubating dose of atracurium 0.5 mg kg-1 with 140 μg kg-1 ephedrine in study group or equal volume of the saline in control group were injected. When TOF ratio became zero, patients tracheas were intubated. Variables were noted as: heart rate and blood pressure as baseline, 1, 3, 5 min after induction and one minute after intubation and onset time of atracurium when TOF ratio became zero. Data were analyzed by Independent sample t-test, Chi-square, Mann-Whitney U-test and Repeated measures ANOVA. p<0.05 was considered statistically significant. Onset time of atracurium for intubation was shorter in ephedrine group (p = 0.0001). The baseline values of Mean Arterial Pressure (MAP) and Heart Rate (HR) did not differ between the two groups. HR and MAP at first and third minutes after induction were lower than baseline in each group (p = 0.0001). There was significant statistical (not clinical) difference in mean HRs between the two groups (p = 0.003).The difference of mean MAPs was not statistically significant between the two groups (p = 0.213). Ephedrine, accelerated the onset time of atracurium in priming technique, with minimal hemodynamic effects.
The Comparison of Priming with Pancrunium and Atracurium in the Speed of Providing Adequate Neuromuscular Blockade for Tracheal Intubating
M. Parish, M.D. +?.,A. Mahmoodpoor, M.D,** N. Gharahdaghi, M.D.,S. Sanaie, M.D
Journal of Mazandaran University of Medical Sciences , 2007,
Abstract: Background and purpose: Neuromuscular relaxants are one group of the important drugs in providing good condition for tracheal intubation and operation. Rapid intubation is needed in most situations. Also, most of non- depolarizing relaxants almost have long onset time. We compared the priming with pancrunium and atracurium in providing good and rapid relaxation for tracheal intubation.Materials and Methods: In this prospective study, 65 patients with ASA class I, II were randomized into two groups. Group A received pancrunium and group B received atracurium. Primimg dose was injected as 20% of total dose of relaxant. Twitching response was measured with peripheral nerve stimulator. Intubation was done when % 80 of the twitching response disappeared. The time of total disappearance of twitching response was also recorded.Results: The mean time for the injection of the first dose of relaxant until the time of intubation was 94.47 seconds in group A and 142.9 seconds in group B, which were significantly different (P<0/01). If intubation until the time of twitch response is detained, the time gap of group A will again be less than group B (P<0/01).Conclusion: In priming technique, the time of tracheal intubation with pancrunium is significantly less than atracurium. So, considering the patient's condition and the need for rapid relaxation, pancrunium could be is a better relaxant than atracurium.
Influência da freqüência de estímulos na instala o do bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur nio e pancur nio: avalia o pelo método acelerográfico
Munhóz Derli da Concei??o,Braga Angélica de Fátima de Assun??o,Potério Glória Maria Braga
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Fatores relacionados ao paciente e ao bloqueador neuromuscular (BNM), assim como outros inerentes à monitoriza o da fun o neuromuscular podem influenciar na instala o do bloqueio neuromuscular. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de duas diferentes freqüências de estímulos sobre o tempo de instala o do bloqueio produzido pelo pancur nio e pelo rocur nio. MéTODO: Foram incluídos no estudo 120 pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos a cirurgias eletivas sob anestesia geral, distribuídos aleatoriamente em dois grupos, de acordo com a freqüência de estímulo empregada, para a monitoriza o do bloqueio neuromuscular: Grupo I - 0,1 Hz (n = 60) e Grupo II - 1 Hz (n = 60). Em cada grupo formaram-se dois subgrupos (n = 30) de acordo com o bloqueador neuromuscular empregado: Subgrupo P (pancur nio) e Subgrupo R (rocur nio). A medica o pré-anestésica consistiu de midazolam (0,1 mg.kg-1) por via muscular, 30 minutos antes da cirurgia. A indu o anestésica foi obtida com propofol (2,5 mg.kg-1) precedido de alfentanil (50 μg.kg-1) e seguido de pancur nio ou rocur nio. Os pacientes foram ventilados sob máscara com oxigênio a 100% até a obten o de redu o de 75% ou mais na amplitude da resposta do músculo adutor do polegar, quando foram realizadas as manobras de laringoscopia e intuba o traqueal. A fun o neuromuscular foi monitorizada com aceleromiografia. Foram avaliados: tempo de início de a o do pancur nio e do rocur nio; tempo para instala o do bloqueio total e condi es de intuba o traqueal. RESULTADOS: Os tempos médios (segundos) para o início de a o e instala o de bloqueio neuromuscular total produzido pelo pancur nio foram: Grupo I (159,33 ± 35,22 e 222 ± 46,56) e Grupo II (77,83 ± 9,52 e 105,96 ± 15,58); para o rocur nio: Grupo I (83 ± 17,25 e 125,33 ± 20,12) e Grupo II (48,96 ± 10,16 e 59,83 ± 10,36) com diferen a significativa entre os grupos. As condi es de intuba o traqueal foram satisfatórias em 117 pacientes (97,5%) e insatisfatórias em 3 (2,5%). CONCLUS ES: O início de a o e o tempo para obten o do bloqueio neuromuscular total no músculo adutor do polegar, produzidos pelo rocur nio e pelo pancur nio, s o mais curtos quando há emprego de maiores freqüências de estímulos.
Sugammadex: seguridad en la reversión del bloqueo neuromuscular no despolarizante
Luis Castilla
Actas Peruanas de Anestesiología , 2011,
Abstract:
Efeito da administra o do atracúrio sobre a recupera o do bloqueio neuromuscular induzido pelo pancur nio  [cached]
Maria Luís Fernando Rodrigues,Tardelli Maria Angela,Rodrigues Rita de Cássia
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Freqüentemente em cirurgias abdominais, na fase de fechamento da parede, há necessidade de doses adicionais de bloqueador neuromuscular. O objetivo deste estudo foi analisar, na vigência de recupera o parcial do bloqueio neuromuscular induzido pelo pancur nio, o efeito da administra o de dose complementar de atracúrio sobre a recupera o espontanea do bloqueio neuromuscular. MéTODO: Foram estudados 30 pacientes, divididos em dois grupos, 14 pacientes formaram o grupo pancur nio e 16 pacientes, o grupo atracúrio. A fun o neuromuscular foi monitorizada de forma contínua por acelerometria do músculo adutor do polegar, utilizando a seqüência de quatro estímulos (SQE), através da estimula o supramáxima do nervo ulnar. A indu o da anestesia foi feita com propofol, fentanil, pancur nio 0,08 mg.kg-1 e a manuten o com N2O 60% em oxigênio e isoflurano na concentra o expirada de 0,5%. Quando a primeira contra o da seqüência de quatro estímulos (T1) recuperou 25%, o grupo pancur nio recebeu pancur nio 0,025 mg.kg-1 e o grupo atracúrio, 0,20 mg.kg-1 de atracúrio. Após a dose complementar foram anotados os tempos para recupera o espontanea de T1 igual a 10%, 25%, 75%, do índice de recupera o (IR25-75%) e da rela o T4/T1 igual a 0,8. RESULTADOS: Os tempos de recupera o espontanea após dose complementar de pancur nio ou atracúrio n o diferiram quando avaliados pela recupera o de T1 em 10% (45,00 ± 15,50 vs 49,69 ± 9,41), 25% (61,64 ± 18,58 vs 64,25 ± 12,51) e 75% (94,00 ± 28,52 vs 84,69 ± 16,50). O IR25-75% (32,36 ± 13,76 vs 20,44 ± 9,24) e o tempo de recupera o da rela o T4/T1 = 0,8 (176,86 ± 29,57 vs 141,50 ± 29,57) foram menores no grupo do atracúrio. CONCLUS ES: Nas condi es deste estudo, a complementa o com atracúrio n o promoveu altera o na recupera o espontanea inicial do bloqueio neuromuscular induzido pelo pancur nio e promoveu diminui o de 20% no tempo de recupera o total.
Dose preparatória de atracúrio: aferi o da fadiga no músculo orbicular do olho e condi es de intuba o orotraqueal
Locks Giovani de Figueiredo,Almeida Maria Cristina Sim?es de
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O método da dose preparatória (priming principle) consiste na inje o de uma pequena dose do bloqueador neuromuscular, minutos antes da administra o do restante da dose preconizada para intuba o traqueal, para encurtar o início de a o dos bloqueadores neuromusculares (BNM) adespolarizantes. Existe, porém, possibilidade de fadiga muscular e broncoaspira o. De interesse especial para as manobras de intuba o orotraqueal e prote o das vias aéreas, s o os músculos da laringe. Como sua monitoriza o direta imp e dificuldades técnicas, foi demonstrado que o músculo orbicular do olho apresenta correla o com os músculos laríngeos quanto à sensibilidade aos BNM. O objetivo desta pesquisa é avaliar se há fadiga do músculo orbicular ocular após o uso da dose preparatória de atracúrio e comparar as condi es clínicas de intuba o traqueal após dois intervalos entre as doses. MéTODO: Foram selecionados 35 pacientes adultos, estado físico ASA I ou II, sem fatores de risco para broncoaspira o, submetidos à cirurgia eletiva. Foi induzida anestesia geral com alfentanil e propofol e os pacientes foram ventilados manualmente sob máscara. Em seguida, foram posicionados os eletrodos para estimular o ramo temporal do nervo facial e o transdutor de acelera o no músculo orbicular do olho. Administrou-se a dose preparatória de atracúrio (0,02 mg.kg-1) e a rela o T4/T1 foi avaliada a cada minuto durante 5 minutos em 20 casos (G1) e 7 minutos em 13 casos (G2). Após este intervalo, administrou-se a dose complementar de atracúrio (0,5 mg.kg-1) e procedeu-se a intuba o orotraqueal após um minuto. Foi considerada fadiga clinicamente importante a rela o T4/T1 inferior a 0,9. RESULTADOS: Nenhum paciente apresentou fadiga durante o intervalo de monitoriza o. Em 80% e 69% dos pacientes de G1 ou G2, respectivamente, as condi es de intuba o traqueal foram consideradas clinicamente aceitáveis (p > 0,05). CONCLUS ES: A dose preparatória de atracúrio (0,02 mg.kg-1) n o causa fadiga no músculo orbicular do olho e n o há diferen a entre aguardar 5 ou 7 minutos como intervalo entre as doses do bloqueador neuromuscular.
Varia o térmica da camara pulpar e do gel clareador bloqueador de infravermelho ativado com lampada halógena  [PDF]
Torres, Carlos Rocha Gomes et al.
Revista Odonto Ciência , 2008,
Abstract: Objetivo: Avaliar a temperatura da camara pulpar (CP) e do gel clareador bloqueador de infravermelho na superfície dental (SUP), durante a ativa o com fotopolimerizadores com lampadas halógenas que emitem radia o na faixa do infravermelho (IV). Metodologia: Os géis clareadores Whiteness HP Maxx (com bloqueador de IV – MX) e Whiteness HP (controle – CON) foram aplicados em 10 incisivos centrais superiores. A ativa o com luz foi realizada com os fotopolimerizadores (FP) Optilight (600mW/cm2, OP) e Jet Lite (1200mW/cm2, JL), sendo quatro ativa es de 40s, sem intervalo (total de 3min e 20s). As temperaturas foram aferidas a cada 40s com um term metro digital com dois termopares tipo K, um no interior da CP e outro na superfície dental (SUP). Os dados foram analisados com ANOVA a 3 fatores (tipo de gel – TG, FP e tempo de ativa o) e teste de Tukey. Resultados: Houve efeito significativo de TG e FP e para a intera o FP/TG. As médias (DP) (em graus Celsius) foram: PC:[GT={MX-6,38(3,25)a, CON-7,70(2,91)b}, FC={OP- 5,51(2,54)a, JL-8,56(2,93)b}]; SUR: [GT={CON-9,85(3,89)a, MX-14,21(7,76)b}, FC={OP-7,32(2,50)a, JL-16,74(5,82)b}]. Conclus es: O gel bloqueador de IV resultou em menor aquecimento da CP e maior aquecimento do gel que o controle. O FP Jet Lite promoveu maior aquecimento que o Optilight.
Behavior in Oblivion: The Neurobiology of Subliminal Priming  [PDF]
Christianne Jacobs,Alexander T. Sack
Brain Sciences , 2012, DOI: 10.3390/brainsci2020225
Abstract: Subliminal priming refers to behavioral modulation by an unconscious stimulus, and can thus be regarded as a form of unconscious visual processing. Theories on recurrent processing have suggested that the neural correlate of consciousness (NCC) comprises of the non-hierarchical transfer of stimulus-related information. According to these models, the neural correlate of subliminal priming (NCSP) corresponds to the visual processing within the feedforward sweep. Research from cognitive neuroscience on these two concepts and the relationship between them is discussed here. Evidence favoring the necessity of recurrent connectivity for visual awareness is accumulating, although some questions, such as the need for global versus local recurrent processing, are not clarified yet. However, this is not to say that recurrent processing is sufficient for consciousness, as a neural definition of consciousness in terms of recurrent connectivity would imply. We argue that the limited interest cognitive neuroscience currently has for the NCSP is undeserved, because the discovery of the NCSP can give insight into why people do (and do not) express certain behavior.
A modera o da prosocialidade entre o Priming e a Inten o de Gentileza =The moderation of prosociality between the Priming and the Intention of Kindness  [cached]
Rabelo, André Luiz Alves,Hees, Maria Alexandra Gaiofatto,Pilati, Ronaldo
Psico , 2012,
Abstract: A gentileza é um tipo de comportamento prosocial com importantes implica es no cotidiano das pessoas. Manipula es baseadas no priming, processo pelo qual experiências sensoriais recentes criam automaticamente prontid es perceptuais e comportamentais, poderiam ter influência considerável na prontid o de agir gentilmente. O presente estudo tem como objetivo investigar o papel moderador de diferen as individuais de prosocialidade no efeito do priming de gentileza e da atribui o de causalidade sobre a inten o de gentileza. Os dados de 50 participantes de um experimento indicaram que o priming de gentileza provocou maior inten o de gentileza, enquanto a atribui o n o teve efeitos significativos. Encontraram-se evidências de modera o da prosocialidade no efeito do priming. Estes resultados indicam que a manipula o de priming é adequada para o estudo de inten o de comportamento em cenários além de afetar a avalia o sobre o nível de empatia dos participantes. Kindness is a kind of prosocial behavior with important implications in people’s everyday life. Manipulations based on priming, a process by which recent sensory experiences automatically create perceptual and behavioral readiness, could considerably influence the readiness for acting kindly. The present study has the aim of investigating the moderator role of individual differences in prosociality in the effect of the kindness priming and the causality attribution on the kindness intention. Data from 50 participants of an experiment indicated that the kindness priming provoked higher kindness intention, while attribution didn’t have significant effects. It was found evidence of moderation of prosociality on the effect of the priming. These results indicate that priming manipulation is adequate to study behavior intention in scenarios and also affect the evaluation about the level of participant’s empathy.
Subliminal Semantic Priming in Speech  [PDF]
Jér?me Daltrozzo, Carine Signoret, Barbara Tillmann, Fabien Perrin
PLOS ONE , 2011, DOI: 10.1371/journal.pone.0020273
Abstract: Numerous studies have reported subliminal repetition and semantic priming in the visual modality. We transferred this paradigm to the auditory modality. Prime awareness was manipulated by a reduction of sound intensity level. Uncategorized prime words (according to a post-test) were followed by semantically related, unrelated, or repeated target words (presented without intensity reduction) and participants performed a lexical decision task (LDT). Participants with slower reaction times in the LDT showed semantic priming (faster reaction times for semantically related compared to unrelated targets) and negative repetition priming (slower reaction times for repeated compared to semantically related targets). This is the first report of semantic priming in the auditory modality without conscious categorization of the prime.
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