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Avalia o do tamanho, da morfologia e da composi o química de inclus es n o metálicas em a o baixo carbono desoxidado ao alumínio  [cached]
Pires José Carlos dos Santos,Fernandes Neto Marcolino,Garcia Amauri
Rem: Revista Escola de Minas , 2002,
Abstract: A presen a de inclus es n o metálicas endógenas e exógenas prejudica a lingotabilidade e as propriedades mecanicas dos a os. A busca contínua pelo controle da quantidade, do tamanho, da morfologia e da composi o química de inclus es n o metálicas tem sido tema de estudos nas últimas décadas, em especial durante o processo de refino secundário dos a os. Através do controle, principalmente, do tamanho e da composi o química das inclus es, é possível obter um produto final de boa qualidade. A identifica o da natureza e o controle da forma o de inclus es s o de suma importancia para a obten o de a os limpos. Este trabalho tem como objetivo fazer uma investiga o de inclus es n o metálicas em a o de baixo teor de carbono(SAE 1015), desoxidado ao alumínio, através de um método de dissolu o parcial e total da matriz metálica e posterior análise ao Microscópio Eletr nico de Varredura (MEV), acoplado a um sistema de análise por energia dispersiva (EDS), permitindo uma visualiza o do tamanho, da forma e da composi o química das inclus es com maior precis o, sem interferência da matriz ferrítica.
Rela o entre baixo peso ao nascer e a polui o do ar no Município de S o Paulo
Medeiros Andréa,Gouveia Nelson
Revista de Saúde Pública , 2005,
Abstract: OBJETIVO: A polui o do ar tem sido investigada como possível determinante do baixo peso ao nascer. O objetivo do estudo foi verificar o efeito da polui o do ar sobre o peso ao nascer. MéTODOS: Foram analisados todos os partos de m es residentes no Município de S o Paulo, nos anos de 1998 a 2000. Estimaram-se as prevalências de baixo peso ao nascer conforme características do recém-nascido, da m e e do parto. Apenas os distritos mais centrais de S o Paulo foram incluídos, totalizando uma amostra de 311.735 nascimentos. Para avalia o do efeito da polui o do ar foram excluídos os prematuros, gemelares e analisados somente os nascimentos das áreas mais centrais da cidade. Os elementos poluentes analisados foram oz nio (O3), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2), partículas em suspens o (PM10) e monóxido de carbono (CO). O efeito da exposi o materna à polui o do ar no peso ao nascer foi avaliado por meio de regress o linear e logística. RESULTADOS: Do total analisado, 4,6% dos recém-nascidos apresentaram menos de 2.500 g ao nascer. A exposi o materna ao CO, PM10 e NO2 durante o primeiro trimestre de gesta o mostrou associa o estatisticamente significante com a diminui o no peso do recém-nascido. CONCLUS ES: Os resultados refor am que a exposi o materna à polui o do ar no primeiro trimestre de gesta o pode contribuir para o menor ganho de peso do feto.
Modelagem da forma??o n?o isotérmica da austenita em um a?o de baixo carbono
Almeida, Geraldo Magela Rodrigues de;Dafé, Sara Silva Ferreira de;Oliveira, Fernando Lucas Gon?alves de;Cota, André Barros;
Rem: Revista Escola de Minas , 2010, DOI: 10.1590/S0370-44672010000200013
Abstract: the austenite formation under isochronal conditions in nb micro-alloyed low carbon steel was studied using the johnson-mehl-avrami-kolmogorov (jmak) model, for different heating rates and by means of dilatometric curves. the functional relationship between the apparent activation energy and heating rate was used in addition to this model. it was shown that this functional relationship is logarithmic and that the apparent activation energy decreases from 152.5 to 118.1 kj/mol when the heating rate increases from 0.1 to 16 k/s, with the n exponent of the jmak equation equal to 1.0.
COMPARISON OF THE TRADITIONAL TECHNIQUE AND AUTOMATIZED TURBIDIMETRIC METHOD IN THE CULTIVATION IN DIFFERENT CARBON SOURCES OF FILAMENTOUS FUNGI ISOLATED OF SOIL IN CAATINGA AREA = COMPARA O DA TéCNICA TRADICIONAL E DO MéTODO TURBIDIMéTRICO AUTOMATIZADO NO CULTIVO EM DIFERENTES FONTES DE CARBONO DE FUNGOS FILAMENTOSOS ISOLADOS DE SOLO DE áREA DE CAATINGA
Samia Maria Tauk Tornisielo,M. L. G. Sim?es
Holos Environment , 2005,
Abstract: Filamentous fungi are today, ideal biological material to produce substance of biotechnological interest, because their fast growth, low cultivation cost, allowing to be cultivated under laboratory controlled conditions. There are, however; a great number of variable that affect the production of composed produced by the fungi andamong them, the culture medium used stands out. The aim of this research was to evaluate the different carbon sources of two strains of filamentous fungi Aspergillus niger and Rhizopus microsporus, isolated of soil in caatinga area, through two methods, the growth by automatized turbidimetric parameters, and under agitated, and temperature controlled conditions, and by traditional methods in Erlenmeyers, under the same conditions with the aim to certificate the assurance of the results by the automatized method, which is up to be a cheap and fast way of work. = Os fungos filamentosos constituem, atualmente, materiais biológicos ideais para produ o de substancias de interesse biotecnológico, pois s o de crescimentorápido, baixo custo de cultivo, possibilitando cultivos sob condi es controladas em laboratório. Existe, entretanto, grande número de variáveis que afeta a produ o de compostos pelos fungos, dentre elas destaca-se a composi o do meio de cultura utilizado. Este trabalho se prop e avaliar o efeito de diversas fontes de carbono no crescimento de duas linhagens de fungos filamentosos Aspergillus niger e Rhizopus microsporus isoladas do solo de área de caatinga, mediante dois métodos, o de crescimento por parametros automatizados de turbidimetria, sob condi es de agita o e temperatura controladas, e pelo método tradicional, em Erlenmeyers, nas mesmas condi es, com o objetivo de se atestar à qualidade e seguran a dosresultados do método automatizado, que se prop e ser uma via de trabalho mais barata e rápida.
Umidifica o e aquecimento do gás inalado durante ventila o artificial com baixo fluxo e fluxo mínimo de gases frescos  [cached]
Gorayb Susane Bruder Silveira,Braz José Reinaldo Cerqueira,Martins Regina Helena Garcia,Módolo Norma Sueli Pinheiro
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em pacientes sob intuba o traqueal ou traqueostomia, a umidifica o e o aquecimento do gás inalado s o necessários para a preven o de les es no sistema respiratório, conseqüentes ao contato do gás frio e seco com as vias aéreas. O objetivo da pesquisa foi avaliar o efeito do sistema respiratório circular com absorvedor de dióxido de carbono do aparelho de anestesia Cícero da Dr ger, quanto à capacidade de aquecimento e umidifica o dos gases inalados, utilizando-se fluxo baixo (1 L.min-1) ou mínimo (0,5 L.min-1) de gases frescos. MéTODO: O estudo aleatório foi realizado em 24 pacientes, estado físico ASA I, com idades entre 18 e 65 anos, submetidos à anestesia geral, utilizando-se a Esta o de Trabalho Cícero da Dr ger (Alemanha), para realiza o de cirurgias abdominais, os quais foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: grupo de Baixo Fluxo (BF), no qual foi administrado 0,5 L.min-1 de oxigênio e 0,5 L.min-1 de óxido nitroso e fluxo mínimo (FM), administrando-se somente oxigênio a 0,5 L.min-1. Os atributos estudados foram temperatura, umidade relativa e absoluta da sala de opera o e do gás no sistema inspiratório. RESULTADOS: Os valores da temperatura, umidade relativa e umidade absoluta no sistema inspiratório na saída do aparelho de anestesia e junto ao tubo traqueal n o apresentaram diferen a significante entre os grupos, mas aumentaram ao longo do tempo nos dois grupos (BF e FM), havendo influência da temperatura da sala de opera o sobre a temperatura do gás inalado, nos dois grupos estudados. Níveis de umidade e temperatura próximos dos ideais foram alcan ados, nos dois grupos, a partir de 90 minutos. CONCLUS ES: N o há diferen a significante da umidade e temperatura do gás inalado utilizando-se baixo fluxo e fluxo mínimo de gases frescos.
EXTRA O DE LIPíDEOS DA AMêNDOA DE CASTANHA DE CAJU COM CO2 SUPERCRíTICO  [cached]
LAMEIRA Claudia Pilar,COELHO Gerson L. V.,MOTHé Cheila G.
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 1997,
Abstract: Nos últimos anos, vem crescendo o interesse em alimentos com baixo índice de calorias. Nos métodos tradicionais de extra o de lipídeos com solventes organicos, devido as condi es de extra o, a integridade dos compostos extraídos e da matriz pode ser afetada pela decomposi o térmica ou por contamina o pelo solvente. A extra o com fluido supercrítico (EFSC) pode proporcionar um método alternativo para remover lipídeos, sem que haja redu o significativa nas propriedades organolépticas do produto. O objetivo deste trabalho é extrair parcialmente o óleo contido na amêndoa da castanha de caju (Anacardium occidentale) com dióxido de carbono (CO2) supercrítico em condi es de press o de 100-170 bar e temperatura de 40-80 (C, para obter um produto de valor calórico reduzido que poderá ser usado como substituto para o amendoim e outras amêndoas na indústria de confeitos. Os experimentos foram realizados em um extrator de 300 ml, dispondo de sistemas de agita o magnética e varia o de temperatura. Os resultados experimentais mostraram que o aumento da press o acarretou um aumento na eficiência de extra o. O efeito da temperatura foi o mesmo porém menos significativo.
Altera es nas fra es do carbono em um neossolo quartzarênico submetido a diferentes sistemas de uso do solo = Alterations in carbon fractions in a Typic Quartzipisamment under different systems of soil management
Edicarlos Damacena de Souza,Marco Aurélio Carbone Carneiro,Helder Barbosa Paulino,Carlos Alberto Silva
Acta Scientiarum : Agronomy , 2006,
Abstract: O conhecimento das fra es do carbono organico do solo pode contribuir para inferir sobre o melhor manejo utilizado nos solos. Neste estudo, objetivou-se avaliar o efeito de diferentes usos do solo nos compartimentos do carbono no solo como o carbono organicototal, carbono da fra o leve e pesada, carbono da biomassa e respira o microbiana do solo em um Neossolo Quartzarênico sob cerrado. O carbono organico total n o foi influenciado pelo manejo do solo. Já o carbono da fra o leve, carbono da biomassa microbiana e atividade microbiana foram diferentes entre os usos do solo. O carbono da fra o pesada mostrou-se muito estável no solo em todas as áreas avaliadas. O carbono da fra o leve e o carbono da biomassa microbiana podem ser utilizados como indicadores de qualidade do solo em curto prazo. A área, sob cerrado nativo, apresentou os maiores teores de carbono da fra o leve e, consequentemente, maior atividade microbiana. The knowledge of soil organic carbon fractions can contribute to infer about the best soil management. This paper aimed to measure the effect of different soil managements on total organic carbon, light and heavy carbon fractions, microbial biomass and respiration in a Typic Quartzipisamment under Brazilian cerrados. Organic carbon was not influenced by soil management. However, the light fraction ofcarbon, microbial biomass and activity was different among crop systems. The heavy carbon fraction was very stable under the soil and crop systems used. Carbon of the light fraction and of microbial biomass can be used as indicators of soil quality in short term. Area under native cerrado showed higher carbon content in the low fraction and consequently higher microbial activity.
Filamentos de carbono en hormigones  [PDF]
J. Vera-Agulló,J. Grávalos
Boletin del Grupo Espa?ol del Carbon , 2010,
Abstract: En el presente artículo se exponen las principales ventajas de las fibras de carbono en su aplicación como refuerzo en hormigones, haciendo también mención a sus importantes limitaciones económicas.
Atributos físicos do solo relacionados ao armazenamento de água em um Argissolo Vermelho sob diferentes sistemas de preparo  [cached]
Silva Mellissa Ananias Soler da,Mafra álvaro Luiz,Albuquerque Jackson Adriano,Bayer Cimélio
Ciência Rural , 2005,
Abstract: Os sistemas de preparo afetam a estrutura do solo e podem influenciar o armazenamento de água disponível para as plantas. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de longo prazo (17 anos) dos sistemas de preparo convencional (PC), preparo reduzido (PR) e semeadura direta (SD) sobre os atributos físicos relacionados ao armazenamento e disponibilidade de água de um Argissolo Vermelho com textura média, em Eldorado do Sul, RS. Amostras de solo (0-2,5, 2,5-7,5, 7,5-12,5, 12,5-17,5cm) foram coletadas numa seqüência ervilhaca/milho. Adicionalmente, amostrou-se uma área sob campo nativo (CN), adjacente à área experimental, como referência à condi o natural do solo. O solo em SD apresentou maiores teores de carbono organico (CO) na camada superficial e maiores valores de resistência ao penetr metro em profundidade, em rela o ao solo em preparo convencional. Os sistemas de preparo n o se diferenciaram quanto ao seu efeito na macro e microporosidade do solo, contudo o revolvimento no PC aumentou a condutividade hidráulica saturada em profundidade. N o se verificou nenhuma restri o física ao desenvolvimento radicular sob os diferentes sistemas de preparo, o que foi comprovado pelos valores de densidade (1,35 a 1,65 Mg m-3), macroporosidade (0,09 a 0,20 m3 m-3) e resistência ao penetr metro (0,25 a 0,75 MPa). Do ponto de vista hídrico, as curvas de reten o e o volume de água disponível (AD = 10 kPa (capacidade de campo) - 1.500 kPa (ponto de murcha permanente)), n o foram influenciados pelos sistemas de preparo, sendo o baixo volume de água disponível (0,05 a 0,09 m3 m-3) relacionado à textura desse solo. Nesse caso, o aumento da taxa de infiltra o e a diminui o da evapora o da água decorrente da manuten o dos resíduos vegetais sobre o solo nos sistemas de preparo reduzido e semeadura direta, podem contribuir para uma maior disponibilidade hídrica na fase inicial do estabelecimento das culturas nesses sistemas conservacionistas de manejo em compara o ao preparo convencional.
Teores de Carbono Organico de Seis Espécies Naturais do Ecossistema da Floresta Ombró la Mista / Organic Carbon Contents in Six Native Species in the Araucaria Forest Ecosystem  [cached]
Karla Simone Weber,Rafaelo Balbinot,Luciano Farinha Watzlawick,Carlos Roberto Sanquetta
Ambiência , 2006,
Abstract: Muitas vezes o estoque de carbono de uma floresta é estimado com a aplica o de equa es matemáticas que utilizam os teores de carbono para um determinado grupo de espécies. No entanto, isto só é possível se n o houver diferen as significativas entre os teores de carbono destas espécies. Neste contexto, o presente trabalho visa analisar estatisticamente os teores de carbono de seis espécies nativas da Floresta Ombrófila Mista, na regi o sul do estado do Paraná. Foram feitas análises de variancia entre os teores de carbono das espécies Myrsine ferruginea (Ruiz & Pav.) Spreng. (capororoca), Ocotea porosa (Nees) L. Barroso (imbuia), Mimosa scabrella Benth. (bracatinga), Styrax leprosus Hook & Arn. (carne-de-vaca), Symplocos unifl ora (Pohl) Benth. (mariamole) e Ilex paraguariensis St. Hil. (erva-mate) para verificar se existe varia o estatisticamente significativa entre espécies, entre as mesmas partes (casca, fuste, folhagem, galho vivo, galho morto e miscelanea) de diferentes espécies e entre diferentes partes da mesma espécie. Os resultados revelam que a folhagem de Styrax leprosus foi à única que se diferenciou das demais, pois possui um baixo teor de carbono. Em todas as outras partes n o houve diferen as em fun o da espécie. A análise entre partes da mesma espécie, revelou que existem padr es diferentes para cada espécie, mas que a por o folhagem sempre concentra os maiores teores de carbono. Desconsiderando a separa o em diferentes partes, n o houve diferen a estatística entre os teores de carbono quando comparados os valores médios de cada espécie.
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