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Tratamento Clínico e Seguimento das Hiperplasias de Endométrio  [cached]
Pontes Anaglória,Traiman Paulo,Franco Marcello,Nahás Eliana Aguiar Petri
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000,
Abstract: Objetivos: avaliar a eficácia do acetato de medroxiprogesterona e do acetato de megestrol nas hiperplasias de endométrio. Métodos: foram incluídas, retrospectivamente 47 pacientes com sangramento uterino anormal, submetidas a curetagem uterina diagnóstica e/ou biópsia de endométrio, cujo achado histopatológico foi de hiperplasia de endométrio. Nas pacientes com hiperplasia sem atipia foi iniciado a terapêutica com acetato de medroxiprogesterona por via oral, na dose de 10 mg/dia durante 10-12 dias por mês. Nas com atipia, era utilizado o acetato de megestrol por via oral, dose de 160 mg/dia, uso contínuo. O período de tratamento variou de 3 a 18 meses. Biópsia de endométrio e/ou curetagem uterina de controle foram realizadas entre três e seis meses do início do tratamento e periodicamente para avaliar a resposta terapêutica. Resultados: foram analisadas 42 pacientes com hiperplasia endometrial sem atipia e cinco com atipia. A média de idade das pacientes foi de 49,5 ± 10,6 anos, sendo 70,2% com idade superior a 45 anos. O acetato de medroxiprogesterona foi eficaz em fazer regredir as hiperplasias sem atipias em 83,2% (35/42) e o acetato de megestrol em 80% (4/5) das hiperplasias com atipia. Em 16,8% (7 casos) das hiperplasias sem atipia e em 20% (1 caso) das com atipia, ocorreu persistência das les es, apesar do tratamento. Em nenhum caso ocorreu progress o para cancer de endométrio, durante o período de seguimento que foi de 3 meses a 9 anos. No acompanhamento dessas pacientes, verificamos que 18 (38,3%) apresentaram amenorréia, em 12 (25,5%) ocorreu regulariza o do ciclo menstrual e 17 (36,2%) permaneceram com sangramento uterino anormal, sendo submetidas a histerectomia total abdominal. O exame anatomopatológico mostrou a persistência da les o hiperplásica em oito casos, leiomioma em quatro, adenomiose em três, mio-hipertrofia uterina difusa em um caso e útero normal em outro, tendo havido regress o das les es hiperplásicas nesses últimos nove casos. Conclus es: o tratamento das hiperplasias de endométrio com acetato de medroxiprogesterona e/ou acetato de megestrol, representa uma alternativa satisfatória para mulheres que desejam preservar o útero ou que tenham risco cirúrgico elevado. Entretanto, é necessário monitoriza o cuidadosa do endométrio, o que deve ser realizado pela avalia o dos sintomas, ultra-sonografia transvaginal e biópsia periódica.
Espessura Endometrial como Fator Orientador do Tratamento Clínico da Gravidez Tubária íntegra  [cached]
Soares Roberto da Costa,Elito Junior Júlio,Han Kyung Koo,Camano Luiz
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: avaliar a contribui o da medida da espessura endometrial como fator orientador do tratamento clínico da gravidez tubária íntegra. Métodos: estudo observacional longitudinal, no qual se avaliou a maior medida da espessura endometrial em milímetros, no eixo longitudinal uterino, por meio da ultra-sonografia transvaginal, parametro que foi correlacionado com a evolu o dos casos. Foram incluídas no estudo 181 pacientes que respeitaram os critérios de utiliza o para o tratamento clínico (expectante ou medicamentoso com metotrexato). Por meio do teste t de Student avaliamos a diferen a entre a média da espessura endometrial dos casos que evoluíram com sucesso da terapêutica e a dos casos com fracasso do tratamento. Resultados: a média dos valores da espessura endometrial das pacientes que evoluíram com sucesso do tratamento medicamentoso (31 casos) foi 6,4 mm, ao passo que a média entre as que evoluíram com falha do tratamento foi de foi 11,5 mm. A diferen a entre os valores foi significante. Já a média da espessura do grupo com sucesso da conduta expectante (128 casos) foi 9,0 mm, ao passo que a média entre as pacientes para as quais houve fracasso foi 9,6 mm. A análise estatística destes valores mostra que n o há diferen a significante. Conclus es: a maior medida da espessura endometrial no eixo longitudinal uterino por meio da ultra-sonografia transvaginal mostrou validade como novo fator orientador do tratamento medicamentoso nas pacientes com diagnóstico de gravidez tubária íntegra, podendo se tornar ferramenta útil e auxiliar na indica o do uso do metotrexato. No entanto, a espessura n o mostrou validade como fator orientador do estabelecimento da conduta expectante.
Abla o Histeroscópica do Endométrio no Tratamento da Menorragia: Seguimento de 200 Casos
Viscomi Francesco,Martins Jo?o Alfredo,Pastore Marilice Dall'Aglio
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: avaliar a eficácia da abla o histeroscópica do endométrio no tratamento cirúrgico da menorragia. Métodos: foram realizadas 200 abla es histeroscópicas do endométrio no período de abril de 1991 a abril de 1999 em pacientes de clínica privada dos autores. Todas as pacientes apresentavam sangramento uterino anormal de causa benigna rebelde ao tratamento clínico. O procedimento foi realizado em ambiente hospitalar sob anestesia de bloqueio (raqui ou peridural). Nos primeiros quatro anos utilizou-se a glicina 1,5% como meio de distens o da cavidade uterina e nos últimos quatro anos o manitol 3%. O seguimento variou de 8 meses a 8 anos. Resultados: das 200 pacientes, 180 (90%) mostraram-se satisfeitas com o procedimento, relatando diminui o acentuada do fluxo menstrual. A análise histológica do endométrio após ressec o histeroscópica revelou atividade proliferativa em 104 pacientes (52%), e secretora em 34 (17%). A hiperplasia endometrial esteve presente em 20 pacientes (10%). As pacientes que se submeteram à ressec o apresentaram a cavidade uterina diminuída e forma o de sinéquias fibrosas, ao passo que nas pacientes que foram submetidas à destrui o endometrial a cavidade mostrou-se diminuída porém sem forma o de sinéquias. Duas pacientes apresentaram quadro de hipervolemia moderada durante o procedimento, que respondeu bem ao tratamento clínico. Ocorreu um episódio de perfura o uterina durante a fase de dilata o e cinco casos de hemat metra foram registrados. Conclus es: A abla o histeroscópica do endométrio é um procedimento seguro e eficaz em pacientes selecionadas no tratamento da menorragia de causa benigna rebelde a tratamento clínico.
Contribui es do modelo psicoterapêutico cognitivo na avalia o e tratamento psicológico de uma portadora de HIV  [cached]
Remor Eduardo Augusto
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1997,
Abstract: Neste artigo apresentar-se-á um caso clínico com a avalia o e o tratamento, a partir do modelo psicoterapêutico cognitivo, de uma paciente portadora de HIV, com 30 anos, que apresentava sintomas de depress o como consequência do diagnóstico de soropositividade. Os objetivos terapêuticos foram alcan ados através de uma interven o de nove sess es de terapia, adicionando no processo terapêutico biblioterapia como tarefa para casa. A melhoria conseguida foi mantida depois dos dois meses do fim do tratamento, quando se realizou a entrevista de seguimento, após as férias da paciente.
Contribui o da ultra-sonografia intra-operatória (USIO) no estudo das características anátomo-sonográficas do leiomiossarcoma primário de pancreas: nota prévia  [cached]
Machado Márcio Martins,Rosa Ana Cláudia Ferreira,Machado Marcel Cerqueira César,Penteado Sonia
Radiologia Brasileira , 2001,
Abstract: Os autores apresentam um caso de leiomiossarcoma primário de pancreas que teve seus aspectos ultra-sonográficos estudados pela ultra-sonografia intra-operatória. Embora os aspectos à ultra-sonografia abdominal, tomografia computadorizada e ressonancia magnética já tenham sido descritos, as características à ultra-sonografia intra-operatória do leiomiossarcoma primário de pancreas ainda n o haviam sido relatadas na literatura. Os autores ressaltam, ainda, a importancia deste método de imagem na determina o da invas o vascular pelo tumor.
Sucesso do tratamento conservador do polegar em gatilho em crian as após seguimento mínimo de cinco anos Success of conservative treatment of trigger thumb in children after minimum follow-up of five years  [cached]
Edilson Forlin,Ellen Yuri Kaetsu,José Eduardo Eid de Vasconcelos
Revista Brasileira de Ortopedia , 2012, DOI: 10.1590/s0102-36162012000400014
Abstract: OBJETIVO: O objetivo deste estudo é avaliar os resultados do tratamento conservador do polegar em gatilho em crian as, de forma a discutir a real necessidade da libera o cirúrgica nesses pacientes. MéTODOS: Estudo retrospectivo de um grupo de crian as portadoras de polegar em gatilho, tratadas consecutivamente pelo mesmo ortopedista, de forma conservadora, com manipula o suave no momento da consulta e orienta o de alongamento domiciliar. Seguimento mínimo de cinco anos. RESULTADOS: Treze polegares em 11 crian as foram tratados, sendo sete meninos e quatro meninas. A idade média na primeira consulta foi de 26,3 meses (limites de 11 a 36 meses). O seguimento médio foi de 10 anos (limites de cinco a 16 anos). Em 10 polegares o resultado foi satisfatório (77%), sendo que oito foram diagnosticados até a idade de 24 meses. O tempo médio do diagnóstico até a melhora foi de 20,8 meses (limites de seis a 36 meses). Os três polegares que necessitaram de tratamento cirúrgico tiveram seu diagnóstico após a idade de dois anos e meio. CONCLUS ES: O tratamento conservador do polegar em gatilho na crian a apresenta alto índice de sucesso, especialmente nas crian as que têm seu diagnóstico antes da idade de dois anos. Esta é uma informa o importante a ser transmitida aos pais e que pode evitar cirurgia desnecessária em muitos casos. OBJECTIVE: The aim of this study was to evaluate the outcome of conservative treatment of trigger thumb in children, in order to discuss the real need for surgical release in these patients. METHODS: This was a retrospective study on a group of children with trigger thumb who were treated conservatively by the same orthopedic surgeon with gentle manipulation at the time of the consultation and guidance on stretching to be performed at home. The cases were followed up for at least five years. RESULTS: Thirteen thumbs in 11 children (seven boys and four girls) were treated. The mean age at the first consultation was 26.3 months (range: 11 to 36 months). The mean follow-up was 10 years (range: 5 to 16 years). Ten thumbs showed satisfactory results (77%): eight of these were diagnosed when the child was younger than two years of age. The mean time taken from diagnosis to clinical improvement was 20.8 months (range: 6 to 36 months). The three thumbs that required surgical treatment were diagnosed after the age of two years and six months. CONCLUSIONS: Conservative treatment of trigger thumb in children showed a high rate of success, especially in children who were diagnosed up to the age of two years. This is important information to be passe
Contribui??o da ultra-sonografia na orienta??o do tratamento cirúrgico do empiema pleural em crian?as
Cirino, Luís Marcelo Inaco;Otoch, José Pinhata;Garcia, Antonio Escamila;Pereira, Paulo Roberto Bueno;Margarido, Nelson Fontana;Tolosa, Erasmo Magalh?es Castro de;
Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgi?es , 1998, DOI: 10.1590/S0100-69911998000200004
Abstract: the authors used the findings at ultrasonography as a criterium to choose the most suitable surgical alternative for the resolution of pleural empyema in children. the preoperative ultrasonographic findings and the intraoperative aspects were compared, concerning parapneumonic pleural empyema in 77 children operated on in the hospital universitário of s?o paulo university, during the period from between november 1986 to november 1996. a numerical classification of these findings is proposed. as well as a correlation between those data and the empyema pathological phase of the exsudative process is accomplished. it is included a description of respective postoperative clinical course, based on the need of a supplementary surgical intervention for a definitive cure to be reached. the authors conclude that ultrasonography is a reliable method to evaluate the evolutive phase of pleural empyema in children and to rationalize the most suitable choice in its surgical therapeutics.
ASPECTOS ULTRA-SONOGRáFICOS DA ESQUISTOSSOMOSE HEPATOESPLêNICA  [cached]
Machado Márcio Martins,Rosa Ana Cláudia Ferreira,Oliveira Ilka Regina S.,Cerri Giovanni Guido
Radiologia Brasileira , 2002,
Abstract: A ultra-sonografia representa uma importante contribui o no diagnóstico da forma hepatoesplênica da esquistossomose. A ultra-sonografia permite a identifica o das principais altera es, como espessamento periportal, perivesicular, aumento do lobo hepático esquerdo, redu o do lobo hepático direito e esplenomegalia. Adicionalmente, os padr es hemodinamicos podem ser avaliados com o Doppler, sendo possível a análise das veias porta, mesentérica superior e esplênica, além de facilitar o estudo dos vasos venosos colaterais. Em áreas endêmicas, a ultra-sonografia assume papel de destaque, sendo superior à avalia o clínica na identifica o da hepatoesplenomegalia e possibilitando o acompanhamento dos pacientes submetidos a tratamento clínico. Neste trabalho, os autores apresentam uma revis o dos principais achados sonográficos e ao Doppler da esquistossomose hepatoesplênica, sendo demonstrada, também, a rela o destes achados com os aspectos clínico-patológicos desta doen a.
Valor da ultra-sonografia abdominal com transdutor multifreqüencial de 5 a 10 mhz no diagnóstico de apendicite  [cached]
Costa Jesus Irajacy Fernandes da,Coelho Filho Jo?o Macedo,Lima José Milton de Castro,Mota Rosa Maria Salani
Radiologia Brasileira , 2002,
Abstract: Neste trabalho procura-se estabelecer o valor da ultra-sonografia no diagnóstico de apendicite, com transdutor multifreqüencial de 5 a 10 MHz. Foi realizado estudo transversal de casos consecutivos de 240 pacientes, de abril de 1996 a setembro de 1998, com suspeita de apendicite. Os critérios ecográficos de apendicite foram apêndice n o-compressível e com espessura acima de 6,0 mm, com ou sem apendicólito e/ou cole o. O padr o ouro utilizado foram achados cirúrgicos e acompanhamento clínico durante um ano. A prevalência de apendicite foi de 59%. A ultra-sonografia mostrou sensibilidade de 90%, especificidade de 97%, acurácia de 93%, valor preditivo positivo de 98% e valor preditivo negativo de 87%, tendo ocorrido 2,4% de falso-positivos e 13% de falso-negativos. O ultra-som com transdutor multifreqüencial de 5 a 10 MHz mostra-se um método muito eficaz no diagnóstico de apendicite.
O seguimento nas recidivas loco-regionais no cancer boca e orofaringe  [cached]
Chedid, Helma Maria,Franzi, Sergio Altino,Amar, Ali,Lehn, Carlos Neutzling
Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia , 2009,
Abstract: Introdu o: O seguimento de pacientes com carcinoma espinocelular de boca e orofaringe visa o diagnóstico das recidivas loco-regionais, especialmente nos primeiros dois anos, enquanto, após o terceiro ano, torna-se prioritário o diagnóstico de segundo tumor primário. Objetivo: Determinar a importancia do seguimento no diagnóstico da recidiva loco-regional e na indica o de resgate e avaliar o diagnóstico e evolu o das metástases à distancia e segundo tumor primário. Método: Estudo retrospectivo de 276 pacientes após tratamento cirúrgico inicial com ou sem radioterapia pós-operatória, sendo 198 casos de boca e 78 de orofaringe. Resultados: O seguimento médio foi de 35,3 meses, sendo que 127 evoluíram com recidivas loco-regionais exclusivas, 20 metástases à distancia e 20 segundos tumores primários. Quanto ao estádio clínico (EC), 25 eram de EC I, 11 EC II, 16 EC III e 71 EC IV. Trinta e sete recidivas na orofaringe, 90 em boca e 76 pacientes foram tratados com cirurgia de resgate e 13 com quimioradioterapia. A sobrevida livre de doen a desses pacientes foi de 13% nas recidivas loco-regionais diagnosticadas até seis meses; 40% entre seis e 12 meses e de 48% quando superior a 12 meses (p = 0,00001). O estádio clínico inicial e na recidiva foram fatores importantes no tipo de tratamento de resgate, sendo que nos 89 pacientes tratados no resgate, a sobrevida livre de doen a em cinco anos foi estatisticamente significante (p=0,0017). Conclus o: O seguimento do carcinoma espinocelular de boca e orofaringe é de importante no controle loco-regional da doen a em cinco anos pós-tratamento de resgate.
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