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Language aspects of children infected with hiv Aspectos da linguagem em crian as infectadas pelo HIV
Raphaela Barroso Guedes Granzotti,Silvia Fabiana Biason de Moura Negrini,Marisa Tomoe Hebihara Fukuda,Osvaldo Massaiti Takayanagui
Revista CEFAC , 2013,
Abstract: PURPOSE: to assess the lexical proficiency and the incidence of phonologic disorders in the language of children infected with HIV. METHOD: the study population consisted of 31 children between three and seven year-old. For evaluation purposes the Test of Infantile Language - ABFW was applied in the areas of phonology and vocabulary. RESULTS: the results obtained were analyzed according to the clinical criteria for the classification of the disease proposed by the CDC and regarding the immunological profile and the viral burden using the Mann-Whitney test for statistical analysis. In the vocabulary evaluation, 100% of the children presented an inappropriate response for their age in at least two distinct conceptual fields. In the phonologic evaluation, 67.7% of the assessed children were considered to be affected by some phonologic disorder. When we compared adequate and inadequate results of phonologic evaluation to the clinical and immunological parameters of AIDS such as clinical classification (p=0,16), CD4 count (p=0,37) and viral burden (p=0,82), we did not detect a statistically significant relation between language alterations and disease severity. CONCLUSION: this research has shown that the studied group presents a high risk for language disorders and that constant phonoaudiological follow-up is essential to identify the alterations in early stage. OBJETIVO: avaliar a proficiência lexical e a incidência de distúrbios fonológicos na linguagem de crian as infectadas com HIV. MéTODO: a popula o do estudo consistiu de 31 crian as com idades entre três e sete anos. Para avalia o foi utilizado o Teste de Linguagem Infantil - ABFW foi nas áreas de fonologia e vocabulário. RESULTADOS: os resultados obtidos foram analisados de acordo com os critérios clínicos para a classifica o da doen a, proposta pelo CDC e sobre o perfil imunológico e a carga viral através do teste de Mann-Whitney para análise estatística. Na avalia o de vocabulário, 100% das crian as apresentaram uma resposta inadequada para a sua idade em pelo menos dois campos distintos conceptuais. Na avalia o fonológica, 67,7% das crian as avaliadas foram consideradas afetadas por algum distúrbio fonológico. Quando comparamos os resultados adequados e inadequados da avalia o fonológica para os parametros clínicos e immunovirological de AIDS, tais como classifica o clínica (p = 0,16), contagem de CD4 (p = 0,37) e carga viral (p =0,82), n o se detectou uma rela o estatisticamente significativa entre altera es de linguagem e severidade da doen a. CONCLUS O: a pesquisa mostrou que o grupo
Prevalência de cárie e sua correla o com a classifica o clínica e imunológica em crian as infectadas pelo HIV  [cached]
CASTRO Gloria Fernanda,SOUZA Ivete Pomarico Ribeiro de,OLIVEIRA Ricardo Hugo Silva e,PORTELA Maristela Barbosa
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2001,
Abstract: Este estudo tem como objetivo determinar a experiência de cárie em crian as infectadas pelo HIV, correlacionada com a classifica o clínica e imunológica (CDC3, 1994). Participaram da pesquisa 92 crian as (50 meninas e 42 meninos), com média de idade de 5,77 ± 3,31 anos (6 meses a 13 anos), com diagnóstico definitivo para o HIV, todos pacientes com atendimento ambulatorial. Foi realizado exame bucal para determinar os índices ceo/CPOD e os dados de história médica foram coletados dos prontuários médicos. Na denti o decídua de crian as mais jovens (até 5 anos), apesar de a prevalência de cárie ter apresentado valores maiores naquelas mais comprometidas clínica e imunologicamente, n o houve diferen a estatisticamente significante entre as diversas categorias de classifica o. Nas crian as de maior idade, isto também foi observado, apesar de terem sido encontrados valores de CPOD maiores nas crian as mais doentes.
Infarto cerebral em duas crian as infectadas pelo HIV-1
Rocha Cristiane,Gouvêa Aída T. B.,Machado Daisy M.,H?rnke Lorena
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2003,
Abstract: Os quadros vasculares s o incomuns n o somente nos pacientes adultos (1%) como também nas crian as. Nosso objetivo é alertar para a possibilidade da infec o pelo HIV-1 em crian as com manifesta es cerebrovasculares. Das 204 crian as infectadas pelo HIV acompanhadas no Ambulatório de SIDA, descrevemos dois pacientes pré-escolares do gênero masculino, com quadro agudo febril, rebaixamento do nível de consciência, status epilepticus e hemiparesia como primeira manifesta o de infec o pelo HIV-1. Nos dois casos evidenciou-se extensa isquemia em território da artéria cerebral média. Um dos pacientes evoluiu com tetraparesia espástica grave, sem contactuar com o meio, epilepsia parcial e óbito 4 anos após o diagnóstico, sem melhora do quadro neurológico. O outro paciente apresentou hemiparesia direita e afasia global, evoluindo com regress o completa do quadro neurológico. A infreqüência desses achados torna importante o seu relato, visando a inclus o da infec o pelo HIV-1 no diagnóstico diferencial das quadros cerebrovasculares na crian a.
Controle de crian as e adolescentes comunicantes de tuberculosos, Rio de Janeiro, RJ
Caldeira Zelina M R,Sant'Anna Clemax C,Aidé Miguel Abdom
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Detectar doen a ou infec o tuberculosa em comunicantes de pacientes com tuberculose pulmonar. MéTODOS: Estudo descritivo, transversal, realizado em centro municipal de saúde da cidade do Rio de Janeiro, RJ, com 184 crian as e adolescentes, de 0 a 15 anos de idade, comunicantes de tuberculosos, no período de mar o de 1995 a mar o de 1997. Os comunicantes foram submetidos à avalia o clínico-radiológica, teste tuberculínico e baciloscopia de escarro, quando possível. Os doentes foram submetidos à quimioterapia anti-tuberculose e os infectados à quimioprofilaxia. Foi pesquisada a viragem tuberculínica nos comunicantes n o reatores ao teste tuberculínico por meio de um segundo teste realizado após oito semanas e, quando presente, a quimioprofilaxia era instituída. RESULTADOS: A casuística foi composta por 98 meninos e 86 meninas, com idades variando entre 0 e 15 anos. Segundo o critério de Gomez, 26,9% das crian as eram desnutridas. Em rela o à fonte de infec o, 170 (92,4%) foram intradomiciliares, das quais 66,5% eram os pais. A vacina o BCG foi constatada em 98,4% crian as e 14,7% haviam sido revacinadas. O teste tuberculínico foi reator forte em 110/181 crian as. Consideraram-se infectadas pelo M. tuberculosis 76 (41,3%) crian as e detectaram-se 25 (13,6%) casos de tuberculose pulmonar, dos quais sete (28%) estavam assintomáticos. Houve maior adoecimento quando o comunicante convivia com mais de uma fonte de infec o (p=0,02). CONCLUS ES: A detec o de doen a e de infec o tuberculosa foi elevada na popula o estudada. O controle de comunicantes deve ser enfatizado, pois permite o diagnóstico de tuberculose em crian as ainda assintomáticas e identifica infectados, os quais podem se beneficiar da quimioprofilaxia.
Vacina o contra influenza em crian as infectadas pelo HIV: altera es imunológicas e na carga viral  [cached]
Carvalho Aroldo P. de,Dutra Luiz Carlos,Tonelli Edward
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: Objetivo: verificar se a vacina o contra influenza em crian as infectadas pelo HIV aumentaria a carga viral e reduziria os linfócitos T CD4+, conseqüentes à ativa o da imunidade com antígenos dependentes do linfócito T. Métodos: estudo prospectivo descritivo, com 51 crian as infectadas pelo HIV, vacinadas contra influenza em 1999, em Florianópolis, Brasil. Coletaram-se amostras de sangue no dia da vacina o, 14 a 20 e 60 a 90 dias após, para determina o dos níveis da carga viral do HIV e de linfócitos T CD4+. A análise estatística constou dos testes ANOVA de Friedman, t de Student para amostras dependentes, Corre o de Bonferroni e Wilcoxon. Resultados: a média de idade foi de 6,08 anos (1 a 12,9 anos). A mediana da contagem de linfócitos T CD4+ no dia da vacina o e nos dois momentos subseqüentes foi de 789, 645 e 768 células/mm3 (p = 0,002, teste ANOVA de Friedman). Observou-se redu o significativa na contagem de linfócitos T CD4+ entre a primeira e a segunda determina o (p = 0,0001, teste de Wilcoxon), o mesmo n o ocorrendo entre a primeira e a terceira (p = 0,16, teste de Wilcoxon). N o houve diferen a significativa nas porcentagens de linfócitos T CD4+ entre a primeira aferi o (média = 26,5%) e a segunda (média = 25,5%) (p = 0,22, teste t de Student com Corre o de Bonferroni). A mediana da carga viral em log10 cópias/ml foi de 4,38, 4,30 e 4,25, nos três momentos, respectivamente (p = 0,98, teste ANOVA de Friedman). Oito de 44 pacientes (18,2%) evidenciaram eleva o > 0,5 log10 cópias/ml na carga viral entre a primeira e segunda aferi o, quatro dos quais retornaram aos níveis basais na terceira. Conclus es: n o se observou altera o significativa na porcentagem de linfócitos T CD4+, apesar de ocorrer eleva o da carga viral do HIV, de forma transitória, após vacina o contra influenza. Recomenda-se uma certa prudência na aplica o da vacina contra influenza para as crian as com condi o clínica e imunológica n o estável, principalmente se essas n o estiverem sob terapêutica anti-retroviral eficaz.
Associa o entre manifesta es estomatológicas e características socioecon micas e culturais de crian as brasileiras e norte-americanas infectadas pelo HIV  [cached]
Grando Liliane J.,Yurgel Liliane S.,Machado Denise C.,Nachman Sharon
Revista Panamericana de Salud Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Investigar as características socioecon micas e culturais de crian as infectadas pelo HIV e de suas famílias, relacionando-as com a presen a de manifesta es estomatológicas da AIDS, e identificar as manifesta es estomatológicas mais freqüentes na amostra estudada. MéTODO: A amostra foi composta por 184 crian as de ambos os sexos, com idade entre 0 e 13 anos, atendidas no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Hospital S o Lucas da Pontifícia Universidade Católica, em Porto Alegre, Brasil, e no hospital universitário da Universidade do Estado de Nova Iorque em Stony Brook, Estado de Nova Iorque, Estados Unidos. Os dados foram analisados pelos testes do qui-quadrado, t de Student e análise de variancia. RESULTADOS: Dos 184 pacientes, 63,59% eram do Hospital de Clínicas de Porto Alegre; 22,28% do hospital de Stony Brook; e 14,13% do Hospital S o Lucas. Na amostra brasileira, 42,66% das crian as residiam com os pais naturais (principalmente com a m e), enquanto que nos Estados Unidos 56,10% das crian as moravam com pais adotivos. Em rela o à renda, 39,86% das famílias no Brasil ganhavam entre 180 e 450 dólares mensais; 33,57% n o tinham renda ou n o forneceram seus dados. Nos Estados Unidos, a pergunta sobre renda n o foi autorizada, mas todas as famílias foram classificadas pelos assistentes sociais do hospital como tendo renda abaixo de 1 000 dólares. O HIV foi adquirido por transmiss o vertical em 97,20% dos casos no Brasil e 97,56% nos Estados Unidos. A freqüência das manifesta es estomatológicas foi maior nas crian as brasileiras (72,73%) do que nas norte-americanas (53,66%) (P = 0,01). CONCLUS ES: As condi es socioecon micas e culturais, estrutura e renda familiar, acesso a informa o sobre AIDS e a ades o aos esquemas terapêuticos influenciaram a freqüência das manifesta es estomatológicas nas duas amostras.
Absor o intestinal de D-xilose em crian as infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana  [cached]
PERIN Nilza Medeiros,PIRES Maria Marlene de Souza,NASSAR Sílvia Modesto
Arquivos de Gastroenterologia , 2001,
Abstract: Objetivos - Avaliar a absor o intestinal em crian as de 18 meses a 14 anos infectadas pelo HIV, atendidas em uma unidade de ambulatório e verificar se existe associa o entre má absor o, diarréia, estado nutricional, altera o imunológica, parasitas entéricos clássicos e Cryptosporidium. Metodologia - A absor o intestinal foi investigada utilizando-se a medida da D-xilose sérica. Amostras fecais foram colhidas para a pesquisa de pátogenos entéricos clássicos e Cryptosporidium. O tamanho da amostra foi calculado considerando a prevalência de 30% com precis o de 5% de altera o na absor o da D-xilose em crian as infectadas pelo HIV. Os procedimentos estatísticos utilizados foram: medidas descritivas, análise de correspondência múltipla e regress o logística. Resultados - Das 104 crian as estudadas, somente 8 (7,7%) apresentaram o teste da D-xilose alterado e 33 (31,73%) foram positivas para Cryptosporidium. A análise de correspondência múltipla aplicada aos dados encontrados sugeriu a associa o entre o teste da D-xilose alterado e a presen a de Cryptosporidium. N o se encontrou associa o entre o teste alterado e diarréia, estado nutricional, altera o imunológica e parasistas entéricos clássicos. Conclus es - A má absor o intestinal avaliada pelo teste da D-xilose foi infreqüente nas crian as HIV positivas estudadas. O comprometimento intestinal, quando presente, parece estar relacionado com a presen a de Cryptosporidium, porém n o com diarréia, estado nutricional, altera o imunológica e parasistas entéricos clássicos.
The relationship between nasopharyngeal tonsil size and laboratory markers in children infected with HIV =Rela o entre tamanho da tonsila faríngea e marcadores laboratoriais em crian as infectadas por HIV
Zastrow, Michella Dinah et al.
Revista Odonto Ciência , 2010,
Abstract: Objetivos: A presen a do HIV na tonsila nasofaríngea pode causar seu aumento de volume e, consequentemente uma obstru o nasal e respira o bucal. O objetivo deste trabalho foi o de estudar a propor o da tonsila nasofaríngea em crian as infectadas pelo HIV de 6 a 13 anos de idade e relacionar esta propor o com a contagem de células T-CD4+ e carga viral. Métodos: Sessenta crian as (idade média: 9 anos, 8 meses), infectadas por transmiss o vertical tiveram a ocupa o de sua nasofaringe (%) pela sua tonsila analisada através de radiografia lateral. Os prontuários das crian as foram analisados para buscar os dados de contagem de linfócitos T-CD4+ e carga viral (log10) Resultados: A média da porcentagem de ocupa o da tonsila nasofaríngea foi de 70. 37% ± 14. 07. As crian as apresentaram hipertrofia da tonsila nasofaríngea moderada ou acentuada. A porcentagem média de Linfócitos T-CD4+ nas 60 crian as foi de 35. 01% ± 10. 76 e a média da carga viral foi de 3. 35 ± 1. 08 log10. Conclus o: N o foi comprovada rela o entre o percentual de ocupa o da nasofaringe pela tonsila nasofaríngea com a porcentagem de Linfócitos T-CD4+ (r=-0. 0136; p=0. 298) e com a carga viral (r=-0. 033; p=0. 805).
Manifesta es estomatológicas, contagem de linfócitos T-CD4+ e carga viral de crian as brasileiras e norte-americanas infectadas pelo HIV
GRANDO Liliane Janete,YURGEL Liliane Soares,MACHADO Denise Cantarelli,SILVA Carmen Lúcia
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2002,
Abstract: A prevalência de manifesta es estomatológicas associadas à infec o pelo HIV foi avaliada em 184 crian as de ambos os sexos, da faixa etária de zero a 13 anos de idade, atendidas nos Ambulatórios de AIDS Pediátrica do Hospital S o Lucas (HSL) da PUCRS, e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) da UFRGS, ambos em Porto Alegre, RS, Brasil e no Centro Pediátrico para Doen as Infecciosas do Hospital Universitário e Departamento de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Universidade Estadual de Nova Iorque (SUNY) em Stony Brook, Nova Iorque, EUA, no período de janeiro de 1999 a maio de 2000. A freqüência de crian as brasileiras (72,73%) e norte-americanas (53,66%) com manifesta es estomatológicas associadas à infec o pelo HIV foi estatisticamente significativa, com destaque para linfadenopatia cérvico-facial, aumento de volume das parótidas, candidíase eritematosa, petéquias, gengivite, xerostomia e queilite angular. As crian as com manifesta es estomatológicas apresentaram contagens médias de linfócitos T-CD4+ próximas à normalidade e carga viral alta.
Estimativa da prevalência de déficit de altura/idade a partir da prevalência de déficit de peso/idade em crian as brasileiras  [cached]
Victora Cesar G.,Gigante Denise P.,Barros Aluísio J. D.,Monteiro Carlos Augusto
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: INTRODU O: A antropometria é amplamente utilizada para avalia o nutricional de indivíduos e de grupos populacionais. Em anos recentes, diagnósticos comunitários têm sido realizados por profissionais dos servi os de saúde em diversas regi es brasileiras, com o objetivo de complementar os dados obtidos através de vigilancia nutricional. Um obstáculo importante à realiza o destes diagnósticos é a difícil mensura o da altura em inquéritos domiciliares. MéTODO: Foram identificados 38 inquéritos antropométricos com crian as de 0 a 5 anos de idade, realizados no Brasil, que utilizaram o padr o de referência NCHS e o percentual de crian as abaixo de -2 escore Z para defini o da prevalência de déficit de peso/idade e altura/idade. A análise foi realizada a partir das correla es entre as prevalências de déficits de altura/idade e peso/idade definidas. RESULTADOS: A análise mostrou que devido à baixa prevalência de déficits de peso/altura há forte correla o entre peso/idade e altura/idade, em nível populacional. Cerca de 90% da variabilidade de altura/idade (A/I) é explicada pelo peso/idade (P/I). CONCLUS O: Através da equa o (Prev. A/I) = 0,74 + 2,34 (Prev. P/I) - 0,03 (Prev. P/I)2, é possível estimar os déficits de altura, desde que se conhe a os déficits de peso. Espera-se que os resultados possam contribuir para a simplifica o dos inquéritos antropométricos realizados no ambito dos servi os e favorecer sua dissemina o.
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