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Early development, survival and growth rates of the giant clam Tridacna crocea (Bivalvia: Tridacnidae)

DOI: 10.1590/s1679-87592012000200003

Keywords: Tridacnidae , Ontogênese , Zooxantelas , Crescimento Larval , Simbiose , Cultura , Tridacnidae , Ontogenesis , Zooxanthellae , Early growth , Symbiosis , Culture

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Abstract:

Tridacnid clams are conspicuous inhabitants of Indo-Pacific coral reefs and are traded and cultivated for the aquarium and food industries. In the present study, daily growth rates of larvae of the giant clam Tridacna crocea were determined in the laboratory during the first week of life. Adults were induced to spawn via intra-gonadal serotonin injection through the byssal orifice. After spawning oocytes were collected, fertilized and kept in 3 L glass beakers and raceways treated with antibiotics to avoid culture contamination. Larvae were fed twice with the microalga Isochrysis galbana and zooxanthellae were also offered twice during the veliger stage (days 4 and 6). Larval length was measured using a digitizing tablet coupled to a microcomputer. Larval mortality was exponential during the first 48 hours of life declining significantly afterwards. Mean growth rate was 11.3 μm day-1, increasing after addition of symbionts to 18.0 μm day-1. Survival increased to ca. 75% after the addition of zooxanthellae. The results describe the growth curve for T. crocea larvae and suggest that the acquisition of symbionts by larvae may be useful for larval growth and survival even before larvae have attained metamorphosis. Bivalves tridacnídeos s o habitantes conspícuos dos recifes da regi o do Indo-Pacífico e s o cultivados e comercializados para os mercados alimentício e aquarista. No estudo apresentado foram determinadas as taxas de crescimento diário durante a primeira semana de vida da larva do bivalve ornamental Tridacna crocea. As matrizes foram induzidas à desova por meio de uma inje o intragonadal de serotonina realizada através do orifício bissal. Após desova, ovócitos foram coletados, fertilizados e mantidos em béqueres de vidro e tanques de fluxo contínuo tratados com antibióticos para evitar contamina o. Larvas foram alimentadas em duas ocasi es com a microalga Isochrysis galbana e zooxantelas foram oferecidas também por duas vezes. O comprimento larval foi medido através de mesa digitalizadora conectada em um microcomputador. A mortalidade larval foi exponencial durante as primeiras 48 horas de vida, diminuindo em seguida. A taxa média de crescimento foi de 11,3 μm dia-1, aumentando para 18,0 μm dia-1 após a adi o de simbiontes. A sobrevivência aumentou para 75% após a adi o de zooxantelas. Os resultados apresentam a curva de crescimento para a larva de T. crocea e sugerem que a aquisi o de simbiontes pela larva pode ser importante para o crescimento larval e sobrevivência mesmo antes delas completarem a metamorfose.

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