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Discrimina o positiva para acesso e atendimento em aten o primária à saúde e repercuss es no perfil de clientela: estudo com mulheres de maior vulnerabilidade à exclus o social em S o Paulo.

Keywords: Exclus o social , aten o primária a saúde , violência contra mulher , saúde da mulher

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Abstract:

Estuda-se o impacto no perfil da clientela feminina de servi o de aten o primária à saúde, devido a a es específicas de inclus o assistencial para grupos populacionais de maior vulnerabilidade à exclus o social. Trata-se de moradoras de rua, de favela e profissionais do sexo que possuem dificuldades de acesso e de vincula o à aten o rotineiramente oferecida nos servi os. Investigou-se o Centro de Saúde Escola Barra Funda (CSEBF), pertencente à rede pública do sistema de saúde brasileiro (SUS) e que além do funcionamento usual do SUS, desenvolve política de a o afirmativa para aqueles grupos. Foram estudadas algumas características sociais, demográficas, de saúde sexual e reprodutiva e a prevalência de violência por parceiro íntimo, entre usuárias do CSEBF. Aplicou-se questionário por entrevista face-a-face a 481 mulheres de 15 a 49 anos, sendo 199 usuárias com discrimina o positiva (CDP), das quais 70 profissionais do sexo, 64 moradoras de rua e 65 moradoras de favela, e 292 usuárias sem discrimina o positiva (SDP). Os resultados apontam diferen as significativas entre ambos subconjuntos de usuárias quanto à idade, escolaridade, condi o sócio-econ mica, início da vida sexual, abortamento, gravidez, violência por parceiro íntimo e percep o de violência, mostrando que a política de inclus o permite acolher usuárias com necessidades de saúde diferenciadas que sem a discrimina o positiva restariam invisíveis para o sistema de saúde. Conclui-se que grupos mais vulneráveis à exclus o social requerem políticas protetoras para serem usuários mesmo em sistemas como o SUS, que por lei dá direito a acesso universal à assistência em saúde.

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