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Veritas  2012 

Choices, dogmatisms and bets: justifying Peirce’s realism = Escolhas, dogmatismos e apostas: justificando o realismo de Peirce

Keywords: FILOSOFIA , EPISTEMOLOGIA , FENOMENOLOGIA , MEDIA O (FILOSOFIA) , REPRESENTA O (FILOSOFIA) , PEIRCE , CHARLES SANDERS - CRíTICA E INTERPRETA O

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Abstract:

O eixo conceitual deste artigo constitui-se em uma reflex o sobre o realismo de Charles Peirce, buscando mostrá-lo como a base da qual se derivam muitas outras de suas doutrinas filosóficas. Na primeira parte do artigo, s o analisados os problemas colocados pelo clássico ensaio peirciano Quest es referentes a certas faculdades reivindicadas pelo homem, propondo extrair das consequências dessa análise as diretrizes de um realismo que gradualmente se torna mais radical na obra madura de Peirce. Tais consequências ser o consolidadas em sua fenomenologia, uma ciência que fundamentará a semiótica e uma concep o de simetria relacionada às categorias do autor. Essa simetria associada à sua epistemologia e ontologia será, a propósito, onipresente em todo o sistema filosófico peirciano. Na segunda parte do artigo, s o discutidos os conceitos de media o e representa o, também sob um viés realista, concluindo que esses conceitos n o podem ser coerentemente relacionados nas filosofias nominalistas. Nessas filosofias, encontram-se frequentemente consequências de alguma forma comprometidas com posturas dogmáticas e n o dialógicas, se confrontadas com uma análise do significado tal como proposto pelo pragmatismo clássico peirciano. The conceptual axis of this paper is a reflection on Charles Peirce’s realism, trying to show it as the ground from which many others of his philosophical doctrines are derived. In its first part, the paper analyses the problems posed by the classical Peircean paper Questions Concerning Certain Faculties Claimed for Man, proposing to extract from the consequences of this analysis the guidelines of a realism that gradually become more radical in Peirce’s mature work. Such consequences will be consolidated in his Phenomenology, a science that will ground Semiotics and a conception of symmetry related to Peirce’s categories. This symmetry regarding his epistemology and ontology will be, by the way, omnipresent in all Peircean philosophical system. The second part of the paper discusses the concepts of mediation and representation, also under a realistic background, concluding that these concepts cannot be coherently interlaced in nominalistic philosophies, in which is often found theoretical consequences somehow committed with dogmatic and no dialogic postures, in the sense of a meaning analysis proposed by the classical Peircean pragmatism.

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