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0 sujeito pronominal no português falado e escrito

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Lira (1982) estudou um aspecto morfo-sintático do português -- a varia oo entre o sujeito pronominal e o sujeito zero. Este e um tópico de interesse nas línguas romanicas, pouco estudado até hoje, podemos exemplificar esta varia o com as seguintes senten as tiradas de grava es com falantes nativos do português: (1) Nos curtimo o namoro, mas legal mesmo: 0 Ia pro Parque Lage, 0 escrevia naquelas pedras nosso nome. Olha: 0 Ficou lá anos. Eu panhava lata de tinta do meu pai, $ levava dentro da bolsa e pincel, ai 0 pintava nosso nome lá. (MC 12 A/200) Cunha (1972:204) afirma que os pronomes sujeitos s o normalmente omitidos no português pois as desinências verbais bastam para indicar a pessoa a que se refere o predicado como também o número gramatical. Ele argumenta que a referência do sujeito é clara na flex o sujeito-verbo e que o uso do pronome é devido as seguintes raz es: ênfase; para opor duas pessoas diferentes; para diferenciar duas formas morfológicamente ambígüas. Quicoli (1976) em um enfoque gerativo-tansformacional discute a regra que ele chama de apagamento do sujeito pronominal em português. Ele argumenta que esta regra apaga somente pronomes sujeitos que s o redundantes, n o-enfáticos, n o-contrastivos. Entretanto uma análise da fala de 30 falantes - 15 minutos de cada falante - mostrou a seguinte situa o:

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