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Foucault: itinerário metafísico? = Foucault: metaphysical itinerary?

Keywords: metafísica , arqueogenealogia , subjetiva o , Parrêsia , metaphysics , archaeogenealogy , subjectivization

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Abstract:

O presente artigo pretende discutir, a partir de uma perspectiva heideggeriana, a hipótese contra-foucauldiana de uma metafísica presente no discurso imanentista da arqueogenealogia. Para tanto, constrói um breve itinerário daquilo que se considera o “romantismo foucauldiano”: aponta, primeiramente, a crítica derridiana de umacategoriza o transcendental do objeto loucura e faz uma contraposi o entre esta e as considera es de loucura como ausência de obra; faz um breve recorte dos debates da literaridade e seu abandono, seguindo a retomada do discurso da enkrateia; finalmente, tra a um paralelo entre os apontamentos iniciais da arqueologia e a problemática da subjetiva o presente nos últimos cursos, centrados no conceito de parrêsia. O fundamental, portanto, é fazer notar uma rela o permanente com a metafísica heideggeriana, tanto no que se refere ao projeto de destrui o quanto na exigência de um questionamento que transcenda os limites da imanência. Departing from a Heideggerian standpoint, the present article aims at discussing the contra-Foucauldian hypothesis of a metaphysics present in the immanentist discourse of archaeogenealogy. With a view toachieving the goal proposed, the paper builds a brief itinerary of what is considered “Foucauldian romanticism”. Initially, it draws on the Derridian critique of a transcendental categorization of ‘madness’ and opposes it to accounts of madness as absence of labor.Then, the paper offers a brief account of debates on literalness and their abandoning, following the renewed take-over of the enkrateia discourse. Finally, based on the concept of parrêsia, the article establishes some comparisons between the initial findings of archaeology and the issue of subjectivization present in the last courses. Thus, what is fundamental is to render noticeable a permanent relationship with Heideggerian metaphysics, in whatconcerns both the destruction project and the requirement for questioning that transcends the borders of immanence.

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