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J. M. Coetzee’s unsettling portrayals of Elizabeth Costello = Os retratos vexatórios de J. M. Coetzee sobre Elizabeth Costello

Keywords: animal welfare , sympathy , ethical ambivalence , anthropocentrism , human debasement , irony , bem-estar animal , simpatia , ambivalência ética , antropocentrismo , rebaixamento humano , ironia

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Abstract:

This paper addresses the vexed question of animal and human rights byfocusing on Coetzee’s ‘trilogy’ connected with Elizabeth Costello’s lecturing and experiencing, from her anti-Cartesian stances and sympathetic imagination advocated in The lives of animals, through the eight lessons which she frantically goes over and delivers like a ‘circus seal’, or even happens to be taught (in Elizabeth Costello), up to Slow man, where she turns into the waspish, vulpine ‘Costello woman’ preying on tortoise-like Paul Rayment. As such a debasing hybridization may already suggest, the committed intellectual shall lose track of her formerly heated debates on animals as ‘embodied souls’ and divinely created beings to be held in great respect, to enter a region of ethical ambivalence where biological and axiological boundaries are deviously blurred. Textual evidence andcommentaries on Coetzee’s fictional world and thematic concerns are provided to single out the stages of this unsettling metamorphosis, a process through which Costello wavers between Franciscan self-effacement and dictatorial omniscience. In the upshot, the striving after a recognition of animal dignity is seemingly supplanted by a debasement of the human person into a pet or a beast, as though she had lost herself in a labyrinth of fumbling speculation. O problema vexatório sobre os direitos dos animais e das pessoas é analisado pela trilogia de Coetzee, ou seja, a partir das conferências e das experiências de Elizabeth Costello, nas quais prop e sua posi o anticartesiana e sua imagina o simpatética defendida em The lives of animals, versando sobre as oito aulas que ela ministra como ‘uma foca circense’ ou até quando é tutelada (em Elizabeth Costello), até Slow man, onde se transforma na ‘fêmeaCostello’, uma loba que age como predadora junto ao lento Paul Rayment. Como a hibridiza o acima mencionada pode sugerir, o intelectual pode se esquecer dos debates animados sobre os animais como ‘almas com corpo’ e seres divinamente criadas, mantidas em grande estima, e enveredar por uma regi o de ambivalência ética onde as fronteiras biológicas e axiológicas s o eliminadas com grande finura. As evidências textuais e comentários sobre o mundo ficcional e temático de Coetzee s o investigados para indicar as fases desta metamorfose vexatória. Neste processo, Costello oscila entre a auto-aniquila o franciscana e a onisciência ditatorial. Parece que os esfor os para o reconhecimento da dignidade dos animais sejam suplantados por um rebaixamento da pessoa em animal de estima o ou em fera como se Costella tivesse

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