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ISSN: 2333-9721
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Prevalência de intera es medicamentosas em unidades de terapia intensiva no Brasil Prevalence of drug interactions in intensive care units in Brazil

Keywords: Enfermagem , Enfermagem prática , Cuidados de enfermagem , Intera es de medicamentos , Unidades de terapia intensiva , Nursing , Nursing practice , Nursing care , Drug interactions , Intensive care units

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Abstract:

OBJETIVO: Determinar a prevalência de intera es medicamentosas em unidades de terapia intensiva e analisar a significancia clínica das intera es identificadas. MéTODOS: Estudo multicêntrico, transversal e retrospectivo desenvolvido com 1124 pacientes em sete unidades de terapia intensiva (UTI) de hospitais de ensino no Brasil. As informa es sobre os medicamentos administrados com 24 horas e 120 horas de interna o foram obtidas nas prescri es. RESULTADOS: Em 24 horas 70,6% dos pacientes apresentaram pelo menos uma intera o medicamentosa. O número de intera es medicamentosas detectadas em 24 horas foi 2299 e em 120 horas foi 2619. Midazolam, fentanil, fenitoína e omeprazol foram os fármacos com maior frequência de intera es medicamentosas. CONCLUS O: Nesta amostra, intera es medicamentosas moderadas e graves foram mais prevalentes. Diante desses resultados, todas as a es dos profissionais de saúde que prestam assistência ao paciente devem ser integradas visando identificar e prevenir possíveis eventos a medicamentos. OBJECTIVE: To determine the prevalence of drug interactions in intensive care units and to analyze the clinical significance of interactions identified. METHODS: A multicenter, retrospective and cross sectional study conducted with 1124 patients in the seven intensive care units of teaching hospitals in Brazil. Information on drugs administered at 24 hours and 120 hours of hospitalization was obtained from the prescriptions. RESULTS: Within 24 hours, 70.6% of patients had at least one drug interaction; the number at 24h was 2299, at 120 h it was 2619. Midazolam, fentanyl, phenytoin and omeprazole were the drugs with higher frequency of drug interactions. CONCLUSION: In this sample, moderate and severe drug interactions were more prevalent. In light of these findings, all actions of health professionals who provide care to these patients must be integrated in order to identify and prevent possible drug events.

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