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THE INTENTIONALITY OF PERCEPTION AND OF ACTION IN THE YOUNG HEGEL A INTENCIONALIDADE DA PERCEP O E DO AGIR NO JOVEM HEGEL

DOI: 10.5216/phi.v14i2.10157

Keywords: Hegel , Intencionalidade , Subjetividade

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Abstract:

In the first writings of his Jena period, Hegel defends the conception of an original identity through which subjectivity is "suspended". The present article aims to expound this conception as a contribution to the theory of intentionality which focusses on the unity of conceptual and sensuous (or motivational) elements as a condition of the intentionality of perception and action. In a first step, it is argued that in his early writings, by "philosophy of subjectivity" Hegel understands positions which separate the conceptual and the sensuous elements of perception and action, conceiving at the same time the subject as a distanced controller of sensibility. Thus, the hegelian critique of the philosophy of subjectivity is directed against such a conception of intentionality and its subject. In a second step, the hegelian alternative to this picture is exposed - the conception of an indissoluble unity of thinking and sensibility as being fundamental to perception and action. Finally, the picture of self-consciousness which arises in the Phenomenology of Spirit is analyzed as an implication of the conception of intentionality adopted in the earlier writings. Nos primeiros escritos da sua fase ienense, Hegel defende a concep o de uma identidade originária na qual a subjetividade seria “suspendida”. O presente trabalho visa explicitar essa concep o como uma contribui o para a teoria da intencionalidade que coloca em foco a unidade entre elementos conceituais e sensíveis (ou emocional-motivacionais) como condi o da intencionalidade da percep o e do agir. Num primeiro passo, argumenta-se que nos seus escritos críticos Hegel entende por “filosofia da subjetividade” posi es que envolvem uma concep o separadora acerca da rela o entre pensamento e sensibilidade na percep o e no agir, estando ligada à no o do sujeito como controlador distanciado da sensibilidade. Portanto, a crítica hegeliana à filosofia da subjetividade dirige-se contra tal concep o da intencionalidade e do sujeito desta. Num segundo passo, aborda-se a alternativa hegeliana a essa imagem - a concep o da unidade indissolúvel do pensamento e da sensilidade como fundamento da percep o e do agir. Por fim, a imagem da autoconsciência adotada na Fenomenologia do Espírito é analizada como implica o dessa concep o da intencionalidade.

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