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Reconstitui o do trato digestivo após falha de esofagogastro ou esofagocolo anastomose Digestive tract reconstitution after failed esophago-gastro or esophago-coloanastomosis

Keywords: Trato gastrointestinal , Anastomose cirúrgica , Esofagectomia , Falha de tratamento , Gastrointestinal tract , Anastomosis , surgical , Esophagectomy , Treatment failure

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Abstract:

RACIONAL: Disfagia grave ou mesmo afagia pode ocorrer após esofagectomia secundária à necrose do órg o ascendido com estenose severa ou separa o completa dos cotos. Ruptura catastrófica esofágica ou gástrica impulsiona a decis o de "desconectar" o es fago, a fim de evitar graves complica es sépticas. As opera es utilizadas para restabelecer a descontinuidade do es fago n o s o padronizadas e reopera es para restabelecimento do transito digestivo superior s o um verdadeiro desafio. MéTODOS: Este é estudo retrospectivo da experiência dos autores durante 17 anos incluindo 18 pacientes, 14 previamente submetidos à esofagectomia e quatro esofagogastrectomia. Eles foram operados com o fim de restabelecer o trato digestivo superior. RESULTADOS: Refazer esofagogastro anastomose foi possível em 12 pacientes, 10 por meio da abordagem cervical e combinando esternotomia em quatro, a fim de realizar a nova anastomose. Em cinco pacientes esofagocolo anastomose foi novamente realizada. Interposi o de enxerto livre de jejuno foi realizada em um paciente. As complica es ocorreram em 10 pacientes (55,5%): deiscência anastomótica em três, estenose em quatro, condrite esternal em dois e abscesso cervical em um. N o se observou mortalidade. CONCLUS O: Existem diferentes op es cirúrgicas para o tratamento desta situa o clínica difícil e arriscada; deve ser tratada com procedimentos adaptados de acordo com o segmento anat mico disponível para ser usado, escolhendo o procedimento mais conservador. BACKGROUND: Severe dysphagia or even aphagia can occur after esophagectomy secondary to necrosis of the ascended organ with severe stricture or complete separation of the stumps. Catastrophic esophageal or gastric disruption drives the decision to "disconnect" the esophagus in order to prevent severe septic complications. The operations employed to re-establish esophageal discontinuity are not standardized and reoperations for re-establishment of the upper digestive transit are a real challenge. METHODS: This is retrospective study collecting the authors experience during 17 years including 18 patients, 14 of them previously submitted to esophagectomy and four to esophagogastrectomy. They were operated on in order to re-establish the upper digestive tract. RESULTS: Redo esophago-gastro-anastomosis was possible in 12 patients, 10 through cervical approach and combined with sternotomy in four in order to perform the new anastomosis. In five patients a new esophago-colo anastomosis was performed. Free jejunal graft interposition was performed in one patient. Complications occurr

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